Como tirá-lo rápido

Tirá-lo do calor e depois coar. Depois disso, adicione 1 colher de chá de mel para o gosto e ter este chá quente. Recomenda-se repetir este processo duas vezes por dia durante três semanas para queimar gordura no peito de forma eficaz e rápida. 4. Flaxseeds. Vídeo: Como Diminuir a Barriga - 5 Regras Para Eliminar Barriga Rápido Sintomas e como tirá-lo. 4 meses ago Agora 0 comentários. ... Independentemente dos perigos, a maioria das pessoas deseja remover o bug do ouvido o mais rápido possível. ... como um inseto, pode irritar esses nervos. O inseto ainda pode estar vivo e pode rastejar ou zumbir, o que pode causar sensações estranhas no ouvido. 4) Inclua treinos de tempo run. Assim como os treinos de tiro, os treinos de tempo run também são ótimo para você que está buscando todas as dicas de como correr mais rápido.. As execuções de tempo ajudam a desenvolver seu limite anaeróbico.O ideal é incluir pelo menos um tempo run por semana. Apesar de muitas pessoas dizerem para tirar de uma vez só, não fazer isso devagar pode atrapalhar a cicatrização. Ao tirá-lo rápido demais, você pode puxar a casca junto e reabrir a ferida. Por isso, tire o band-aid sempre devagar. Para ajudar na hora de tirar, você pode molhar o band-aid com água quente. Traduções em contexto de 'tirá-lo' en português-italiano da Reverso Context : tirá-lo daqui, tirá-lo de lá, vamos tirá-lo, vou tirá-lo, tentar tirá-lo ... é grátis e rápido! Inscreva-se Faça o login. ... Os exemplos servem apenas como ajuda na tradução da palavra ou da expressão procurada. Eles não são selecionados ou ... Traduções em contexto de 'tirá-lo' en português-francês da Reverso Context : tirá-lo daqui, tirá-lo de lá, vamos tirá-lo, vou tirá-lo, tentar tirá-lo ... é grátis e rápido! Inscreva-se Faça o login. português. ... Deve saber como tirá-lo da minha cabeça.

Tendências Suicidas

2020.09.19 00:43 altovaliriano Tendências Suicidas

Texto original: https://cantuse.wordpress.com/2014/09/30/suicidal-tendencies/
Autor: Cantuse
Partes traduzidas: 1) A Estrada Para Vila Acidentada, 2) Uma Aliança de Gigantes e Reis, 3) Despindo o Homem Encapuzado, 4) Confronto nas Criptas
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MANIFESTO: VOLUME II, CAPÍTULO V

Embora Stannis possa ser vitorioso em sua batalha na Vila dos Arrendatários, ele ainda enfrentará uma tarefa impossível: tirar Winterfell dos Boltons.
Parece ridículo pensar que Stannis, um veterano de vários cercos, marcharia de bom grado, com um menor número de homens, assolado por tempestades e sem provisões, em direção a um castelo. Sugerir que ele fez isso apenas com base na é inverossímil.
Stannis tem uma crença muito estrita a respeito do uso do acaso ou do destino para orientar estratégias:
– Se é uma palavra para tolos.
(ADWD, Jon IV)
Mesmo com Mance causando estragos dentro das paredes de Winterfell, Stannis precisa especificamente de uma maneira de tornar a tomada de Winterfell plausível - uma maneira que não envolva destruir seu próprio exército no processo.
Lembre-se de que Stannis também deseja que o norte se una à sua causa. Isso significa que ele também deseja derrotar os Boltons de uma maneira que não prejudique sua capacidade de negociar com os vassalos do norte. Ele não quer matar os nortenhos se isso puder ser evitado.
Agora, antes de continuar e revelar os planos de Stannis, devo parar e perceber uma falsa premissa que muitos leitores assumiram:
Isso é uma falsidade .
Para tomar o castelo, Stannis só precisa que não haja resistência em Winterfell. Na verdade, a remoção dessa resistência pode ser realizada com combate (coreente com a falsa suposição). Mas existem outras maneiras: astúcia, manobras estratégicas e assim por diante.
Há evidências sutis, mas convincentes, de que Stannis está realmente envolvido em tais truques inteligentes. Em particular:
A teoria da Lamparina da Noite mostra que Stannis desenvolveu uma tática brilhante para lidar com os Freys que se aproximam. Mesmo se for verdade e Stannis aniquilar completamente os Frey, ficamos com um dilema.
O que acontece depois?
Como Stannis planeja realmente tomar a inexpugnável Winterfell?
Tomar Winterfell é um esforço multifatorial. O que precisamos saber agora é qual papel Stannis deverá desempenhar após sua vitória [sobre os Frey].
Felizmente, temos evidências e implicações suficientes nos livros para identificar seus planos, com grande certeza. Especificamente, parece que Stannis planeja fazer o seguinte:

UM DESEJO DE MORRER

Por que Stannis iria querer fingir sua própria morte?
Que evidência há de seu desejo de fazer isso?
Para responder a essas perguntas, precisamos discutir a aparente insanidade de Stannis em A Dança dos Dragões e, em particular, o desejo de morte que ele parece ter. Ele parece obcecado em pegar Winterfell (ou Forte do Pavor), a ponto de parecer um tolo.

Morte certa

Ao longo de A Dança dos Dragões , Stannis declara que 'morrerá tentando' tomar Winterfell ou derrotar os Boltons:
Jon percebeu que suas palavras tinham sido desperdiçadas. Stannis tomaria o Forte do Pavor. Ou morreria tentando.
(ADWD, Jon IV)
...
– Mas nós marcharemos e libertaremos Winterfell ... ou morreremos na tentativa."
(ADWD, O prêmio do rei)
...
– Pode ser que percamos esta batalha, – disse o rei sombriamente. – Em Braavos você pode ouvir que morri. Pode até ser verdade. Não obstante, você deve encontrar meus mercenários.
(TWOW, Theon – tradução de Gelo & Fogo .com)
A terceira passagem em particular sugere que Stannis poderia muito bem terminar em uma posição em que ele aparentasse estar morto, mas na verdade não está.
Por que Stannis diria que 'pode até ser verdade' senão para indicar que pode muito bem ser falso?
O subtexto aqui implica ainda que qualquer boato de sua morte é, de fato, mais provável de ser falso.

Benefícios por morte

Qual é o benefício de fingir sua morte?
Existe um motivo importante para fingir sua própria morte. A aritmética simples mostra que Stannis não tem nenhuma maldita chance de derrotar as forças de Bolton enquanto eles ocupam Winterfell.
O que Stannis precisa é de uma maneira de tornar Winterfell "madura para ser tomada". E dada sua insuficiência militar, Stannis tem apenas um recurso:
Um dos benefícios mais óbvios de parecer estar morto é que os Boltons baixarão a guarda. Eles não serão necessariamente tolos, mas no mínimo isso reduz suas preocupações com uma ameaça iminente e permite que os Boltons e seus aliados se concentrem em outras demandas.
Agora, se você se lembra, o casamento de Ramsay com Arya ocorreu algum tempo antes dos eventos dos dois últimos capítulos de Theon em A Dança dos Dragões (Um fantasma em Winterfell e Theon). Esta foi a principal razão pela qual os senhores do norte foram convocados para Winterfell.
Existem duas razões principais que mantiveram a maioria dos lordes em Winterfell:
Esses mesmos senhores, de lealdade variada, também têm seus próprios problemas: em particular, cuidar de suas propriedades e pessoas agora que o inverno chegou. Com Stannis fora do caminho, os vassalos ficam muito mais empoderados. Alguns podem pedir licença para voltar para casa.
Claro, existem vários fatores desconhecidos que podem afetar este resultado, a nevasca e / ou fatores políticos imprevistos podem manter alguns lordes em Winterfell.
No entanto, podemos ver um benefício claro para Stannis se ele fingir sua morte:
Ao convencer o mundo de que ele está morto, podemos ver a possibilidade emergente:
Se Stannis fingir sua morte, ele poderá conseguir *obrigar os aliados de Bolton a deixarem Winterfell.
Esta é uma observação interessante. Obrigar os Boltons ou seus aliados a deixar Winterfell certamente reduziria o contingente do castelo e o tornaria mais fácil de tomar. Está ainda de acordo com minha observação de que tomar o castelo não requer necessariamente a derrota de Roose Bolton.
Mas como Stannis obrigaria os Boltons e / ou seus aliados a partir de Winterfell?
A resposta é simples:
Simplificando, ele precisa enviar homens para atacar ou capturar alvos de grande valor para os Boltons e seus aliados.
Se Stannis estivesse vivo, qualquer truque que ele fizesse para atrair aliados de Winterfell iria falhar: Bolton é muito esperto para cair neles (exceto quando mandou embora os briguentos Freys e Manderlys). No mínimo, Bolton não sacrificaria sua posição vantajosa em prol do que ele sabe que são prováveis fintas.
Mas se Stannis estiver morto, o jogo mudou. Essas tentativas de atrair aliados de Winterfell não podem mais ser percebidas como fintas, porque Stannis não existe mais. Assim, se os Boltons não conseguirem lidar com esses atentados, eles minarão sua própria autoridade porque isso será visto como uma negligência das preocupações de seus vassalos.
Qualquer sussurro sobre uma reminiscente tropa de Stannis arruinaria o efeito.
* * *
Como você pode ver, fingir-se de morto permite que Stannis bagunce completamente os Boltons. Ao enviar 'tropas substitutas' para atrair aliados de Winterfell, ele lucra diretamente reduzindo o contingente no castelo.
Além disso, fingindo-se de morto, Stannis é capaz de marchar sob a cobertura da nevasca para uma posição virtualmente à sombra das grandes muralhas de Winterfell.
Ele está perfeitamente posicionado para tomar o castelo no momento oportuno.

FIGINDO-SE DE MORTO

Então, como Stannis realmente implementa o fingimento de sua morte?
É difícil avaliar como a farsa de Stannis seria realizada, mas é certo sua falsa morte é de fato prenunciada.
Dito isso, acredito que haja uma hipótese que emerge como sendo a mais técnica e tematicamente apropriada do que qualquer alternativa.

Notificação

Como “Ramsay” fica sabendo de sua aparente vitória na Vila?
Esse é um bom começo.
A resposta mais simplista seria que alguém informou Ramsay pessoalmente.
No entanto, não gosto dessa possibilidade, pelos seguintes motivos:
Os Karstarks estavam secretamente a serviço de Roose Bolton e enviando-lhe mensagens sobre a situação de Stannis. Os Karstarks também tinham dois corvos restantes para contatar Winterfell. Se Stannis fosse realmente derrotado, os Karstarks quase certamente enviariam um desses corvos a Winterfell anunciando uma vitória gloriosa. Pelo menos essa parece uma expectativa bastante razoável.
Assim, se Roose Bolton não recebesse tal carta, isso poderia deixá-lo desconfiado. Ele poderia suspeitar que a traição de Karstark foi revelada, e que ele também não pode confiar nos corvos de Karstark.
Se houvesse alguma implicação de que o plano dos Karstark foi revelado, isso prejudicaria a confiança de Bolton em qualquer coisa que supostamente viesse dos Karstark.
Portanto:
Talvez seja esta a razão pela qual ele não sentenciou o meistre dos Karstark à morte, mas sim a uma 'cela' para aguardar o julgamento de Stannis. Compare isso com a maneira com a qual ele lidou com os Karstarks, onde imediatamente os sentenciou à morte.
– Vocês são homens mortos, entendam isso,– o rei prosseguiu. – Apenas a maneira de sua execução ainda está para ser determinada. Eu os aconselharia a não desperdiçar meu tempo com negativas. Confessem, e terão o mesmo fim rápido que o Jovem Lobo deu a Lorde Rickard. Mintam, e queimarão. Escolham.
(TWOW, Theon – Tradução de Gelo & Fogo .com)
Observe que Stannis também mantém os corvos com ele .
O rei se inclinou para trás na cadeira.
– Tirem-no daqui, – ordenou. – Deixem os corvos. – Uma veia latejava em seu pescoço. – Confinem esse desgraçado cinza em uma das cabanas até que eu decida o que deve ser feito com ele.
(TWOW, Theon – Tradução de Gelo & Fogo .com)

Retorno a Winterfell

Se Stannis simular sua morte, quem retornará a Winterfell?
Supondo que Stannis tenha fingido sua morte e pretenda selar a ilusão, os aliados de Bolton devem retornar a Winterfell, vivos e bem.
Agora, se você presumir, como eu, que faz mais sentido se Stannis enviar uma carta se passando por Karstarks, há uma resposta óbvia:
Os Karstarks tem que estar entre aqueles que retornam.
Mas se todos os nobres dos Karstark (Arnolf e seus parentes) são traidores e Stannis os condenou à morte, como isso aconteceria?
Só existe uma possibilidade, me parece:
NOTA: Explicar este argumento é uma tarefa bastante substancial. Não é que seja complexo, ou que eu ache muito forçado para ser verdade. Na verdade, é que a evidência sugerindo o envolvimento de Arthor Karstark é substancial e representa um desvio do verdadeiro ponto deste ensaio.
Você encontrará os argumentos e evidências que sugerem o envolvimento de Arthor no ensaio O Sol Nascente do Inverno, localizado nos apêndices.
Eu acredito que Arthor e os Karstarks são a única peça verdadeiramente crucial, o único aliado de Bolton que deve retornar para que a ilusão funcione. A composição do resto das forças é altamente variável e imprevisível.
Algumas observações devem ser feitas neste ponto:
Para recapitular esta seção, apenas os Karstarks são realmente necessários em Winterfell:

Prova da morte

Supondo que homens retornassem a Winterfell alegando que Stannis estava morto, eles quase certamente precisariam demonstrar uma prova disso.
Luminífera seria um grande sinal para os Boltons e seus aliados de que Stannis estava morto. Parece razoável acreditar que Stannis nunca cederia voluntariamente a lâmina, apenas com sua morte ela seria tirada de suas mãos.
Assim como argumentei que a persona pública de Stannis mascara um engano, o mesmo acontece com a espada: o “poder” que as pessoas projetam em uma suposta espada mágica os cega para a falsidade que ela esconde.
Isso também corroboraria a Carta Rosa, uma vez que “Ramsay” declarou que tinha Luminífera.

De todo modo

Deixando de lado as especulações, há um tema comum, um resultado final unificador que parece inteiramente provável:
Stannis teria escrito a Winterfell para informá-los de sua “morte” e da gloriosa vitória dos Karstarks, Freys e Manderlys.
Enquanto isso, Stannis terá avançado com a maioria de suas forças para Winterfell, fingindo estar morto. Alguma parte do exército de Stannis entrará em Winterfell para atestar sua derrota, fornecendo as evidências necessárias.

JOGO JUSTO

Como mencionei acima, se Stannis fingir sua própria morte, ele será capaz de manipular os assuntos no norte. Ao atacar as propriedades de vários senhores, ele pode tirar aliados Bolton de Winterfell e, assim, enfraquecer o castelo.

Seleção de Alvo

Mas precisamos lembrar, Stannis não quer destruir os contingentes militares dos senhores do norte. Muito pelo contrário, ele deseja recrutar essas capacidades militares para sua própria campanha. Ele deseja sua lealdade e força, não desconfiança e fraqueza.
Afinal, de que adianta a lealdade deles se não podem ajudá-lo a garantir sua coroa? De que adianta a força deles se eles são desconfiados?
Isso nos leva a uma grande questão:
Se Stannis pretende ameaçar as propriedades dos vassalos (para tirá-los de Winterfell), em que vassalos ele vai mirar?
Stannis precisa ser cuidadoso na escolha de alvos, para não arriscar sua habilidade de forjar alianças depois de derrotar os Boltons.
Isso significa que ele deve ter cuidado ao escolher quais senhores do norte ele almeja para uma ação militar. Com isso, quero dizer que Stannis deve restringir suas metas àqueles que atendam a um dos seguintes requisitos:
Também deve ser notado que Stannis gostaria de minimizar os danos aos soldados comuns e aos plebeus, para torná-los menos propensos a odiar seu governo.
Isso obviamente nos leva a uma outra questão, e ao ponto principal desta seção:
Qual dos senhores do norte Stannis pode “atacar” com relativa impunidade?
NOTA: Por “ataque” quero dizer ameaçar (para incluir uma ação militar contra seus exércitos) e invadir suas terras e castelos.
Responder a essa pergunta é surpreendentemente fácil quando você pensa a respeito.

Lealdades irrevogáveis e recuperáveis

Stannis sabe que todos os senhores do Norte têm motivos para odiar Bolton secretamente, exceto dois: Dustin e Ryswell.
– Os Ryswell e os Dustin são ligados à Casa Bolton pelo casamento – Jon informou. – Os
outros perderam seus senhores em batalha.
(ADWD, Jon IV)
Se algum dos senhores do Norte fosse impossível de dominar, seria Dustin e Ryswell: vinculado aos Boltons por sangue. Isso é relevante porque dá a Stannis um aliado Bolton que ele pode atacar com relativa impunidade.
Além disso, os Frey também jogaram sua sorte com os Boltons.
Isso significa que Stannis tem várias casas que ele pode atacar sem se importar muito:
NOTA: Este é um ponto não relacionado, mas observe que todos os assassinatos de Winterfell em A Dança dos Dragões envolvem vítimas de cada uma dessas casas.
* * \*
Como vê, Stannis tem uma boa lista de alvos, pontos fracos que pode explorar para atrair pessoas de Winterfell.
A única coisa que precisamos fazer agora é provar que ele tem os meios e a oportunidade de explorar esses vassalos, um assunto explorado ao longo do restante do Manifesto.

CONCLUSÕES

Não vou insistir no assunto. Os pontos principais deste ensaio:
Eu gostaria de dar um passo para trás e trazer novamente à tona Nicolau Maquiavel, sobre quem discuti em Gênio Maquiavélico. Se você se lembra, estabeleci a noção de que Stannis e o famoso pensador italiano compartilham muitos dos mesmos princípios políticos e militares.
O que eu acho incrivelmente incrível sobre essa conexão anterior é o seguinte:
Maquiavel é apocrifamente famoso por propor a ideia de falsificar a própria morte para fins políticos.
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2020.01.14 21:18 trebien777 "Antes da Tempestade" FanFic (pt-br)

(Portuguese version from "before the storm"
Anos atrás, em um vasto pedaço de terra banhado pelas ondas do mar, afligido por uma forte nevasca ao norte e poderosas tempestades de areia ao sul…
Andem logo, seus vermes! E aproveitem seu último dia… pois amanhã vocês serão um belo exemplo para todo o novo reino que estaremos criando!
Um cavaleiro com pesadas armaduras negras e vermelhas, segurando uma alabarda escoltava três prisioneiros vestidos com roupas sujas e rasgadas, acorrentados por pesadas algemas de ferro nas mãos e nos pés. Junto a ele, outros cinco cavaleiros impediam-nos de fugir - ou de qualquer pessoa chegar perto.
Eu não pretendo ver esse seu novo reino. Tellor, seu maldito rato!
Uma prisioneira, chamada Rose, cuspiu na armadura vermelha reluzente. Ela possuía longos e encaracolados cabelos negros. Andava um pouco torta e estava extremamente magra, devido aos vários dias de confinamento na prisão.
Os outros dois prisioneiros olharam calados e de cabeça baixa, já cansados e enfraquecidos pela falta de comida e sono - além de uma certa tortura - na qual foram submetidos nos últimos dias.
Tellor limpou o cuspe de sua reluzente armadura, enquanto os três prisioneiros passavam pela cidade. Mas não era uma volta qualquer. Eles não estavam sendo apenas transportados. Estavam sendo exibidos… como um troféu.
Atrás deles, uma grande multidão os observava. Homens, mulheres, crianças e idosos. Alguns os olhavam com pena, outros com tristeza. Muitos nem tinham coragem sequer de olhá-los nos olhos e permaneceram de cabeça baixa.
Mas a multidão não era composta apenas de aldeões. Muitos soldados estavam segurando alabardas no meio da multidão de aldeões desarmados.
Um dos prisioneiros, chamado Hugo, falou. Estava um tanto mais magro, mas ainda conservava boa parte de sua musculatura - apesar da idade e da privação de alimentos advindos do cárcere.
Alguns aldeões tentaram chamá-los de traidores, mas eles não conseguiam. Abriam suas bocas, mas não conseguiam xingá-los. Não depois de tudo o que eles haviam feito pelo reino. E mesmo com os soldados olhando feio para eles…
Isto porém, irritou profundamente Tellor, que parecia estar perdendo a compostura e dava claros sinais de que daria ordens aos seus soldados muito em breve.
Os prisioneiros perceberam isso, e era hora de interferir. Ou haveria um banho de sangue em meio à praça pública. E desde a queda do antigo rei, não havia mais misericórdia, seja para mulheres, idosos ou crianças.
O terceiro prisioneiro, chamado Resskaell, se moveu os poucos centímetros que pôde e gritou o quão alto ainda tinha forças para fazê-lo. Ele era alto e forte, com cicatrizes no rosto e espalhadas pela sua densa musculatura - esta ainda coberta por sangue fresco, devida à sua última sessão de tortura.
Inspirados pelas suas palavras, a multidão começou a xingá-los - enquanto lágrimas escorriam de suas faces. E muitos não tinham força sequer para olhar para eles - ou mesmo ficar em pé…
Tellor ficou extremamente contrariado dos gritos ofensivos dos aldeões serem tão fracos… e estarem misturados a choro, lágrimas e ranger de dentes. Mas decidiu apenas devolver os prisioneiros à prisão. Afinal, o grande dia deles seria apenas amanhã…
Saindo da praça pública, com diversas casas de modesta arquitetura, eles se dirigiram à prisão.
Úmida, fétida e bastante ampla. Mas praticamente vazia. Os outros presos haviam sido executados nos dias anteriores - e eles seriam os últimos. O prato principal entre todos os desafetos do novo governante.
Os cavaleiros jogaram os três em uma longa e espaçosa cela, visto que todas as outras estavam imundas e já habitadas por ratos e baratas, isso sem contar o sangue. E como eles estavam algemados, suas vidas deveriam ser preservadas - ao menos até o dia de amanhã.
Os guardas trancaram a cela na qual se encontraram, e além desta outra grande e maciça porta de ferro sólido, que ligava ao andar superior - e a única saída.
Havia também uma pequena janela que ligava á superfície pela qual passava a luz do sol… mas esta era um pouco mais alta, e era impossível qualquer pessoa passar por ela. Acima dela, quatro guardas bem armados faziam a vigília, e a única coisa que se podia ver do lado interno era uma árvore de tamanho colossal. O resto da cela era feita de rocha pura.
Os guardas trancaram a cela e a porta de ferro, enquanto os três foram deixados a sós - após muitos dias de cárcere.
O sol rapidamente se pôs, enquanto a fraqueza foi batendo o corpo cansado dos três. Mesmo no chão de pedra úmido e frio, os três adormeceram.
Durante a madrugada, enquanto ainda dormiam, sangue escorreu pela parede. De maneira rápida e silenciosa, os quatro guardas que faziam ronda frente à pequena janela foram mortos. Uma pessoa em um manto marrom, com o rosto coberto e uma lâmina ensanguentada, empurrou o corpo caído de um dos guardas e liberou a janela da cela. E ela tinha algo em suas mãos.
Resskaell rapidamente despertou de seu sono, após uma gema ser atirada em sua cabeça.
Um pouco de luz da lua iluminava a cela. Ao acordarem, eles se depararam com chaves para as algemas em seus braços e pernas, além de uma gema vermelha e dois papéis enrolados.
Um deles foi dado à Rose, que prontamente entendeu a mensagem após eles se livrarem das algemas.
Resskaell procurou no chão, e encontrou o lugar sinalizado por Rose.
Ela segurou a gema em uma das mãos, e na outra segurou a raiz da árvore. Rose sussurrou diversas palavras, e enquanto concentrava sua mana, a rocha do chão e das paredes da prisão tomaram a forma de um golem.
Não foi o processo mais rápido, nem o mais silencioso. Mas agora já não havia nenhuma parede os prendendo. E ao terminar, o golem ganhou braços e pernas, além de ganhar uma vida temporariamente. Do outro lado, porém, a grande e majestosa árvore estava completamente seca. Toda sua energia vital havia sido drenada para o golem.
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2019.09.14 18:14 buldinlink Tipos de Aparelho Ortodôntico

Hoje em dia, existem muitos tipos de aparelho ortodôntico disponíveis no mercado. Cada qual com sua função. Os fixos servem para “consertar” oclusões dentais mais complexas, enquanto os móveis reparam pequenos detalhes e/ou complementam o tratamento com o fixo. Para saber qual é ideal para você, é preciso procurar um ortodontista. Nas primeiras consultas, o profissional vai fazer alguns exames radiográficos e analises faciais e de sorriso para determinar qual é o mais indicado.

Tipos de Aparelho Ortodôntico: conheça o funcionamento de cada um

Tipos de aparelho ortodôntico: Aparelho Ortodôntico Convencional

São os mais conhecidos. Porém essa fama não é positiva. Além de ser muito chamativo por conta das “borrachinhas coloridas”, o convencional é um dos tipos de aparelho ortodôntico mais desconfortáveis que existem. O atrito causado dificulta a movimentação dentária, o que torna o procedimento muito doloroso. Por isso é tão comum ouvir pessoas que confessaram ter dificuldades para comer.
Outros pontos a serem levados em conta:
→ Tratamento longo
→ Pouco higiênico, porque as bactérias encontram nas borrachinhas o lugar perfeito para proliferar
→ Expansão da arcada limitada, o que pode significar extrações dentárias

Tipos de aparelho ortodôntico: Expansor Palatino

O expansor palatino é responsável por fazer correções da região do céu da boca. Expande a maxila, o que aumenta a área total da arcada inferior ou superior. Pode corrigir mordidas cruzadas posteriores, consertar e reposicionar dentes tortos e encavalados. O foco desse aparelho acessório é para o público mais jovem, pois os adultos, em grande parte das vezes, acabam precisando de cirurgia.
Outros pontos sobre ele:
→ O paciente precisa evitar mastigar alimentos sólidos e duros, pois isso pode alterar a morfologia
→ Precisa ser ativado periodicamente, o que aumenta o número de visitas ao especialista

Tipos de aparelho ortodôntico: Aparelho lingual invisível

As peças deste aparelho ficam coladas atrás do dente, o que é ótimo para quem preserva a estética. Apesar de parecer muito vantajoso, não é todo mundo que pode usar, porque é mais delicado. Outro ponto negativo é que o custo é alto.

Tipos de aparelho ortodôntico: Aparelho Ortodôntico Autoligado

O autoligado é um dos tipos de aparelho ortodôntico que mais oferece vantagens. Por não ter borrachinhas, é mais estético, fora que o atrito causado é menor, o que potencializa o tratamento. É uma das opções mais modernas no mercado, perfeita para quem quer alinhamento dentário rápido, discreto e com um ótimo custo-benefício.
Conheça 10 vantagens de uso do aparelho ortodôntico autoligável

Tipos de aparelho ortodôntico: Aparelho Dental Móvel

O aparelho móvel é usado para corrigir pequenas imperfeições ou para complementar o tratamento com fixo, garantindo que os dentes não saiam do lugar. O uso pode prejudicar a fala e não é tão discreto, pois o fio de metal que ajuda a “conter a movimentação” é bem aparente.
A parte positiva é que é mais fácil manter a higiene bucal em dia, pois é possível retira-lo da boca. Em contrapartida, por esta mesma razão, é preciso ter muito disciplina para o uso correto. Caso não, os dentes podem entornar novamente.
Entenda quando o aparelho móvel é indicado.

Tipos de aparelho ortodôntico: Alinhadores transparentes

É uma outra opção para quem quer corrigir pequenos detalhes no sorriso ou finalizar o tratamento com o fixo. A diferença é que os alinhadores transparentes são moldados com base na dentição de cada paciente, o que os torna mais discreto, confortáveis e não prejudica a fala. Os pacientes que optam por esse tipo de aparelho ortodôntico pode tirá-lo algumas vezes ao dia, o que facilita, principalmente, a escovação.

Entenda o motivo do autoligado ser a melhor opção

Entre os tipos de aparelho ortodôntico, o aparelho autoligado da New Evolution, desenvolvido com base na mais moderna tecnologia, é o melhor e vamos te explicar os motivos:
♦ Mais estético
O New Evolution é totalmente transparente, dos braquetes ao fio, portanto o tratamento será praticamente imperceptível.
♦ Mais rápido
O sistema autoligado não causa tanto atrito dos braquetes com os dentes, por isso a movimentação é potencializada. Se não houver complicações durante o tratamento, o tempo de uso varia entre 12 e 24 meses, dependendo da gravidade da oclusão.
♦ Mais confortável
Como a movimentação é mais fácil por não ter tanto atrito, não é doloroso quanto o aparelho convencional fixo.
♦ Mais segurança
As peças do aparelho ortodôntico autoligado New Evolution são altamente resistentes, por isso, dificilmente você precisará ir ao ortodontista porque algo deu errado.
♦ Menor número de consultas
O fio usado pelo New Evolution é termoativado e por estar em constante calor da boca, realiza a movimentação por muito mais tempo, o que acaba diminuindo o número de manutenções. Usando o New Evolution, você precisará ir a 40% menos consultas do que usando o convencional.
♦ Possui um ótimo custo-benefício
O autoligado estético é um dos tipos de aparelho ortodôntico que mais vale a pena, porque oferece muitas vantagens, em um tempo médio, com um preço justo.
♦ Oferece os melhores resultados
Os antes e depois do New Evolution são impressionantes. Em pouco tempo, é possível fazer mudanças significativas no sorriso.
♦ Mais higiênico
Os tipos de aparelho ortodôntico que não possuem ligaduras elásticas, as “borrachinhas”, são muito mais higiênicos, porque dificultam o acúmulo de bactérias.
♦ Menor risco de extração de dentes
O sistema autoligado promove maior expansão na arcada dentária, o que dificulta a necessidade de extração para facilitar a movimentação dos dentes.

Complete o tratamento com o New Aligner

New Aligner é um alinhador desenvolvido pela New One. Com ele, o tratamento será ainda mais discreto e mais confortável. Ao usar um alinhador transparentes sua saúde bucal é garantida, o que vai evitar cáries e outros problemas bucais originados por uma má escovação.
Assim que terminar o tratamento com o New Evolution, pergunte ao seu ortodontista se é possível usar o alinhador transparente da New One no lugar da contenção.

Encontre um ortodontista credenciado New Evolution

Um dentista de confiança é essencial para realizar o tratamento dentário com tranquilidade. Converse com o profissional sobre os aparelhos da New One e deixe que te indique qual é o mais adequado para sua necessidade.
Encontre profissionais credenciados que trabalham com o New Evolution e com o New Aligner.
LEIA MAIS: https://newevolution.odo.bblog-cliente/tipos-de-aparelho-ortodontico/
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2019.09.04 17:03 mgramigna4L O Espaço Entre os Espaços

A história reportada a seguir é baseada em acontecimentos reais. Por ser um experimento confidencial, os nomes e a localidade foram ocultados ou alterados.
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Já passavam das duas da manhã e os cientistas estavam cansados. Dr. Gama e Dr. Omega estavam há exatos 756 dias preparando este teste e há cinco dias sem dormir mais do que vinte minutos. A cápsula temporal os levaria até três minutos e trinta e três segundos no passado, em uma sala de segurança, onde observariam a si mesmos por um tempo até voltarem até sete minutos e cinquenta e seis segundos no futuro.
Os dois haviam idealizado o projeto da máquina do tempo há tantos anos que isso, de alguma forma, nem parecia mais algo surreal. Era, simplesmente, banal o fato de que Gama e Omega estavam prestes a ir contra as leis da física de vez e provar que, de alguma maneira, Einstein estava errado.
Omega era o mais velho dos dois. Não era casado, mas já foi um dia. A esposa pediu o divórcio quando o projeto foi aprovado pelo governo. Ela argumentava, e depois gritava, que ele nunca deu mínima para ela e os filhos de verdade e, por isso, aceitou a clausura que é a instalação onde vive hoje. Ela estava certa. O cientista não fazia ideia de que o filho mais novo havia morrido em um acidente de moto e que a filha mais velha acabara de dar à luz ao seu primeiro neto. Mas é como foi dito, ele não se importava.
Gama foi o aluno mais brilhante que passou pela classe de Omega. Ele era, não tão incrivelmente, mais inteligente que o professor. Órfão de pai e mãe, o rapaz foi criado pelos avós, já falecidos. Nunca namorou, ou mesmo se relacionou com alguém por mais de cinco minutos. Tudo que importava em sua vida era o trabalho e a ambição pelo poder, algo que ele tentava ocultar, miseravelmente, do seu mestre. O jovem PhD raramente teve alguma ligação com o “mundo exterior”. Seu laboratório era o único bem material que importava para ele.
– Nós não temos mais tempo a perder. – Exclamou Omega.
– Acalme-se, professor. Há uma probabilidade de 99,863 % de obtermos sucesso.
– São esses 0,137 que me preocupam, garoto.
Depois de todo esse tempo trabalhando juntos Omega ainda tratava Gama como um inferior. Era a única forma que o velho via para mascarar a inveja que ele sentia do brilhantismo do ex-aluno. Ele sabia que o rapaz era muito melhor do que ele em qualquer aspecto que importava. E, por isso, ele receava pelo o que o prodígio poderia vir a se tornar. Além de também ter certeza que o garoto era um sociopata. Os rumores que ouviu sobre o garoto na época da faculdade só podiam ser verdade. Mas é como foi dito antes, Omega não se importava muito. Ele certamente se arrependerá de não ter dado a devida atenção a isso antes.
Já estavam prestes a começar o procedimento. A cápsula do tempo não era tão pequena. Haviam assentos no interior, arranjados em um círculo, disponíveis para cinco pessoas.
Omega foi o primeiro a entrar pela escotilha superior da cápsula. O velho não conseguia esconder sua ansiedade. Dois anos e vinte e seis dias de trabalho que ele fingia não estar contando. Ele já estava tão estressado que até os pelos da sua barba haviam começado a cair. Omega, um dia, já foi um jovem e ambicioso empreendedor que largou a faculdade para fundar uma startup de tecnologia. Quase faliu a si e aos sogros, foi obrigado a voltar aos estudos e se dedicar à vida acadêmica. As frustrações dos fracassos acumulados ao longo de sua vida tiravam mais seu sono do que qualquer outra coisa.
Já Gama entrou com calma na cápsula. Não estava ofegante como o professor. Aliás, nunca esteve. O jovem que antes nunca havia se interessado por nada, ou ninguém, teve um breve momento de humanidade aparente quando conheceu Linda há exatos 749 dias. Ele a seguia por todos os cantos, sabia seus modos, seus costumes, a anatomia de seu sorriso. Ele esteve com ela nos últimos sete dias antes da clausura voluntária e até parecia estar feliz.
A cabine estava vazia com apenas os dois cientistas ali. Parecia errado, parecia impuro, mas eles estavam preparados. O experimento já ia começar.
Apertaram os cintos, viraram todas as chaves e alavancas necessárias e a única coisa que faltava era pressionar o grande botão vermelho. Gama e Omega se olharam.
– Dr. Omega, eu acho correto que–
– Nem pense nisso, garoto. – Disse Omega interrompendo o rapaz e imediatamente pressionando o grande, e ameaçador, botão vermelho.
E ele pensou que isso seria uma boa ideia. Imediatamente se arrependeu da decisão. Omega nunca havia visto Gama com um olhar raivoso, aquela foi a primeira vez e isso o deixou assustado. Toda ideia da cápsula do tempo, a criação da partícula Fermi e a idealização do projeto em si, tudo partiu de Gama. Omega apenas se aproveitou de seus antigos contatos empresariais, alguns nomes que conhecia no governo e sua inata habilidade de parecer mais inteligente do que realmente é. Nunca o jovem reclamou, Omega até achava que ele era grato por, de certa forma, se apossar da sua ideia. Naquele momento Gama sentiu ódio e Omega pôde perceber.
Tudo corria normalmente, era possível ver o lado de fora através das pequenas janelas. Os raios azuis ricocheteavam pelas paredes de concreto e logo formariam o domo de energia em volta da cápsula. Omega estava eufórico, de felicidade por tudo estar correndo bem e também de temor pelo o que Gama faria assim que retornassem.
Algo começou a mudar…
Um estranho cheiro de amônia infectou pelo ar, os raios do lado de fora que, em todos os testes, sempre foram azuis se tornaram amarelos. Algo estava errado. Dentro da cápsula, uma esfera de energia também amarela se formou bem no centro.
Omega estava preocupado.
Gama estava fascinado.
Nenhum deles sabia a causa da anomalia, e isso poderia significar o fim do projeto, de todo esse tempo de trabalho, e de suas vidas.
O olhar de Gama era algo significativo no momento. Ele estava gostando daquilo. Isso era algo inconcebível para Omega. O discípulo controlador e meticuloso que ele conhecia estaria revoltado pelo experimento não sair como o planejado. Gama olhou dentro da esfera e viu o caos. Omega não sabia naquela hora, mas o Caos olhou de volta para ele.
A esfera começou a se expandir exponencialmente emitindo um alto som, como o de uma larga turbina. Omega, desesperado, gritou palavras aleatórias inaudíveis para Gama. O rapaz se livrou de seu cinto de segurança e se levantou. Enquanto andava em direção à esfera de energia, Omega gritou novamente, mas dessa vez uma palavra monossilábica, ainda inaudível.
Gama foi atingido pela superfície expansiva da esfera e jogado contra a parede da cápsula. Uma forte explosão luminosa cegou Omega por 37 segundos. Retornando aos seus sentidos, olhou para o seu lado direito e viu o parceiro caído, desacordado e com um enorme corte escorrendo sangue na testa. Eles estavam parados no mesmo lugar.
Nada havia mudado.
Ainda atordoado, passando os olhos pela cápsula, em seu lado esquerdo, Omega, por um instante pensou estar delirando, não acreditava em seus próprios olhos. Uma terceira pessoa estava ali. Uma mulher, aparentando ter de trinta a quarenta anos, negra, de cabelos cacheados e castanhos, vestindo uma roupa de segurança extremamente igual à dele, porém com uma letra grega diferente bordada no lado esquerdo do peito.
Alpha.
– Eu sabia que não devíamos ter nos precipitado assim. Merda… – Disse ela.
– Que porra é essa? Quem é diabos é você?! – Ao mesmo tempo, perguntou, exclamou e questionou Omega.
– Como assim, Dr. Omega? Que tipo de pergunta é essa? – Ela demonstra genuína surpresa com a reação do colega.
– Quem é você? Como você surgiu? De onde você veio? – Ele age de forma hesitante. Se não estava tremendo antes, agora ele estava.
– Ok, a anomalia gerada durante o teste deve ter lhe causado algum dano neural. Você está se sentindo nauseado? Teve alguma falha na visão, ou audição? Consegue se levantar? Você por acaso olhou diretamente para a anomalia? – Perguntou ela, tão rápido que não era possível para alguém conseguir assimilar, enquanto se levantava para dar assistência ao colega.
Uma pessoa havia aparecido do nada dentro da cápsula e agia como se o conhecesse há anos. Ela estava visivelmente cansada e estressada, como ele. Omega tentava disfarçar, mas estava exposto na sua expressão a angústia que sentia naquele momento. Gama permanecia desacordado.
– Você não está me reconhecendo mesmo, não é? – Alpha questionou sinceramente, andando em direção à Gama.
Omega apenas respondeu com um olhar.
– Alpha. Dra. Alpha. Física de Cordas. Parceira de laboratório. Estou aqui há dois anos, vinte e seis dias e sete horas.
Ele ainda não tinha a mínima ideia do que estava acontecendo. O teste final havia dado errado. Seu colega estava desacordado e uma pessoa que nunca viu na vida estava na sua frente, olhando nos seus olhos, e alegando ser uma outra colega de trabalho que sempre esteve ali.
Mas ela estava?
Será que o estresse de Omega estava tão alto nos últimos dias que, simplesmente, deletou da memória a existência de Alpha? Ele não tinha certeza de mais nada, mas uma terceira cientista faria todo sentido, claro. Em um projeto desse tamanho, com essa importância faria sim todo sentido que o próprio governo nomeasse um profissional de confiança deles para participar também.
O que não fazia mais sentido era, por que estavam apenas os cientistas sozinhos em uma instalação daquele tamanho? Sem seguranças, sem profissionais de manutenção, sem serviços, já que o projeto era tão importante assim.
Só Gama poderia confirmar ou contradizer seu pensamento.
Mas ele ainda estava desacordado.
– Vamos tirá-lo daqui. – Disse Omega.
Eles o levaram para a enfermaria. Haviam dezenas de macas extremamente ensanguentadas lá. O sangue estava jorrado até pelas paredes.
– O que aconteceu aqui? – Perguntou Alpha. – Onde está todo mundo?
– Havia– Omega hesitou. Respirou fundo. – Havia alguém aqui? – Perguntou ele tentando soar minimamente são.
– Sim. Bem… Não. Não sei, na verdade. – Disse ela incerta, pela primeira vez.
– Você acabou de me dar todas as respostas possíveis. – Ele disse com um inquietante tom de ironia na voz.
– Estou confusa. Talvez tenha sido o incidente.
– É, talvez. – Omega estava cada vez mais desconfiado. – Vamos colocá-lo em algum lugar e depois checar as imagens do circuito interno de segurança. – Ele disse tentando desviar a atenção dela.
– É uma boa ideia. – Concordou Alpha.
Alpha limpou um dos leitos tirando os lençóis sujos de sangue e substituiu por novos e ainda lacrados na embalagem enquanto Omega ainda carregava o colega desacordado.
Eles tentaram aplicar soro intravenoso em Gama, mas nenhum dos dois cientistas tinha esse tipo de treinamento. Erraram a veia algumas vezes até desistirem. Deixaram algumas garrafas de água mineral em uma bandeja ao lado da cama do rapaz. Limparam a ferida que, estranhamente, já estava fechada. Todo o sangue que estava no corte era apenas o que estava na superfície da pele.
Não será uma boa sensação acordar sozinho em uma enfermaria naquele estado, mas era a única opção naquele momento.
Por alguns instantes, a presença de Alpha não parecia mais algo tão estranho para Omega. Era como um estranho corte de papel em um dos dedos, que você não se lembra mais de onde surgiu e não se incomoda mais por ele estar ali. Se tornou natural.
Ao chegarem na sala de segurança, mais sangue. As coisas continuavam a não fazer mais sentido. Mas a cada minuto que se passava, a estranheza se tornava comum para eles.
Omega era o expert em tecnologia ali. Não que precisasse disso para operar um sistema de segurança primário como aquele, mas mesmo assim tomou a frente na situação. Alpha estava de pé analisando os doze monitores aos mesmo tempo, enquanto o colega procurava pelos arquivos.
– Vamos começar pelas gravações de cinco dias atrás. – Disse ele.
– É um bom começo. – Respondeu.
As imagens mostravam a instalação repleta de funcionários, desde limpeza, seguranças, assistentes, cozinheiros, Gama e Omega, mas nada de Alpha.
Ambos estavam apreensivos. Ela tinha certeza que sempre esteve ali. As filmagens mostravam o contrário, confirmando a hipótese dele. Após alguns minutos analisando as imagens, tentando encontrar algum rastro de Alpha naquela instalação todas as câmeras de segurança falharam por um breve momento e todas as pessoas da instalação desapareceram. Todas. Incluindo Gama e Omega.
E foi quando aconteceu.
Alpha apareceu pela primeira vez nas imagens de segurança. Sozinha dentro do prédio, vivendo e convivendo como se tivesse a companhia de todos.
As imagens falharam novamente.
Ela desapareceu.
Gama e Omega reapareceram.
– Quem é você? – Ele fez a pergunta errada.
– Eu- Antes que Alpha terminasse, Omega a interrompeu.
– NÃO! Eu perguntei: QUEM. É. VOCÊ?
– EU NÃO SEI, OK? – Respondeu ela completamente irritada. – Eu não sei… – Alpha abaixou seu tom, mas sem demonstrar fraqueza. Não tirou os olhos dos monitores por um segundo enquanto falava. – Eu me lembro de tudo. De tudo.
Silêncio.
Omega se levanta lentamente, começa a andar, inquietamente, de um lado para o outro enquanto a suposta colega continua encarando as telas como se fosse encontrar alguma solução naquelas imagens. Ele se afasta quietamente e tenta alcançar a porta.
Alpha não consegue entender. Nada daquilo faz sentido. E ela continuava se fazendo as perguntas erradas. A pergunta certa?
O que aconteceu com as outras pessoas que estavam lá?
Claro.
Ela não se perguntou aquilo no momento. Sua crise existencial, e talvez pela primeira vez essa expressão é usada literalmente, tomava toda sua atenção enquanto Omega, aquele salafrário, a trancava na sala. Ela nem percebeu. Se virou e foi direto ao quadro branco de avisos. Alpha não conseguia encontrar o apagador e começou a escrever por cima de todos os recados.
Omega foge. Como o covarde que é, como sempre fez na vida. Ele tinha que encontrar Gama e juntos eles tinham que dar um jeito nela. Em tudo. Em todos os erros que cometeram. Eles tinham que reativar a máquina do tempo e impedirem a si mesmos de criarem o projeto. Ele planejava mesmo voltar dois anos no passado.
Alpha está tão concentrada calculando que nem se deu conta do que aconteceu. E é quando a ideia a atinge. Quase de forma cartunesca, a epifania, aquela clássica sensação de “eureca” e Alpha conclui que ela e aquelas versões de Gama e Omega são de realidades diferentes.
– Claro! – Exclamou.
Era só uma hipótese, mas ela tentava provar com cálculos que estava certa.
– Ok, faz todo sentido. – Ela disse se afastando do quadro e o olhando a distância. – Ok. OK. OK. – Ela repete indo e voltando em direção ao quadro.
Alpha começa a desenhar duas elipses paralelas e entre elas uma pequena bola preta. Ela explica:
– Ok, essas são nossas duas realidades. Ligeiramente distintas, correto? Aqui é onde estamos. Espremidos entre elas. Presos em algum tipo de limbo. Um espaço entre os espaços. Uma não-realidade. Uma não-existência. Ok? Ok. Mas o que causou isso?
Ela se afasta novamente. Olha e volta e não encontra Omega. Fica confusa por poucos segundos, mas no fim entende. Ele estava assustado. Mas também pudera. Óbvio que ela também estava, mas agora talvez haveria uma solução.
A cientista retorna às imagens do circuito de segurança em um dos monitores. Ela retorna ao momento que as imagens falharam pela primeira vez e analisa frame a frame para ter uma visão minuciosa do que realmente aconteceu.
Ela encontra.
Em apenas um frame.
Uma falha acontece e (quase) todas as pessoas que estavam na instalação desaparecem. Ela se vê novamente interagindo com pessoas que não estavam lá. Ela não admitiria isso, mas isso a abala.
Seu pai sempre dizia que a saúde mental é, talvez a coisa mais importante da vida. Algo extremamente subestimado, mas o homem de vida simples que a criou sozinho sempre zelou para que a filha estivesse bem psicologicamente.
Alpha adianta para o dia do teste. Ela percebe uma similaridade na interferência que ocorreu na imagem ali e no dia da primeira falha. Depois de ver e rever esse trecho, ela encontra na falha um frame sobreposto. Ela se aproxima para ver melhor. Todos os monitores se desligam ao mesmo tempo e religam imediatamente. Aquela única imagem está sendo exibida em todos eles, formando um quebra cabeça. Alpha vê as várias pessoas que estavam na instalação se comportando de maneira muito estranha. As imagens não têm áudio, mas os funcionários andam, correm de um lado para o outro. Alguns ainda aparentando um pouco de consciência prestam assistência e os levam à enfermaria. É quando acontece. Todos os corpos explodem, mas também é como se todos eles fossem apenas bolsas de sangue. Não há sinal de ossos, órgãos, carne, pele. Apenas sangue.
Alpha está chocada. As imagens voltaram ao normal. Ela não se lembra do que viu ali.
– A energia temporal resultante foi tão grande que reverberou dias antes. – Ela se indagou. – É bem possível que as duas realidades tenham executado o experimento ao mesmo temp--PORRA! – Ela mesmo se interrompe quando chega à uma conclusão final.
Coincidência, não?
Gama havia acabado de acordar quando Omega chegou à enfermaria.
– Garoto, você não vai acreditar.
Ele o atualizou sobre a situação. Contando a sua versão da história, no caso. Tentando manipular o garoto. Usando seus artifícios de um quase charlatão. Focando em partes nebulosas e inconsistentes da história. Era nas brechas entre realidade e uma quase ficção que ele trabalhava. Queria convencê-lo, a qualquer custo, de que o que fizeram é errado e que deveriam dar um fim em Alpha. Ela era o paradoxo, ela era causa de tudo. Se ela não tivesse aparecido, tudo teria dado certo.
O comportamento de Gama já deixava Omega desconfiado, mas aquele silêncio se tornava assustador. Não que fosse incomum. O rapaz sempre foi quieto e, como disse antes, nunca teve muitos amigos. Omega operava na suposta sociopatia do rapaz. Os rumores de que Gama era um estuprador, ou até um canibal se espalhavam pela faculdade, na época, como chamas em um campo de centeio. Nada confirmado, mas as pessoas são más e gostam de ferir os outros. Era no suposto ponto fraco do rapaz que Omega tentava cutucar.
Enquanto ainda falava, Omega notou que os olhos de Gama emitiam luz e se tornavam amarelos. Não como um anêmico, mas como uma fonte luminescente radioativa. Um líquido espesso e negro escorria pelos seus orifícios faciais.
Gama abriu a mão magra como uma lâmina afiada e atravessou o peito de Omega.
– Eu sei. – Ele disse. – De tudo.
Sua fala e expressão completamente apáticas carregavam um peso emotivo escondido nas entrelinhas. Ele realmente sabia de tudo. Ou é isso que acreditava.
Alpha viu tudo aquilo pelos monitores do circuito interno de segurança. Foi nesse momento que ela percebeu que estava trancada lá dentro. Ela já sabia a solução para a falha, mas primeiro precisava sair dali. Mas ela estava na sala de segurança.
Infelizmente não haviam muitas armas lá. Isso não era exatamente um problema para ela, já que seu pai a ensinou a atirar quando era criança e sempre incentivou que ela soubesse se defender.
Alpha se armou. Não até os dentes, isso seria ridículo.
Uma escopeta e um revólver. Ela não queria se aproximar de Gama, então a escopeta era apenas para abrir a porta.
Alpha tinha plena convicção de que a única forma de reverter a falha é resetar a máquina do tempo, forçando um reboot daquela não-linha temporal. Gama ainda estando entre ela e o laboratório era um empecilho. Mas agora ela tem um revólver.
Ela anda lentamente para não despertar muita atenção. Não quer fazer muito barulho. Mas, estranhamente, a instalação parece encolhida e não demora muito para encontrar Gama no corredor. Alpha para e dá o primeiro tiro ainda a uma certa distância. Gama desvia desaparecendo e reaparecendo, poucos metros à esquerda, em um piscar de olhos, como um frame perdido, similar às falhas nos vídeos. Ele continua se movendo em direção a ela e vice-versa.
Alpha dá o segundo, terceiro, quarto, quinto tiro. Sem sucesso. Gama a segura pelo pescoço e a ergue facilmente. Sua força é absurda. Ela dá o último tiro à queima roupa na cabeça dele. Dessa vez a bala falha ao tocar a têmpora de Gama como se houvesse uma barreira.
Gama quase sorri. A gosma que sai pelos seus orifícios faciais é incessante e já mancha seus dentes de preto. Ele estende a mão direita. Repetindo o movimento de quando assassinou Omega, quase como um ritual. Curiosamente, naquele momento, Alpha ainda conseguia se perguntar, “Qual o propósito disso tudo?” Se por “isso” ela se referia ao infortúnio específico que passava, ou à vida em si, nós nunca saberemos.
Quando estava próximo a atravessar a barriga dela, ele falhou. Como um frame perdido. Foi a única vez em que esboçou uma expressão real.
Sua mão falhou.
Exatamente da mesma maneira que a bala em sua têmpora. Uma barreira também a protegia. Alpha entendeu e sorriu. Ela socou diretamente, de baixo para cima, o queixo de Gama com extrema força. Ele se desvencilhou e caiu no chão. Aquele murro teve um enorme impacto e fez um barulho inimaginável para apenas um golpe físico. Alpha sabia que não tinha muito tempo. E enquanto isso ele desacreditado gritava.
– NÃO É POSSÍVEL! ELE OLHOU PRA MIM! ELE FALOU COMIGO! EU SOU O AGENTE DO CAOS!
Alpha deu-lhe mais um soco no rosto e o lançou contra a parede. Um chute entre as pernas para terminar o serviço e correu. Ela sabia que só o tinha deixado mais irritado. Mas foi tudo tão divertido.
O que antes parecia ter encolhido, agora corredor parecia interminável, mas era só uma ilusão. Mesmo com a vantagem era possível vê-lo se aproximando.
Ela entrou no laboratório, ainda meio desajeitada e trancou as portas. Os computadores estavam sempre ligados, então ela automaticamente iniciou a sequência de limpeza de dados e preparou o reset.
Gama explodiu as portas expandindo sua barreira de proteção. Ela se tornou um domo eletrificado de luz amarela e ele flutuava lá dentro. Alpha entrou rapidamente na cabine do tempo, pois considerou que era o lugar mais seguro ali. Ledo engano.
A máquina estava quase em potência máxima quando o campo de força e Gama começou a despedaçar as paredes da cabine.
Ela explodia em pedaços e era possível ver Gama, com a face completamente consumida em gosma negra. Alpha apertou o botão.
Uma forte explosão luminosa cegou Alpha. Ainda era possível ouvir o grito de Gama abafado por aquele forte som de uma larga turbina enquanto aquela não-realidade se desfazia junto com ele.
Alpha fechou os olhos, mesmo não fazendo a menor diferença. Não havia nada para se enxergar. O som se dissipou e a cientista começou a recobrar os sentidos. Um cheiro de amônia havia sobrado no ar e um ruído agudo vindo de trás da cabeça a impedia de se recompor completamente.
Ela estava lá.
Sozinha.
De volta à instalação deitada em sua cama. Ela se levantou.
Olhou em volta e voltou à rotina, como se nada tivesse acontecido. Interagindo normalmente com pessoas que não estavam lá.
Alpha sabia que era melhor viver assim.
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2019.07.08 06:04 mohmentira saudosas tardes na casa de veraneio

Estive aqui pensando que se ainda tivesse meu memory card camuflado do Playstation seria um ótimo presente para os dias de hoje. Souvenir, como chamam. Besteira, não mais o tenho. E o cinza é feio, é da cor do videogame. Passo a maior parte do meu dia pensando se de repente Suzana ainda pensa em mim, se de repente sente ciúmes. Em determinado momento do dia lembro que não conheço nenhuma Suzana. Jozielzinho hoje quase me fez dar um escândalo GRANDE quando percebi que havia gastado dinheiro no meu cartão. Passei mais de duas horas achando que teria que estornar todas as minhas doações para streamers de Tetris Online na Twitch TV. Felizmente consegui estornar as compras que Jozielzinho fez ao invés de minhas doações. Não é porque é meu filho e passa fome que vou deixar de presentear os responsáveis pelo meu entretenimento. Jozielzinho pode muito bem pedir dinheiro no sinal. Jogadores de Tetris são ímpares. Quando me pus a refletir sobre as sortes dos mesmos... Já pensou? Conseguir encaixar todas aquelas peças jogando aleatoriamente? Sim, porque do contrário, se jogassem atentos ao que acontece no jogo, nos primeiros 37 segundos cansariam. Eles simplesmente dominaram a arte da sorte no jogo! Fico me perguntando quanto tempo até alguém inventar a modalidade blindfolded do jogo. Jozielzinho é uma graça, quis dizer como se assistir às partidas de Tetris não fosse algo empolgante. Sempre torço para que acabem o mais rápido possível. Com esses profissionais da sorte sempre me dou mal nas apostas que faço. Geralmente aposto em menos de 3 segundos, e geralmente todo o dinheiro que junto em uma aposta. Nunca ganhei, mas sempre perco por pouco. Sempre horas, nunca dias ou meses. Pus Jozielzinho de castigo por conta dessa blasfêmia ao esporte. Pendurei-o de ponta cabeça por dois dias e meio, e agora que ele se aquietou pergunto-me se já devo tirá-lo de lá. Ah, dane-se, vou deixar para o mês que vem. Jozielzinho... Filho meu e de minha namorada. Web-namorada, sendo mais específico. Nunca nos vimos. Mas a sustento como posso, talvez um dia a consiga trazer para cá. Tem sido mais difícil desde que ela me mandou Jozielzinho. Desconfio até mesmo que possa não ser meu filho de sangue, seu nariz é um pouco diferente do meu e do de sua mãe. Rebesvalda o nome dela. Conheci no site de sinuca online. Mora no interior. Nunca conversamos muito então não sei muito mais o que dizer. Uma vez ela me mandou uma foto do pênis dela, era enorme. Fico me perguntando como as mulheres conseguem viver. Deve ser um incômodo tremendo. Vez por outra eu reparo que meu mindinho da mão esquerda treme. Isso me faz achar que eu possa estar gripado ou talvez que amanhã tenha 50% de chance de ser um dia ímpar. Perdi. Sabia que escolher um dia de um ano não-bisexto resulta em 50,96% de probabilidade de esse dia ser ímpar? E que se o ano for bisexto a probabilidade muda para 51,09%? Pois é, eu sei que não sabia. Sim, eu sei que deveria ter ficado calado.
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2019.06.23 06:40 fidanza97 saudosas tardes na casa de veraneio

Estive aqui pensando que se ainda tivesse meu memory card camuflado do Playstation seria um ótimo presente para os dias de hoje. Souvenir, como chamam. Besteira, não mais o tenho. E o cinza é feio, é da cor do videogame. Passo a maior parte do meu dia pensando se de repente Suzana ainda pensa em mim, se de repente sente ciúmes. Em determinado momento do dia lembro que não conheço nenhuma Suzana. Jozielzinho hoje quase me fez dar um escândalo GRANDE quando percebi que havia gastado dinheiro no meu cartão. Passei mais de duas horas achando que teria que estornar todas as minhas doações para streamers de Tetris Online na Twitch TV. Felizmente consegui estornar as compras que Jozielzinho fez ao invés de minhas doações. Não é porque é meu filho e passa fome que vou deixar de presentear os responsáveis pelo meu entretenimento. Jozielzinho pode muito bem pedir dinheiro no sinal. Jogadores de Tetris são ímpares. Quando me pus a refletir sobre as sortes dos mesmos... Já pensou? Conseguir encaixar todas aquelas peças jogando aleatoriamente? Sim, porque do contrário, se jogassem atentos ao que acontece no jogo, nos primeiros 37 segundos cansariam. Eles simplesmente dominaram a arte da sorte no jogo! Fico me perguntando quanto tempo até alguém inventar a modalidade blindfolded do jogo. Jozielzinho é uma graça, quis dizer como se assistir às partidas de Tetris não fosse algo empolgante. Sempre torço para que acabem o mais rápido possível. Com esses profissionais da sorte sempre me dou mal nas apostas que faço. Geralmente aposto em menos de 3 segundos, e geralmente todo o dinheiro que junto em uma aposta. Nunca ganhei, mas sempre perco por pouco. Sempre horas, nunca dias ou meses. Pus Jozielzinho de castigo por conta dessa blasfêmia ao esporte. Pendurei-o de ponta cabeça por dois dias e meio, e agora que ele se aquietou pergunto-me se já devo tirá-lo de lá. Ah, dane-se, vou deixar para o mês que vem. Jozielzinho... Filho meu e de minha namorada. Web-namorada, sendo mais específico. Nunca nos vimos. Mas a sustento como posso, talvez um dia a consiga trazer para cá. Tem sido mais difícil desde que ela me mandou Jozielzinho. Desconfio até mesmo que possa não ser meu filho de sangue, seu nariz é um pouco diferente do meu e do de sua mãe. Rebesvalda o nome dela. Conheci no site de sinuca online. Mora no interior. Nunca conversamos muito então não sei muito mais o que dizer. Uma vez ela me mandou uma foto do pênis dela, era enorme. Fico me perguntando como as mulheres conseguem viver. Deve ser um incômodo tremendo. Vez por outra eu reparo que meu mindinho da mão esquerda treme. Isso me faz achar que eu possa estar gripado ou talvez que amanhã tenha 50% de chance de ser um dia ímpar. Perdi. Sabia que escolher um dia de um ano não-bisexto resulta em 50,96% de probabilidade de esse dia ser ímpar? E que se o ano for bisexto a probabilidade muda para 51,09%? Pois é, eu sei que não sabia. Sim, eu sei que deveria ter ficado calado.
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2019.01.04 03:04 l4y3r8 [DATA] Trabajo de QA (Quality Assurance) Manual y Automation

El comentario que publiqué en un post sobre búsqueda laboral generó muchas consultas. Por lo visto a varios les interesó, asi que hago este post para resumir toda la información que publiqué y también respondí en preguntas que me mandaron por mensaje.
Si entraste a este post y no sabes de que corno estoy hablando, pegale una leida. En resumen: estoy dando una guia para conseguir un laburito piola, comodo y bien pago. Hay que ponerse a estudiar en casa, pero no es tanto y vale la pena (equivalente a rendir 1 o 2 finales para la facultad). Lo que si, es excluyente en el 90% de los casos, saber Inglés. Mas abajo lo detallo mejor.
Escribí esto de una sola pasada, asi que a medida que me vaya acordando de cosas, voy a ir updateando el post principal y agregando la data que vaya respondiendo de las consultas que surjan.
Todo lo que explico en este post, no aplica por igual a todas las empresas de informática. Hay algunas que exigen mucho mayor nivel de conocimiento tecnico (como el caso de Despegar . com que solo contrata gente estudiando carreras relacionadas o recibidos). Y hay muchas otras, que con tener estos conocimientos bien sabidos, podes formar parte de un proyecto sin problemas.
Si alguien del rubro está leyendo esto y encontró algun error o tiene algo para aportar, dejenló en un comentario asi lo sumo.
UPDATE Agregados los aportes de los comentarios hasta el viernes 4/1/2019 7:50pm CTRL+F "aporte de" para buscar los updates 






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2018.08.13 04:20 sartrejp Café de pe a pa.

Viendo comentarios he notado que no soy el único "adicto" al café, por eso este post.
Si te gusta el café instantáneo ya podés dar downvote y salir porque lo que voy a describir es un laburo bárbaro que no se justifica en tu caso.
Pasado esto te cuento como empecé yo. Un día acompañé a mi mujer a una dietética (esas casas que venden cosas naturistas, cereales y demás) y vi que tenían café verde. Como el café me gusta pensé que podía probarlo y, si realmente adelgazaba, bienvenido sea, compré 100 grs y me fui a casa a preparar un te de café verde.
Si alguien lo probó entenderá que adelgazás porque es tan horrible que no te dan ganas de comer nada en un buen rato. Para no tirarlo se me ocurrió tostarlo a ver que pasaba, y acá, mis virtuales amigos, comienza la peripecia.
Después encontré que es más barato (mucho más) comprarlo en ML. Ahora pago 150$ el kilo, la dietética te pide 45$ los 100 grs.
Hay que ver de donde viene el café también, pero la mayor producción del mundo viene de Brasil y la mayor cantidad de especie de café cultivada es arábiga. En definitiva, casi todos los cafés son lo mismos y cambian con el tostado. Colombia o etiopía, filipinas, pueden marcar alguna diferencia.
El tostado del café es tan sencillo que asusta. Parece que no puede ser que sea tan elemental y desconfiamos de la sabiduría popular o de la cultura.
Los granos tostados no duran mucho, en una semana ya deberían consumirse (digo porque te venden uno tostado 3 años antes) saaalvo, que estén torrados (tostados con azúcar). Los mexicanos lo inventaron cuando se iban a trabajar al campo y se llevaban sus granos tostados, hoy en día Españoles y Argentinos tomamos la mayoría del café así, tostado con azúcar. Personalmente prefiero el tostado sólo, también a tener en cuenta el tostado con azúcar hace que el grano sea más brilloso, y más duro, por lo que si usas molinillo, las cuchillas se desgastan más rápido.
Bien, ya tenemos el café verde, podemos tostarlo con:
- Máquina para tostar café (lo ponés, lo sacás, no hay ciencia),
- Máquina para hacer pochoclos (si es de aire caliente vale como una máquina de tostar café, si no es de aire vale como sartén),
- Sartén
- Horno
La máquina para tostar café tira aire caliente en los costados inferiores haciendo circular el café así logra un tostado parejo. Las máquinas que hacen pochoclos hacen lo mismo.
Si lo hacés con horno tiene que estar bien caliente (250 ºC),ponés una capa de granos de café verde en una asadera, cada cinco minutos abrís la puerta y lo sacudís/agitás un poquito. Así hasta que esté listo (más o menos 20 minutos).
Si lo hacés con sartén ponés una capa de café verde y con una cuchara de madera revolves o removés los granos continuamente para que no se quemen en un punto y queden sin tostar en otro. Lleva 15 minutos más o menos, con la hornalla bien fuerte.
Cuando comienza a tostarse el grano aumenta de tamaño (por el calor), se libera el agua (o se evapora) y se cristaliza el azúcar.
A medida que vayas tostando el crecimiento no va a ser claramente perceptible, pero al volverlo al recipiente lo vas a notar.
Al evaporarse el agua el grano suena, esto es mucho muy importante. Se escucha un "crack" como si se hiciera un pochoclo, medio parecido pero nada que ver, vas a escuchar continuamente el ruido. Ese ruido indica que comenzó el tueste, si lo detenemos ahora va a ser muy suavecito. El tostado va avanzando y el grano oscurece. Vamos a notar que algunos granos se ponen brillosos, esa el azúcar que se carameliza y los aceites del café que supura o algo así. Sigue el tostado, los granos se oscurecen y, para mi, este es el mejor momento para parar, antes que se ennegrezcan.
Seguís con el tostado y vas a escuchar un segundo crack. Ahí llegás al tostado francés (muy negro el grano) y después empieza a tomar gusto a quemado. Al hacer el café tiene gusto como a ceniza, que no es del todo desagradable, pero no es el sabor buscado.
EN EL PROCESO DE TOSTADO SE HACE HUMO. Además del olor bastante agradable (a hierbas primero, a café después) vas a ver que sale humo. Si vivís en un departamento de new york de las series yankis y tenés detector de humo, no lo hagas abajo del detector porque va a ser una catástrofe.
Si querés torrar el café (cosa que no recomiendo) cuando ya casi decidiste sacar los granos, les agregás más o menos un 10% del peso de los granos en azúcar y removés con una cuchara de madera.
Listo el proceso lo tirás enseguida en un colador de fideos (si es de metal mejor) y los hacés girar un rato. Así se van a enfriar y detener el tostado y separar la cascarilla que queda en el grano final. Un leve soplido ayuda a que la cascarilla vuele, así que si estás afuera, mejor.
Yo guardo lo tostado en un frasco que supo ser de mermelada o algo así. Alcanza para una semana más o menos.
Tenemos los granos tostados, ahora a molerlos.
Los molinillos rondan los mil pesos. Hay de 400 unos básicos, ruidosos y que tenés que sostener mientras muelen porque se mueven. Igual andan.
Los de manija con cajoncito, además de artesanales y de buen gusto para el diseño, no usan cuchillas que se desafilan sino que realmente lo muelen. Una procesadora también puede cumplir la función, o una mini pimer o, lo más antiguo en el mundo del café (y mi método), el mortero. Tengo uno de madera y va bárbaro para moler cada vez que necesito.
Los brasileros que cosechan su café usan unos morteros gigantes hermosos, pero manejan otras cantidades.
Teniendo el café molido, llegó la hora de prepararlo, acá vienen las mil opciones de cafetera, yo me refiero a las más comunes, después si querés comprarte un sifón japonés (es una cafetera hermosa como adorno) allá vos.
- Filtro de tela: Es casi perfecto. Ponés el agua a 90ºC, la taza abajo, café en el filtro, tirás agua sale café. Buen sistema, barata, un lujo.
Media vuelta de tuerca más. Ponés en una taza el café y el agua, dejás reposar 4 minutos y eso lo pasás por el colador a otra taza.
- Volturno o Italiana: Una base abajo donde va el agua, en el medio un filtro de metal donde va el café molido y arriba otro recipiente donde queda el café. Es de lo mejor que hay. No me convence la idea de que hierva el agua para hacerse el café.
- Común barata con filtro de café: a medio camino entre las dos anteriores. Hierve el agua, sube por un tubito y cae sobre el cafe, pasas por el filtro de papel y cae en la jarra de vidrio. Es buen sistema.
- Esspreso: Son buenas, muy buenas. Más caras que chico bobo.
- Prensa francesa: Para mi es la mejor opción. Cuando los especialistas catan café usan un sistema similar al dela prensa francesa. Es una jarra de vidrio, ahí va el café y el agua (por las dudas primero se pone un poco de agua caliente -calculo que para que no sea muy brusco el cambio de temperatura para el vidrio-). El agua a unos 85/90ºCSe deja reposar unos 4 minutos y luego se presiona un émbolo que arrastra una rejilla de metal que lleva los restos de café para abajo, quedando arriba el líquido listo para servir.
(Es buena también si te gusta tomar te en hebras -otro vicio que si probás no vas a entender porque siempre tomamos esos te de mierda-).
Bueno, hasta aquí en resumidos pasos mis conocimientos acerca del café, si tienen alguna duda preguntan que ̣~~invento o googleo~~ que si puedo respondo.
Salud!
EDIT 1: Café en ML porque en la dietética te roban.
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2017.11.18 21:14 fidjudisomada [Post-Match Thread] Taça de Portugal 2017/18, 4.ª Eliminatória: SL Benfica 2-0 Vitória FC

BENFICA NOS OITAVOS DA TAÇA COM ASSINATURA DOS MÉDIOS
Com um golo em cada uma das partes, o Benfica bateu o Vitória de Setúbal por 2-0 no Estádio da Luz, avançando para os oitavos de final da Taça de Portugal. Os golos tiveram a assinatura de dois médios de ataque: Cervi (25') e Krovinovic (81').
Mantendo o figurino tático dos últimos jogos, que se traduz no reforço das pedras sobre a zona central do meio-campo (Samaris, Pizzi e Krovinovic) e entrega do eixo do ataque em permanência a uma unidade (Jonas), o Benfica deu o pontapé de saída na partida e logo mostrou pressa e vontade de perfurar a defensiva do V. Setúbal, na perspetiva de enfiar a primeira bola na baliza.
Confiantes, seguros e rápidos na circulação de bola com amplitude, os jogadores do Benfica foram tentando combinações para criar desequilíbrios, aproveitando a projeção ofensiva dos laterais Douglas (à direita) e Grimaldo (à esquerda).
De uma incursão de Rafa pelo flanco direito nasceu a primeira oportunidade de golo da partida. A bola viajou, rasteira, do pé direito do camisola 27 até ao espaço que Krovinovic preenchia sobre o lado esquerdo da área. O croata ajeitou o esférico e disparou, forçando Cristiano a uma defesa difícil. Estavam decorridos apenas seis minutos de jogo.
Somando cantos à esquerda e à direita, as águias procuravam o golo de todas as formas. Na sequência de um desses lances de bola parada, Luisão quase marcava. Bonilha, porém, substituindo o seu guarda-redes, levou a cabeça à bola e negou o festejo ao capitão benfiquista.
O V. Setúbal era, neste período, uma equipa bem organizada e posicionada, mas pouco certeira no processo de saída de bola. O Benfica mandava e encostava o adversário à sua grande área. E o golo, o primeiro do desafio para os encarnados, aconteceu com naturalidade.
Aos 25', Pizzi bateu um canto na direita; a bola seguiu rente à relva para o interior da área sadina, Luisão abriu as pernas e deixou-a passar, ficando redonda para o tiro de pé esquerdo de Cervi, que estava plantado, sem vigilância, à entrada da área: 1-0.
Em vantagem, o Benfica baixou um pouco o ritmo, mas em nenhum momento perdeu o controlo dos acontecimentos. Porém, o jogo tornou-se menos vistoso nos derradeiros minutos do primeiro tempo.
Mais espevitado e ousado no início do segundo tempo, o V. Setúbal criou então algumas dificuldades ao conjunto benfiquista, embora Krovinovic (56'), na resposta, tenha feito um remate que só não redundou em golo na baliza sadina porque Cristiano se estirou e repeliu o esférico.
Bruno Varela, de volta à baliza dos encarnados, teve de dizer "presente" em dois momentos aos 62', sustendo tentativas de Arnold e Semedo, e ainda aos 80', arrojando-se aos pés de João Amaral, com o central Jardel a colaborar igualmente na resolução do engulho.
Já com o jovem Keaton Parks a manobrar na zona central do meio-campo – em estreia absoluta, saltou do banco para render Pizzi (71') –, o Benfica alcançou o 2-0 aos 81'. Cervi, pela esquerda da área sadina, comandou a ameaça e depois, com um passe curto, assistiu Krovinovic, que disparou de primeira e colocado de pé direito, sentenciando o apuramento dos encarnados.
RUI VITÓRIA: "ESTE LOTE DE JOGADORES DÁ-NOS GARANTIAS"
Rui Vitória analisou o jogo da Taça de Portugal com o V. Setúbal, que redundou na passagem do Benfica para os oitavos de final após triunfo por 2-0.
"Uma partida bem disputada, em que uma equipa sabia que ia ficar pelo caminho. Entrámos fortes, dinâmicos. Marcámos um golo e poderíamos ter feito mais. Na segunda parte controlámos o jogo, marcámos mais um golo. A vitória é justa", afirmou.
Uma vez mais, depois de Guimarães, o Benfica voltou a entrar em 4x3x3. O técnico mostrou-se satisfeito com a dinâmica do coletivo, mas lembra que há detalhes a afinar.
"Para este jogo tínhamos a ideia de jogar neste sistema de 4x3x3. Ainda há nuances a melhorar, mas era para aí que queríamos ir. O que há a realçar é o seguinte: jogando com um ou com outro jogador, com um ou dois avançados, a equipa deu resposta e interpretou bem o que queríamos", elogiou.
Neste sistema, Jonas é a referência ofensiva. Foi-o em Guimarães e agora, com o V. Setúbal, voltou a sê-lo. Rui Vitória explicou o que pode ganhar a equipa.
"Em Guimarães utilizámos o Jonas na frente de ataque. Tem um faro enorme pelo golo, que centraliza a atenção dos centrais adversários e os jogadores que estão perto dele têm outra amplitude, nomeadamente o Pizzi e o Krovinovic. Hoje não marcou, mas tem muita qualidade", esclareceu.
Para esta partida foram operadas várias alterações no onze inicial. "Temos um lote de jogadores em que todos têm capacidade de jogar. Infelizmente só podem jogar 11. Mudámos jogadores para este jogo e deram boa resposta em campo. O futebol e a época são feitos de ciclos. Os jogadores dão-nos garantias para os jogos que aí vêm", assegurou.
E completou: "As alterações têm a ver com vários aspetos. A equipa que jogou, fora o Samaris, esteve a trabalhar connosco durante a semana das seleções; o Keaton trabalhou na posição 6, mas preferi o Samaris, porque o contexto era diferente."
Durante a análise ao jogo da Taça de Portugal, Rui Vitória recordou que a época é longa e que a gestão do grupo de trabalho tem de ser feita com critério. "Quando chegamos ao final da época percebemos que todos tiveram oportunidade. Uns jogam mais do que outros, mas quem entrou neste jogo respondeu bem. Infelizmente tenho de deixar alguns de fora, mas os jogadores têm de dizer presente nos momentos que aparecem, e têm-no feito", disse.
Dois dos que tiveram oportunidade de se mostrar ao técnico foram Rafa e Douglas. As prestações foram positivas. "Eu ou qualquer treinador temos esta visão: todos os jogadores têm oportunidade de jogar, uns mais do que outros. O que digo é que todos têm oportunidade de jogar, só resta aproveitar. Gostei da prestação que Rafa e Douglas tiveram. Corresponderam à expectativa que tinha para eles neste jogo", admitiu Rui Vitória.
Também Bruno Varela voltou a ocupar a baliza encarnada depois do desaire no Bessa. Não sofreu golos e esteve seguro.
"Qualquer jogador do Benfica pode ser titular a qualquer momento. Esta é a minha forma de trabalhar. Ao longo da época há oportunidades que surgem mais cedo ou mais tarde. Quando escolho os jogadores estou à vontade porque o faço em consciência", revelou.
A finalizar deu conta do estado clínico de Samaris. O grego foi substituído no decorrer do encontro com os sadinos.
"Não acho que seja grave o que se passa com o Samaris. Sentiu um incómodo e preferimos tirá-lo de jogo", referiu.

Coisas e Loisas

  • Bruno Varela regressou à baliza do Benfica dois meses depois. Desde a derrota por 2-1 no Bessa que o internacional sub-21 não jogava pelos encarnados. É a 1.ª vez que defrontou a sua ex-equipa, o V. Setúbal, onde fez 30 jogos na época passada.
  • Rafa voltou a ser opção um mês depois (V 0-1 Olhanense, Taça). Há 2 meses que não atuava na Luz como titular. O último jogo nessa condição tinha sido na Taça da Liga frente ao SC Braga (1-1).
  • Franco Cervi nos últimos 4 golos pelo Benfica, abriu sempre o marcador: 23 Set. 17 V. Setúbal 2-0 Taça; 18 Nov. 17 P. Ferreira 2-0 Liga; 13 Mai. 17 V. Guimarães 5-0 Liga; 29 Dez. 16 P. Ferreira 1-0 Taça da Liga.
  • Franco Cervi marcou o 1.º golo fora da área ao serviço do Benfica (9 golos). Raio-X dos golos: 8 dentro da área; 1 fora da área; 7 pé esquerdo; 1 pé direito; 1 cabeça; Na sequência de... 7 bola corrida; 2 canto.
  • Pizzi fez a 6.ª assistência para golo esta temporada, é o rei das assistências do Benfica em 2017/18. Desde que chegou ao Benfica em 2014 já soma 36 passes para golo e iguala Nico Gaitán (desde Julho 2014).
  • Emprestado pelo Benfica, João Teixeira, defrontou o seu clube de origem. O jovem médio fez 2 golos esta época, um deles frente ao Pinhalnovense na última eliminatória.
  • Keaton Parks é o 28.º jogador utilizado por Rui Vitória em 2017/18. Desde Fredy Adu (18 anos), que marcou na estreia pelo Benfica, aos 90+3' vs. Estrela Amadora (Taça da Liga), que os encarnados não jogavam com norte-americanos.
  • Filip Krovinovic estreia-se a marcar no Benfica, não marcava em jogos oficiais desde 29 Abril (Nacional). É o 4.º croata a marcar pelos encarnados: 28 Sokota; 5 Stanic; 1 Kalaica; 1 Krovinovic.
  • Cinco jogos depois (25 anos) o Benfica volta a derrotar o V. Setúbal na Taça de Portugal: 2017 SLB 2-0 VFC, 4E; 2005 SLB 1-2 VFC, Final; 1999 VFC 2-0 SLB, 5E; 1995 VFC 2-0 SLB, QF; 1992 SLB 0-0 VFC, QF.
  • Há dois meses que o Benfica não vencia com uma margem folgada sem sofrer golos: 18 Nov. 17 Benfica 2-0 V. Setúbal, Taça Portugal; 23 Set. 17 Benfica 2-0 Paços Ferreira, Liga.
  • Sempre que Franco Cervi marca e o Benfica vence (8 ocasiões), os encarnados nunca sofrem golos. Apenas no jogo entre o Benfica e o Besiktas (Set. 2016) e com um golo aos 90+3' de Talisca não permitiu um registo impressionante (em 9 golos marcados, só sofreu em 1 jogo).
  • Excluindo as provas europeias, o Benfica está no melhor registo consecutivo de vitórias nesta temporada (5) e ultrapassa o arranque da época (4 vitórias consecutivas): 2-0 V. Setúbal; 1-3 V. Guimarães; 1-0 Feirense; 1-3 Desp. Aves; 0-1 Olhanense.
  • Sempre que o Benfica defende o título da Taça de Portugal (26 vezes), os encarnados chegam pelo menos aos 1/8 final.
  • Franco Cervi marca e assiste pela 1.ª vez desde que chegou ao Benfica em 2016/17. Nesta temporada só Jonas tinha marcado e assistido no mesmo jogo e por 3 ocasiões (SC Braga, Belenenses e V. Guimarães).

Eleição do MVP

Talking Points

  • Qual foi o jogador que mais se destacou com a camisola do SL Benfica? Nessa nota, quem foi a maior deceção?
  • Quais são os aspetos positivos que o SL Benfica pode tirar deste jogo?
  • Enfrentaremos o PFC CSKA Moskva na próxima partida, no VEB Arena, em jogo a contar para a UEFA Champions League. Quais as perspetivas?

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