Ensaio sobre a felicidade é ajudar os outros

Este é o cerne das nossas considerações no texto que apresentamos neste momento: o que significa, de fato, a busca da felicidade para o ser humano, pressupondo de forma antecedente a origem e significado do sentimento denominado de “felicidade”, o sentimento que torna o ser humano mais que especial, mais que diferente de todos os demais ... Aquele que, ao longo da vida, procura ouvir sua consciência e agir de acordo com ela, não se importando com o que os outros acham que é certo, faz crescer s eu estado de felicidade permanentemente. Ela se tornará uma pessoa cada vez mais lúcida e grata pela vida, podendo ajudar a outros a conquistar este mesmo estado. Toda felicidade comemores Tens a VIDA Fácil Ensaio Sobre Ajudar Os Outros filha querida. Continues como és um Fácil Ensaio Sobre Ajudar Os Outros grande sujeito Cidadã de respeito Vou tomar do teu chimarrão e uma taça de vinho. Pego cedo o ônibus. Sem demora estou a caminho. Te amo Tua mãe Cenira de Mello, 07.04.2011 ENSAIO SOBRE A FELICIDADE ... Nem de sentimentos outros, mesquinhos e menores. A felicidade é um sentimento interno, como interna é a centelha divina que nos aproxima do Criador. A felicidade é a caminhada de todos os dias em busca da realização pessoal, profissional e familiar. Este é o cerne das nossas considerações no texto que apresentamos neste momento: o que significa, de fato, a busca da felicidade para o ser humano, pressupondo de forma antecedente a origem e significado do sentimento denominado de “felicidade”, o sentimento que torna o ser humano mais que especial, mais que diferente de todos os demais ... Ensaio: uma coisa surpreendente sobre a felicidade é que tem uma reputação tão ruim. Ontem, eu estava lendo para minha filha mais nova, do livro clássico de Shel Silverstein sobre a poesia das crianças, onde a calçada termina. Chegamos a este poema – que me chamou a atenção, por razões óbvias. A Terra dos Felizes ENSAIO SOBRE A FELICIDADE (OU A FALTA DELA) ... A felicidade é uma máscara de comédia Del”arte que o ser humano teima em usar para esconder a própria farsa. Essa máscara surgiu da lenda acerca da felicidade num passado extremamente longínquo. ... Felicidade era vaidosa, gostava de ajudar todos e se sentia feliz com a alegria dos outros ...

O poço (Filme, Netflix). Minha visão.

2020.03.29 07:42 vityd O poço (Filme, Netflix). Minha visão.

Boa noite brasilienses coronários. Acabei de assistir o filme publicado na plataforma da Netflix de nome "O Poço", e quando fui procurar críticas e curiosidades, acabei me deparando com várias visões (inclusive do próprio diretor) que acredito possuírem precedentes errôneos ou serem demasiadamente superficiais.Devo alertar que haverão spoilers neste texto, mas que ao mesmo tempo o interessante do filme não é observar a conclusão da trama, mas alcançar qual a maneira que o filme argumenta sua tese. Sem mais nem menos, vou seguindo o texto.
Bom, eu comecei a ver o filme achando que era uma série (lol), mas com uns 30min percebi que era de fato um longa metragem. O que me chamou a atenção foi o trailer de abertura que trata de certa maneira filosófica o que se passa factualmente na história. Para tentar dar uma sinopse com mais assertividade que a oferecida na plataforma, o filme trata de um personagem que acorda dentro de uma espécie de prisão vertical, separada por andares, com dois detentos em cada andar. Rapidamente se descobre que a verticalidade do lugar deve-se a forma de distribuição de comida: colocada a partir do topo da instalação e descendo pelos níveis, com paradas de dois minutos em cada estação. A questão é que são tantos andares na instalação que devido a pouca quantidade de comida, não haverá alimentação necessária à todos.
É disto que se trata a premissa inicial do filme. Para aqueles que desejam ainda assistir o filme devo alertar que a seguinte virão opiniões contidas de spoiler e que, segundo a minha interpretação, o filme não deve ser analisado com um olhar econômico, mas metafísico. E para justificar esta visão minha argumentação se seguirá.
O protagonista, o qual se voluntariou a se instalar no "poço", decide que tentará um racionamento de comida na tentativa de manter a todos vivos. Todo o resto da história anterior a esta decisão é simples exposição do ambiente no qual as personagens estão inseridas. Não irei descrever esta etapa, pois aquele que chegou até aqui no texto tem por obrigação ter visto ou ver o filme para compreender o que vou argumentar.
Não entrarei no sentido implícito do destino final do protagonista, mas quero tratar do sentido geral da instalação cadeia e seu discurso social.
É possível ver nas matérias de críticas e notícias sobre o filme que há várias interpretações para o sentido geral e para o final do filme. Entretanto, acredito que a própria opinião dada pelo diretor do filme, no qual não se trata "nem de capitalismo, nem de socialismo", mas que ainda ensaia uma crítica a este último(o socialismo), é de certa forma infundada.
Afirmo isto pela simples premissa, o capitalismo e o socialismo são concepções econômico políticas baseadas em pelos menos duas categorias: economia política e sociedade de classes (sendo esta a consequência da primeira). Entretanto, no filme, não há uma estrutura de produção política nem sequer uma sociedade de classes fundamentada nesta produção. O que de fato existe é uma aleatoriedade que define, como o livro Leviatã diz, o homem como o lobo do próprio homem.
Só que, para não confundir os tratados sociológicos com a visão concebida no filme, é preciso dizer que o ser do filme não é seu próprio predador a fim de conquistar o poder sobre o outro, mas a fim de sobreviver. Este fato traça a linha divisória que impede que o filme seja concebido como uma crítica a estrutura política econômica que define a nossa lógica social.
Se de fato há classes, seriam os encarcerados, a "administração" e os empregados. Isto significa que não há diferenciação entre os encarcerados, já que um privilegiado hoje tem mais chances de ser uma vítima amanhã do que perpetuar seu status, de forma que, nenhum encarcerado possui poder algum sobre uma possível ascendência dentro do "poço".
Portanto, quando o próprio diretor afirma que no discurso do filme há uma crítica ao socialismo onde "o protagonista falha ao matar aqueles os quais tentou ajudar", ele peca por não entender o que define o socialismo e, ao mesmo tempo, por não entender a própria estrutura factual de seu filme.
Mas qual seria uma possível visão mais coerente do filme? Uma visão caridosa e que abdica do reino dos céus ou da realização da liberdade, semelhante a que encontramos dentro do budismo zen (por isto a afirmação de se tratar de um filme metafísico).
Qual a argumentação necessária para se afirmar isto? Bom, são duas. A primeira é de natureza dramática, focada no percurso do protagonista, e a segunda e natureza imagética.
O personagem passa claramente pelo mito de Buda, um privilegiado que para "salvar" e compreender a existência desce de seu principado para ajudar a todos sem esperar nada em troca. Não irei adiante neste tema pois qualquer pesquisa sobre o tema no Wikipédia reforça o comparativo entre as duas histórias.
Já a questão imagética é tratada pelas cores e ambiência do filme. Não há qualquer quadro de uma paisagem ampla e aberta. Tudo é tratado em cores derivadas do cinza chapado e em ambientes hostis e aprisionadores. Isto se coloca como quase uma materialidade onipresente do filme (salvos as filmagens da cozinha). Desta forma, é possível presumir que a ambiência trata do lugar dado para existência humana e sua correlação com o sofrimento ou a impossibilidade de realização plena, tornando o aprisionamento constante em qualquer situação.
Para expandir esta relação, evoca-se o colorido da comida que representa com bastante precisão o desejo "carnal" ou "natural". Este desejo é tratado na filosofia budista como algo natural, mas que é mais capaz de gerar sofrimento ao indivíduo e ao todo que a felicidade quando buscado como um fator que não pode ser abdicado. Fato que é demonstrado quando se observa que se todos tentassem realizar seus desejos ao mesmo tempo, uma disputa feroz logo se daria sobre a humanidade.
A solução do protagonista acaba por mostrar que este modelo de vida e desejo não liberta a ninguém e que é preciso transcender a estrutura dada (motivo pela qual a filosofia zen foi criada), assim ensaiando uma forma de combate ao sofrimento universal.
O ápice desta luta se dá no fim do filme onde a caridade se expressa não somente como a resposta para transcender o problema, mas como o próprio fundamento do combate ao sofrimento. A resolução do protagonista também confirma este certo viés, já que o que importa a este não é a realização de sua tarefa universal, mas sim suas ações.
No fim, nunca se sabe se o poço foi extinto, se as pessoas foram "salvas", mas sabe-se que o protagonista cumpriu seu dever e pode transcender a realidade do sofrimento a partir da caridade e da abnegação.
Para terminar este texto, preciso denotar que a própria visão de sujeitos iguais, mas mutáveis de acordo com a situação, expressa pelo diretor, é uma visão que faz bastante correlação com o sentimento de natureza humana pregado pelo budismo. Assim, esta é a minha visão do porquê o filme não se tratar de um ensaio político ou sociológica, mas sim moral e metafísico, no sentido ético da coisa.
Poderia estender ainda mais as minhas argumentações, mas este texto tem por objetivo apresentar uma outra visão capaz de abranger interpretações sobre o filme e sua importância e precedentes nos tempos em que vivemos.
Deem suas opiniões ;D
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INDIVIDUALISMO x CONTRIBUIÇÃO  TRADER INABALÁVEL 18 de 40 HO`OPONOPONO 60 AFIRMAÇÕES POSITIVAS PARA A FELICIDADE 5º Seminário de estudos sobre a felicidade - Livro X, Ética a Nicómaco (Início) AJUDAR OS OUTROS NOS FAZ MAIS FELIZES? O PREÇO DA FELICIDADE  Acolhimento Familiar de Crianças  MUNDOS DE VIDA Você realmente é feliz? Como a hiper-responsabilidade acaba com a sua felicidade

ENSAIO SOBRE A FELICIDADE (PARTE I)

  1. INDIVIDUALISMO x CONTRIBUIÇÃO TRADER INABALÁVEL 18 de 40
  2. HO`OPONOPONO 60 AFIRMAÇÕES POSITIVAS PARA A FELICIDADE
  3. 5º Seminário de estudos sobre a felicidade - Livro X, Ética a Nicómaco (Início)
  4. AJUDAR OS OUTROS NOS FAZ MAIS FELIZES?
  5. O PREÇO DA FELICIDADE Acolhimento Familiar de Crianças MUNDOS DE VIDA
  6. Você realmente é feliz?
  7. Como a hiper-responsabilidade acaba com a sua felicidade

Um concurso, onde o prémio que se ganha é para ajudar os outros. Bem-vindo ao Preço da Felicidade, quem sabe se não é o próximo a ganhar este prémio. Veja e divulge este pequeno vídeo ... Depois da realização de algumas conferências, publicação do 1º livro sobre o projeto e algumas entrevistas exploratórias a especialistas no tema, surge a necessidade de aprofundar os ... Como a hiper-responsabilidade acaba com a sua felicidade ... ou seja se ninguém corre para te ajudar e só você corre para ajudar os outros, isso já não é o amor pelo próximo, é o medo de ... Ajudar alguém é uma atividade antidepressiva e nos faz mais felizes. Descubra como a neurociência estuda essa ação e como você pode introduzi-la no seu dia a dia. 01:24 Benefícios em ajudar ... HO`OPONOPONO 60 Afirmações positivas para atrair a felicidade 1. Todos os dias, e de todas as formas, sinto cada vez mais alegria e felicidade em minha vida. 2. Felicidade é o meu estado ... A melhor maneira de garantir a sua felicidade é sendo feliz ajudando os outros a encontrarem também a sua felicidade. Portanto, é importantíssimo ter amor próprio, porém não individualismo. Adora ajudar os outros e passar tempo com as pessoas com quem mais se importa. Então, você está basicamente em um lugar perfeito! - Se sua pontuação foi de 145 pontos ou mais, você ...