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Irán: Irán incauta un petrolero extranjero por contrabando de petróleo con 12 tripulantes ... El barco en cuestión fue inmovilizado por los Cuerpos de la Guardia Revolucionaria el pasado domingo ...xRT iiiANDAMOS EN EL FILO DE UNA NAVAJA!!!

2019.07.18 13:29 Surynorte Irán: Irán incauta un petrolero extranjero por contrabando de petróleo con 12 tripulantes ... El barco en cuestión fue inmovilizado por los Cuerpos de la Guardia Revolucionaria el pasado domingo ...xRT iiiANDAMOS EN EL FILO DE UNA NAVAJA!!!

"Los Cuerpos de la Guardia Revolucionaria de Irán han incautado un petrolero de bandera extranjera con 12 tripulantes a bordo, informa la agencia estatal uraní IRNA. Según se detalla, la medida fue tomada porque dicha nave estaba efectuando contrabando de petróleo.
"Se ha incautado un barco extranjero que traficaba un millón de litros de combustible en la isla de Lark, en el golfo Pérsico", cita la agencia un comunicado de a la Guardia Revolucionaria de Irán. Los guardias han precisado que la embarcación incautada es la misma que fue remolcada el pasado domingo, después de transmitir una señal de socorro"
https://actualidad.rt.com/actualidad/321443-iran-incautar-petrolero-extranjero-contrabando-petroleo
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2019.06.14 23:02 williambotter Operadora de petroleiro atingido no Golfo de Omã cita 'objeto voador' e contraria EUA

Operadora de petroleiro atingido no Golfo de Omã cita 'objeto voador' e contraria EUA submitted by williambotter to brasilnoticias [link] [comments]


2019.03.19 02:07 ssantorini Trechos das Histórias de Heródoto que eu salvei quando o li há alguns anos.

Heródoto especula sobre o tamanho dos continentes e cita expedições que tentaram contornar a África.

XLII — Os que descreveram a Líbia, a Ásia e a Europa e lhes determinaram os limites, mostraram-se entendidos no assunto, indicando-lhes as justas proporções. Realmente, a Europa quase iguala em comprimento as outras duas; mas não me parece que lhes possa ser comparada em largura. A Líbia mostra ser envolvida pelo mar, exceto do lado em que confina com a Ásia. Necao, rei do Egito, foi o primeiro, ao que sabemos, a provar isso. Quando renunciou à idéia de abrir o canal que deveria conduzir as águas do Nilo ao golfo Arábico, escolheu experimentados navegadores fenícios e, embarcando-os em seus navios, deu-lhes instruções para que, na volta da viagem que iam fazer, passassem pelas colunas de Hércules, no mar setentrional, regressando dessa maneira ao Egito. Os Fenícios, embarcando no mar da Eritréia, navegaram pelo mar Austral. No Outono, desembarcaram na Líbia, no ponto onde se achavam, e semearam o trigo. Chegada a época da messe, colheram o trigo e fizeram-se novamente ao mar. Depois de dois anos de navegação dobraram as colunas de Hércules e regressaram ao Egito. Contaram, ao chegar, que navegando em torno da Líbia tinham o sol à sua direita, o que não me parece crível(3), embora a muitos possa parecer. Foi assim, pois, que a Líbia tornou-se conhecida pela primeira vez.
XLIII — Contam os Cartagineses que, algum tempo antes dessa aventura, Sataspes, filho de Teáspis, da raça dos Aquemênidas, recebera ordem de fazer a circunavegação da Líbia, não conseguindo, porém, levar a bom termo o empreendimento. Desanimado pela extensão do percurso e aterrorizado com os desertos encontrados pela costa, regressou pelo mesmo itinerário, sem haver completado a tarefa imposta pela mãe.
Sataspes havia violado uma jovem, filha de Zópiro, que era, por sua vez, filho de Megabizo. Estando em vias de ser crucificado por esse crime, por ordem de Xerxes, sua mãe, irmã de Dario, implorou o perdão para ele, prometendo puni-lo de maneira ainda mais rigorosa do que a pena imposta, isto é, forçando-o a realizar a circunavegação da Líbia até o golfo Arábico. Xerxes concedeu o indulto com essa condição. Sataspes dirigiu-se ao Egito, obteve um navio e marinheiros do país, e embarcando, rumou para as colunas de Hércules. Atravessando-as, dobrou o promontório Soloeis e velejou para o sul; mas, depois de haver consumido vários meses na travessia de vasta extensão oceânica, vendo que ainda lhe restava um percurso maior a vencer, tratou de regressar, ganhando o Egito novamente, de onde se dirigiu para a corte de Xerxes. Ali chegando, contou ter visto, à beira dos mares longínquos que percorrera, homenzinhos vestidos com folhas de palmeira, que abandonaram suas aldeias para se refugiarem nas montanhas logo que perceberam o navio; e que desembarcando nessas aldeias nenhum mal haviam feito, contentando-se em lançar mão do gado que teve ao seu alcance. Acrescentou que não completara a circunavegação da Líbia porque seu navio não pudera avançar mais. Xerxes, persuadido de não estar ele dizendo a verdade, manteve sua sentença por não haver ele realizado até o fim a prova imposta, mandando crucificá-lo. Um eunuco de Sataspes, logo que soube da morte do amo refugiou-se em Samos com grandes riquezas, das quais se apoderou um habitante dessa ilha. Não ignoro o seu nome, mas não desejo revelá-lo.
(...)
Costumes dos Citas

"LXXV — Os Citas tomam das sementes do cânhamo e lançam-nas sobre as pedras aquecidas ao fogo. Quando começam a queimar, desprendem grande quantidade de vapor, não havendo na Grécia estufa que o faça de tal forma. Os Citas expõem-se a esses vapores e, sentindo-se atordoados, soltam gritos e fazem imensa algazarra. Esse vapor lhes serve de banho, pois nunca se banham."

(...)

Trecho que relata um comunismo de mulheres:
"CIV - Os Agatirsos trazem quase sempre ornamentos de ouro e são os mais efeminados de todos os homens. Servem-se em comum das mulheres, a fim de ficarem todos sempre unidos por laços de consangüinidade, e para que, formando todos, por assim dizer, uma só família, não fiquem sujeitos nem ao ódio, nem ao ciúme. Quanto aos seus outros costumes, estão muito de conformidade com os dos Trácios."
(...)
Um conselho de Temístocles aos atenienses salvou toda a Grécia.
"CXLIV — Anteriormente a esse seu parecer, Temístocles havia dado um outro que, para felicidade dos Gregos, prevalecera. Havia, no tesouro público, grandes riquezas provenientes das minas de Lauros. Estavam em vias de distribuir a todos os cidadãos dez dracmas por cabeça. Temístocles persuadiu os Atenienses a não fazerem tal distribuição, construindo com esse dinheiro duzentos navios para a guerra — a guerra que teriam de sustentar contra os Eginetas. Essa guerra resultou num grande benefício para a Grécia, porque obrigou os Atenienses a se tornarem bons marinheiros. Os navios assim construídos não serviram para o fim a que eram destinados, mas serviram, muito a propósito, para suprir as necessidades da Grécia com relação à sua força naval. Como já estavam construídos, na ocasião precisa não foi necessário senão acrescentar alguns outros. Assim, num conselho mantido depois da consulta feita ao oráculo, ficou resolvido que, em obediência ao deus, toda a nação, de concerto com os Gregos que a ela quisessem juntar-se, atacaria por mar os bárbaros que vinham invadi-la."
(...)

Heródoto opina que os atenienses foram os principais responsáveis pela vitória sobre os persas
"CXXXIX — Sinto-me levado a expor aqui a minha opinião, e, muito embora me exponha à ira de muitos, não dissimularei o que parece, a meus olhos, a verdade. Se o receio ao perigo que ameaçava os Atenienses lhes tivesse feito abandonar a pátria, ou se, permanecendo na cidade, eles se submetessem a Xerxes, ninguém teria tentado opor-se ao soberano no mar. Se ninguém lhe tivesse resistido no mar, eis o que teria, sem dúvida, acontecido no continente: Ainda que os Peloponésios fechassem o istmo com muitas muralhas, os Lacedemônios não ficariam menos abandonados pelos seus aliados, que, vendo a força naval dos bárbaros apossar-se de suas cidades uma após outra, sentir-se-iam obrigados a traí-los. Sozinhos e desprovidos de todo e qualquer auxílio, morreriam como heróis, depois de terem realizado gloriosas façanhas, ou experimentariam a mesma sorte que o resto dos aliados, ou mesmo, antes de experimentar essa sorte entrariam em entendimento com Xerxes, quando vissem o resto dos gregos bandear-se para os Medos. Assim, num ou noutro caso a Grécia cairia sob o domínio dos bárbaros, pois, obtendo o soberano o domínio do mar, tornar-se-iam inúteis as muralhas erguidas em torno do istmo. Não estaremos exagerando se dissermos que os Atenienses foram os verdadeiros salvadores da Grécia. Realmente, qualquer partido que eles tomassem, este deveria prevalecer. Preferindo a liberdade da Grécia, insuflaram coragem em todos os Gregos que ainda não se haviam manifestado favoráveis aos Persas; e foram eles que, depois dos deuses, repeliram o rei. As respostas do oráculo de Delfos, por mais contrárias e terríveis que lhes tivessem sido, não os persuadiram a abandonar a Grécia. Permaneceram firmes e resolutos, sustentando o choque do inimigo que contra eles se precipitava."
(...)

Pausânias, o espartano que comandava o exército da coalização grega, tomando contato com os luxos deixados pelo general persa Mardônio.
"LXXXI — Dizem que Xerxes, ao fugir da Grécia, deixara a Mardônio os utensílios que trouxera consigo na expedição: vasilhame de ouro e prata e ricos tapetes de diversas cores; e que Pausânias, ao ver essas riquezas, ordenou aos cozinheiros de Mardônio que preparassem um banquete, como se fosse para seu amo. Executada a ordem, Pausânias teve à sua frente leitos de ouro e prata com ricos adornos, mesas de ouro e prata, enfim, a aparelhagem indispensável para um festim esplêndido. Tomado de surpresa ante tão grande fausto e querendo divertir-se, ordenou a seus servos que lhe servissem uma ceia à maneira da Lacedemônia; e ao observar a enorme diferença entre o seu repasto e o que fizera preparar para Mardônio, não pôde deixar de rir. Mandando vir à sua presença os generais gregos, disse-lhes, apontando as duas mesas postas para o ágape: “Gregos, mandei-vos chamar para mostrar-vos a estupidez do general dos persas, que, dispondo de tão boa mesa, aqui veio para privar-nos da nossa, tão miserável”."
(...)

Última citação das Histórias de Heródoto, que teria sido proferida por Ciro da Pérsia:
"os países mais férteis não produzem, ordinariamente, senão homens fracos e efeminados, e a terra que dá belos frutos não produz homens belicosos."
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2018.06.06 15:07 Aziamuth As promised, my essay on why Makalov is a good character, but in spanish so you filthy elitists can't read it haha

Makalov es un personaje que aparece en Fire Emblem: Path of Radiance y en su secuela, Radiant Dawn. Es un mercenario procedente de Begnion, al igual que su hermana Marcia.
Makalov es primero mencionado por Marcia en una conversación de base después de que se una a los mercenarios, aunque no menciona su nombre, estableciendo que “abandonó la guardia real de Begnion por su hermano”.
Su primera aparición de verdad es en el capítulo 14, Entrenamiento, aparentemente trabajando como guardaespaldas para los bandidos que trafican con laguces. Uno de estos bandidos le dice que le pague, a lo que él responde que no puede porque no tiene dinero. Ante esto, el bandido le amenaza y Makalov se pone chulo, pero es todo apariencia, pues en verdad está jodido.
Marcia puede reclutarlo hablando con él. A través de su conversación, descubrimos que Marcia tuvo que abandonar la guardia real por el gran número de acreedores que la acosaban debido a las deudas de su hermano, y lo obliga a unirse al equipo, confiando en que Ike le meta un poco de sentido en la cabeza.
Al inicio del capítulo siguiente, Makalov hace planes para poder trabajar lo menos posible, pero Ike lo oye (porque no sabe hablar en voz baja). Ike le dice que canceló todas sus deudas, pero a cambio tendrá que trabajar para él gratis mucho tiempo, para infortunio de Makalov.
Con todas estas escenas, el personaje de Makalov queda definido: un patán vago que no vale para nada.
En Radiant Dawn, Makalov aparece como miembra de los caballeros reales de Crimea, pero en lugar de hacer cosas de caballeros, se pasa el día en la taberna de Largo y Calill, emborrachándose en pleno día. Varias veces se indica que, si Elincia no fuese la reina, Makalov estaría en el carrer desde hace mucho.
A mí Makalov me da muchísimo asco. Es un ejemplo de lo que no hay que ser. Tiene más defectos que puntos positivos. Es un hijodeputaojalásemuera.
Y, con todo, es un buen personaje.
Este es el apoyo C entre Makalov y Astrid (si Marcia ha muerto):
En esta conversación, podemos ver que Makalov aprecia a su hermana lo suficiente como para llevarle flores a su tumba. Eso significa que le importa la familia, por lo que no es 100% degenerado. Si Marcia no ha muerto, simplemente se las lleva para calmarla. Así solo acentúa que Makalov es un cabrón así que creo que estando muerta es un mejor ejemplo. Astrid, además, obtiene una percepción distinta a la habitual de Makalov. Esta percepción será un elemento importante en el personaje de Astrid.
Así como inciso, otra muestra de que Makalov quiere a su hermana está en su cita al morir:
Al final esta ha sido… mi única predicción acertada. Lo siento, Marcia… He fracasado… como… hermano…
Y en Radiant Dawn:
Vaya, parece que… he perdido la partida… Perdóname, Marcia… He sido un… mal hermano…
Continuando con el apoyo B:
En esta conversación, podemos ver dos cosas:
  1. Makalov es un rastrero patán y manipulador. Pero eso ya lo sabíamos.
  2. Astrid es imbécil y tiene un gusto horrible.
Este apoyo me enfada mucho. Astrid hace una buena obra, pero como Makalov no vale para nada, la hace sentirse mal, y termina por darle un colgante súper caro. Con todo, parece que duda de dárselo, viendo el (…) del final.
Pero siempre hay luz al final del túnel. Ahora el apoyo A:
¿Cómo? ¿Al final Makalov tiene un ápice de moralidad? Así es, por mucho que le pese, no considera justo vender un colgante que le dieron de buenas, aunque tuvieran que reñirle primero. Pese a dicha riña, podría haber vendido el colgante, pero no lo hizo. Y, además, admite que es un patán inútil. Es mucho más que lo que se puede decir de otros. Como Peri, que nunca admite que tiene un problema.
De este apoyo podemos ver que, en verdad, Makalov no es una mala persona. Simplemente tiene la moralidad un poco torcida. ¿Qué pasaría en su casa?
Este apoyo en general también nos muestra el concepto de la percepción. Nosotros sabemos que Makalov es un inútil, porque se nos lo presenta como tal. Sin embargo, Astrid no lo ve así, porque a ella se le presentó como alguien dulce. De ahí su devoción absurda en Radiant Dawn.
Sus otros apoyos son con Haar y Bastian. Lamentablemente, estos apoyos no son tan ricos como el de Astrid, así que los resumiré brevemente.
En el de Haar, lo confunde con un cobrador por su aspecto tosco, pero al final lo admira por su valor, e intenta ser un poco como él (empezando por imitarlo en la siesta).
En el de Bastian, lo confunde con un juglar. Después de que un soldado le dice que es el conde de Fayre, su instinto timador se activa. Lo lleva a apostar a un bar, pero resulta que Bastian es un experto (porque en la corte se juega a un juego similar), causando que Bastian ganase un pastizal y Makalov se quedase sin nada. Al final, llegan a un acuerdo en el que si Crimea gana, le “llenará sus alforjas con tanto oro, que ni un tiro de seis caballos podrá arrastrarlas”, por lo que Makalov le promete que se esforzará a tope.
Por lo tanto, ¿qué podemos concluír?
No podemos decir que Makalov sea buena persona. No podemos decir que se esfuerza por mejorar. Y desde luego no podemos decir que sea un personaje querido.
Y he ahí por qué es un buen personaje.
Está pensado para ser odioso. Y lo hace muy bien. No es como otros personajes que se supone que tienen que ser queridos pero acaban siendo detestados por una razón u otra (AZURA).
No obstante, eso no es todo.
Por su impacto en otros personajes, por desarrollarse adecuadamente (que es adecuado para un personaje que es secundario y opcional en la historia), por tener defectos de verdad y por admitirlos, creo firmemente que Makalov es un buen personaje, pese al asco que me da.
Gracias por la lectura.
Para terminar, citando al usuario de Reddit PenguNL::
Makalov es, de hecho, un buen personaje. Lo que pasa es que no cumple el estándar de chico bonito/edgy de anime para los weebs. No les gustan los personajes que tengan defectos como una persona de verdad.
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2017.06.27 22:40 feedreddit Denúncia contra Temer tem mais provas de corrupção que outras apresentadas por Janot

Denúncia contra Temer tem mais provas de corrupção que outras apresentadas por Janot
by Alline Magalhães via The Intercept
URL: http://ift.tt/2sY5UG6
Desde o início da Operação Lava Jato, nenhuma das denúncias oferecidas pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, recebeu tanta atenção pública e midiática quanto a peça de 60 páginas em que acusa o atual presidente da República, Michel Temer, de ter praticado o crime de corrupção passiva durante o exercício de seu mandato.
Temer e seus aliados, em grande parte tão enrolados em outras acusações quanto o próprio presidente, reagem desqualificando a denúncia, os argumentos e as evidências apresentadas ao Supremo Tribunal Federal por Janot e sua equipe de procuradores.
A denúncia contra o presidente descreve acontecimentos, diálogos, entregas de maços de dinheiro escondidos em malas, com direito a fotos e áudios de conversas entre o presidente, um dos maiores empresários do país e um deputado federal.
The Intercept Brasil analisou outras quatro denúncias oferecidas nos últimos meses pelo procurador-geral da República contra figuras notórias da política brasileira, também acusadas de corrupção: Aécio Neves, Eduardo Cunha, Lula e Renan Calheiros. Nenhuma delas é tão farta de provas quanto a que Janot agora apresenta contra Michel Temer, escorado em índices cada vez mais ínfimos de popularidade, mas ainda com alguma capacidade de manejar um Congresso cheio de rabos presos.
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em abertura de seminário sobre combate à corrupção, em Brasília.
Foto: AFP/Getty Images
Em resumo, o que Janot afirma é que Michel Temer recebeu meio milhão de reais, por meio de Rodrigo Rocha Loures, seu homem de confiança e indicado dessa maneira diretamente pelo presidente a um empresário que buscava ajudas do governo, numa reunião secreta, tarde da noite, em sua residência oficial de mandatário do país.
O dinheiro, afirma a denúncia, “foi viabilizado e repassado, após aceitação, pelo próprio Rodrigo Loures, com vontade livre e consciente, unidade de desígnios e comunhão de ações com Michel Temer, de uma oferta de valores que poderiam chegar ao patamar de R$ 38 milhões ao longo de aproximadamente 9 (nove) meses, [conforme] prometido por Joesley Batista, por intermédio de Ricardo Saud”.
O ponto central de defesa de Temer é que o dinheiro recebido por Loures, de fato, nunca chegou às mãos de Temer e que, portanto, Janot se apoia em “ilações” para fazer essa associação direta.
A denúncia, entretanto, mostra, com base em diferentes gravações, que Loures sempre atuou com respaldo direto de Temer e com a ciência do presidente de que atos ilícitos estavam sendo praticados, a partir do momento em que houve acerto de pagamentos de um percentual sobre valores que a JBS passaria a faturar mediante ações que a administração Temer poderia tomar. Janot argumenta que Rodrigo Rocha Loures, então assessor especial de Temer, não tinha poderes para resolver a questão sozinho e nem poderia lidar com valores tão altos sem que houvesse um aval do presidente.

Renan

O caso do senador Renan Calheiros, um veterano na arte de habitar o imaginário popular da corrupção, é emblemático das diferenças. Na Lava Jato, o senador é alvo de oito inquéritos diferentes sobre supostas práticas do crime. Até aqui, Rodrigo Janot somente conseguiu finalizar uma denúncia contra ele. Nela, o procurador-geral acusa o peemedebista de receber R$ 800 mil da empreiteira Serveng, em 2010, como contrapartida a um contrato bilionário que a empresa conseguiu com a Petrobras para a construção de uma refinaria de petróleo no Maranhão.
Aqui, Janot também constrói sua denúncia com base na associação entre Renan e um emissário – no caso, o deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE). A denúncia parte de declarações dadas em acordo de delação premiada pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. Segundo Costa, ele participou de reuniões chamadas por Aníbal na casa de Renan ou no gabinete do senador no Congresso, o que levou o então diretor “a confirmar que Aníbal era emissário de Renan, agindo e atuando em comunhão de desígnios em benefício desse último”. Mas não há qualquer evidência do teor do que foi discutido nessas reuniões.
A denúncia parte de declarações dadas em acordo de delação premiada pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.Outro detalhe é que os R$ 800 mil de que Renan teria sido beneficiário foram pagos por meio de doação oficial de campanha em uma conta formal do PMDB, registrada no TSE. Embora a Procuradoria esteja adotando em diversos casos o entendimento de que existe corrupção mesmo quando a doação é oficial, mas está atrelada a uma contrapartida do agente público no governo ou no Congresso, é uma base muito mais frágil do que o caso Temer, em que os R$ 500 mil entregues a Rodrigo Rocha Loures não tinham nenhuma relação com contexto eleitoral.
Senador Renan Calheiros durante sessão no Senado.
Foto: AFP/Getty Images
Não há gravação de conversas. A PGR se apoia em uma sequência de datas que evidenciam que a empreiteira Serveng somente conseguiu o contrato depois de doar para a campanha de Renan. “A assinatura da primeira autorização de serviço e a primeira doação da Serveng ao Diretório Nacional do PMDB serem no mesmo dia corroboram todo o esquema criminoso, deixando de ser mera coincidência de datas”, escreveu Janot no caso Renan.
Outro dado usado pela Procuradoria para reforçar a acusação contra Renan é que a empreiteira somente conseguiu o contrato porque foi convidada a disputar a licitação. E, para que o convite pudesse ser realizado, uma mudança cadastral tinha de ser feita para que a empresa aparecesse num nível melhor de qualificação. Essa mudança, segundo as investigações, aconteceu dentro de um intervalo de 50 dias entre duas visitas de Aníbal Gomes a Paulo Roberto Costa, na Petrobras. Renan não participou dessas reuniões citadas pela Procuradoria-Geral da República.

Cunha

A situação de Renan, no entanto, é bem diferente da que envolve Eduardo Cunha na primeira de três denúncias oferecidas por Janot contra ele, quando ele ainda era deputado e tinha o direito a foro privilegiado. Ainda assim, o caso Cunha também não possui tantas evidências como no caso Temer, embora o envolvimento direto do ex-deputado esteja mais bem demonstrado.
No episódio específico denunciado pela PGR, Cunha, hoje um dos recordistas de crimes de colarinho branco no país, foi denunciado por corrupção passiva (2 vezes) e lavagem de dinheiro (60 vezes). No período compreendido entre junho de 2006 e outubro de 2012, o então deputado foi acusado de solicitar e receber propina em razão da contratação pela Petrobras de dois navios-sonda para perfuração de águas profundas na África e no Golfo do México.
Janot acusou Eduardo Cunha e o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró de negociarem uma propina US$ 40 milhões em troca de vantagens contratuais.Janot acusou Eduardo Cunha e o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró de negociarem, por meio dos lobistas Fernando Baiano e Julio Camargo, uma propina US$ 40 milhões em troca de vantagens contratuais. Cunha ficou com US$ 5 milhões do total, segundo a denúncia.
Esse documento, com mais de 80 páginas, é amparado em evidências mais técnicas, que fogem à simples declaração dos envolvidos. Com análise de metadados de sistemas internos da Câmara, por exemplo, a Polícia Federal descobriu que Eduardo Cunha usou uma colega deputada para apresentar requerimentos oficiais de forma a pressionar, de forma velada, as empresas beneficiárias do contrato para que pagassem o suborno combinado.
Então deputado e presidente da Câmara Eduardo Cunha.
Foto: Evaristo Sá/AFP/Getty Images
A PF obteve ainda provas cabais de que Eduardo Cunha se encontrou pessoalmente com Julio Camargo no Rio de Janeiro, com base em dados de torres de telefonia celular e tickets de estacionamentos. A denúncia também usa 14 depoimentos colhidos, incluindo três delações premiadas, para reforçar a acusação. Há ainda extratos de transferências bancárias envolvendo os lobistas e o doleiro Alberto Youssef – mas não há nesse caso nenhuma conta bancária associada diretamente a Cunha. A parte do peemedebista no rateio da propina foi entregue em mãos, via Fernando Baiano. O caso Cunha teve até doação para igreja evangélica no Rio, frequentada pelo ex-deputado. O pagamento foi feito por Julio Camargo, embora ele mesmo nunca tenha pisado no templo. Mas, também no caso Cunha, não há nenhuma gravação no arsenal de provas da PGR.

Aécio

Um caso em que Rodrigo Janot contou com gravações foi o de Aécio Neves, que tem pedido de prisão pendente de análise pelo Supremo Tribunal Federal. O senador afastado é acusado de corrupção passiva e obstrução de Justiça. A denúncia parte de dois elementos: a delação de Joesley Batista, com quem mantinha uma relação de proximidade, e monitoramentos telefônicos feitos com autorização da Justiça.
Mas o principal elemento foi o repasse de R$ 2 milhões em propina da JBS a um primo de Aécio, monitorado por agentes da PF em São Paulo e Minas Gerais. A evidência é tão forte que Aécio sequer nega que houve a entrega do e que os maços de dinheiro eram para ele. O argumento de Aécio é que o dinheiro era parte da suposta venda de um apartamento, e que o dinheiro “antecipado” era para custear a defesa do senador nos outros inquéritos nos quais é investigado na Lava Jato.
O principal elemento foi o repasse de R$ 2 milhões em propina da JBS a um primo de Aécio.O documento de 80 páginas, contudo, expõe vários pedidos de dinheiro de Aécio a Joesley, sem relação com venda de imóvel. Janot cita como uma das contrapartidas a liberação de créditos de R$ 12,6 milhões de ICMS para a JBS Couros e dos créditos de R$ 11,5 milhões de ICMS da empresa Da Grança, adquirida pela JBS na compra da Seara. Em troca, Joesley teria fornecido R$ 60 milhões para empresas indicadas pelo político na campanha de 2014 e outros R$ 17 milhões após a eleição.
Aécio Neves durante o julgamento do impeachment de Dilma Rousseff no Senado, em agosto de 2016.
Foto: Andressa Anholete/AFP/Getty Images
No monitoramento telefônico, Aécio ainda aparece em conversas com o ministro do STF Gilmar Mendes, com o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, e outras figuras da cena do poder em Brasília. Com base nessas conversas, a PGR também acusa o senador afastado de atuar para tentar bloquear as investigações contra ele. Aécio teria, segundo apontam os elementos colhidos na investigação, tentado influenciar a escolha de delegados da PF para assumir inquéritos da Lava Jato, em especial o inquérito aberto em abril deste ano, após delações da Odebrecht, que o investiga por suposta fraude e recebimento de propina nas obras da Cidade Administrativa, quando Aécio era governador de Minas Gerais. Como Temer, Aécio encontra-se reservadamente com Joesley, num quarto de hotel em São Paulo. Na gravação, Aécio pede R$ 2 milhões e indica um emissário de confiança, o primo Frederico Pacheco de Medeiros. O dinheiro não chega efetivamente às mãos de Aécio Neves, já que a operação contra ele estourou antes que isso pudesse acontecer. No caso Temer, ocorre o mesmo. O dinheiro chega ao emissário de Temer, mas a entrega final ao presidente ou a alguma outra pessoa de confiança do presidente não chega a acontecer.

Lula

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Lula da Silva, who faces allegations of involvement in the Odebratch scandal, had his graft probe testimony postponed to May 10. / AFP PHOTO / EVARISTO SA (Photo credit should read EVARISTO SA/AFP/Getty Images)">](http://ift.tt/2rZ5oWQ)Ex-presidente Lula durante seminário promovido pelo PT em Brasília, em abril.
Foto: Evaristo Sa/AFP/Getty Images
Há ainda uma denúncia oferecida por Rodrigo Janot contra o ex-presidente Lula. A maioria dos casos envolvendo o petista é denunciada pela Procuradoria da República nos Estados ou pelo Ministério Público Estadual, já que, desde 2011, Lula não tem mais foro privilegiado. No caso que acabou sendo denunciado por Janot, Lula é acusado de atuar para comprar o silêncio de Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras. Na verdade, o que Janot faz é um adendo a uma denúncia oferecida cinco meses antes contra o ex-senador Delcídio do Amaral, Cerveró e outros envolvidos. A inclusão de Lula no caso se dá a partir de declarações dadas em delação premiada por Delcídio, ex-aliado do petista. Há também registros de encontros entre Delcídio e Lula, mas sem o teor das conversas, em datas que coincidiam com o período em que Delcídio atuava, supostamente sob a orientação do ex-presidente, para tentar silenciar Cerveró e, com isso, proteger o empresário José Carlos Bumlai.
Colaboração: Luiz Leite
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2016.12.11 20:03 felipustero Un dúo fraudulento: organizaciones "humanitarias" y medios de comunicación.

La página web Moon of Alabama 1 nos decía el 27 de febrero de este año 2015 que la organización Human Rights Watch, una supuesta, aunque no real, organización humanitaria, había protagonizado una campaña de propaganda sectaria antisiria. Y es cierto esto que dice, pues Human Rights Watch (HRW) no solo no ha contado lo que realmente ocurría en Siria, sino que ha llevado a cabo campañas de falsificación premeditadas con fines nada honestos. Aquí tienen la que hizo sobre el ataque con armas químicas de Gouta en agosto de 2013, que fue llevado a cabo por mercenarios islamistas impulsados y apoyados por las potencias occidentales y sus dictaduras socias del Golfo con el propósito de culpar de ello al Gobierno sirio y así tener la excusa para una intervención militar exterior, que es lo que realmente se buscaba. Tal y como se hizo en Libia. Esta es su vergonzosa y deplorable actuación:
Human Rights Watch y el ataque químico sobre Siria
Ahora, HRW, nos habla de los supuestos ataques a la población civil con "bombas de barril" por parte del Gobierno sirio. Curiosa chapuza sería esta, la utilización de "barriles bomba", cuando hay medios mucho más destructivos y eficaces que esta vieja arma que sí utilizaba el Ejército estadounidense en sus guerras coloniales, como la llevada a cabo en Vietnam. Curioso es también que el Ejército sirio esté siendo apoyado de una forma como en pocos lugares verán por su propia población y gracias a ello Siria sigue resistiendo ese ataque de batallaones mercenarios con apoyo internacional. No les extrañe que HRW no dé ni muestre ninguna prueba de lo que afirma. Es más, lo que afirma es claramente falso. Como este mensaje enviado por Twitter:
Según HRW el Gobierno sirio lanza bombas de barril sobre esa ciudad de Siria (Kobane), a pesar de la prohibición. Cita al New York Times como fuente de su aseveración. Pero resulta que el propio New York Times publicó esa misma imagen el 12 de febrero de 2015, la organización "humanitaria" lo hizo por twitter el 26, e indicaba que: La ciudad predominantemente kurda de Kobane está devastada después de meses bajo asedio por las fuerzas islamistas y ataques aéreos por la coalición dirigida por Estados Unidos. 2 Aquí tienen la imagen publicada por el New York Times:
Resulta, pues, que no era el Gobierno sirio quien bombardeó y destruyó la ciudad, sino que fueron los mercenarios islamistas y las propias fuerzas militares occidentales. Human Rights Watch queda así al desnudo, una jugosa campaña que tenían preparada para ser difundida resulta que se vuelve en contra como un boomerang, porque tiene los actores contrarios, actores a los que no denunciará HRW. Human Rights Watch lo que sí ha hecho es borrar su tweet, como tantas veces hacen este tipo de organizaciones "humanitarias" cuando son desenmascaradas y pilladas en esta tenebrosa propaganda. Pero esta falsificación no es algo aislado, así tenemos al mismo New York Times que en otro artículo posterior, del 24 de febrero de 2015, hace referencia a un informe fraudulento de HRW de ese martes 24 como fuente de información 4, donde se habla también de ficticios ataques, también con "bombas de barril", sobre Alepo. Veremos como HRW vuelve a insistir sobre esto en mayo y, de nuevo, vuelve a utilizar información y fotos fraudulentas. Para rizar el rizo ya superrizado del fraude, HRW hace mención a ese artículo del New York Times, el que había tomado como referencia su informe también falso, para dar validez a la ya refalsificada falsificación. Si vamos a la "información" comentada de HRW de mayo, del 8 de mayo, sobre Alepo, vemos que utiliza otra vez falsamente una foto, en este caso de Gaza (Palestina), para lanzar acusaciones de bombardeos protagonizados por Assad, el presidente sirio. 5
Imagen del bombardeo a Gaza de julio y agosto de 2014 para acusar al Gobierno de Siria. 5
Denuncia de Adam Johnson, de FAIR.org, a Human Rights Watch por tratar "de pasar los crímenes del Ejército de Israel como bombas de barril de Assad".
Realmente esto es tan malo, como dice HRW en su tweet, pero malo, muy malo, protagonizado por Israel contra los palestinos. Ante estas matanzas reales contra la población civil realizándolas de forma deliberada, ante el genocidio de Israel contra los habitantes de Palestina la postura de HRW, como la de Amnistía Internacional, es completamente diferente, no solo equipara a agresor y víctima, sino que justifica la actuación de Israel y condena en mucho mayor grado a los palestinos. No verán tampoco que pretenda llevar por crímenes contra la humanidad a los dirigentes del Estado de Israel a ninguna corte penal. Ver el siguiente informe para ver este parcial, disparatado e injusto comportamiento de estas organizaciones que se preocupan poco por los derechos humanos y la justicia:
La falta de honestidad de Amnistía Internacional ante el conflicto en Palestina. Tras esta denuncia sobre la falsificación de la foto de Gaza y ante la indignación de la gente que fue conocedora del hecho, vino una supuesta "rectificación". Kennet Roth, director de HRW, tuvo que decir que sí, que aquella foto que ellos habían manipulado era de Gaza, pero para "demostrar" su aseveración de que Assad bombardea con esas imaginarias "bombas de barril", puso una foto del mismo Alepo. Sin embargo, resulta que la foto que mostró Roth corresponde a un barrio de Alepo bombardeado por los islamistas mercenarios, al permanecer ese barrio fiel al presidente sirio Bashar Al Assad.
Kennet Roth, director de HRW, de nuevo llevando a cabo una falsificación sobre Aleppo, cambiando el sentido y la realidad de una imagen de AFP.
Imagen de AFP sobre el barrio de Hamidiyeh en Alepo que resistía el ataque de los islamistas.
Esto decía AFP: Una vista general muestra la destrucción en el vecindario de Hamidiyeh de la ciudad siria norteña de Alepo, mientras los luchadores del comité local, que apoyan a las fuerzas del Gobierno sirio, tratan de defender el tradicional distrito cristiano en el tercer día de intensas batallas con yihadistas de la organización del Estado Islámico el 9 de abril de 2015. AFP photo. George Oufalian. http://www.gettyimages.co.uk/ La estrategia del engaño a la población utilizando la excusa humanitaria ya es habitual y antigua, las organizaciones humanitarias preparan informaciones no contrastadas o sencillamente fabuladas a propósito y los medios de comunicación hacen de caja de resonancia mostrando que si una organización humanitaria lo dice debe de tener credibilidad y veracidad, la población occidental se lo cree todo y después viene la guerra de agresión. Esto hizo el diario español El País el 10 de septiembre de 2013, un medio que claramente apoya a los islamistas vinculados o pertenecientes a Al Qaeda y la guerra de agresión colonial contra Siria. Ver este enlace: El periodismo al servicio del dinero. Esto decían:
"HRW acusa a El Asad de estar detrás del ataque químico en Damasco". "Es la primera organización no afiliada a ningún bando que afirma la responsabilidad del régimen sirio en el uso del gas tóxico".
No obstante, ya hemos visto el informe fraudulento que elaboró Human Rights Watch sobre el ataque químico de septiembre de 2013: HRW Acusa al ejército sirio del ataque químico El 11 de septiembre, un día después de que el informe de HRW fuese publicado, el Equipo de Apoyo Internacional para Mussalaha [ISTEAMS] en Siria publicó su singular e importante análisis de la documentación propuesta por la inteligencia de EE.UU. Habiendo analizado cuidadosamente y concienzudamente los datos, incluyendo un número de imágenes publicadas además en el informe de Bouckaert, el estudio descubrió no solo manipulación generalizada de las pruebas, sino en la tradición de la BBC reportando en Siria, descubrieron que fotografías de las víctimas en El Cairo habían sido descritas como víctimas de un ataque químico en Siria. Este estudio preliminar concluye que ha habido manipulaciones groseras de los medios de comunicación y pide una Comisión Internacional independiente y no parcial para identificar a los niños que fueron asesinados e intenta encontrar la verdad del caso. Este escritor no ha visto ningún documento de HRW que se refiera al estudio de ISTEAMS. 6, 7 Informe completo en el artículo ya indicado: Human Rights Watch y el ataque químico sobre Siria
También vimos este discurso de los medios de comunicación utilizando a las organizaciones "humanitarias", como aquí también a Amnistía Internacional, hace bien poco en Libia, inventándose unos hechos que serían utilizados para acusar a Muamar al Gadafi de atacar a su propia población, denunciando que estaba provocando una verdadera matanza entre su gente, para así disponer a la población occidental al ataque militar extranjero sobre este país. "Las organizaciones de derechos humanos Human Rights Watch y Amnistía Internacional están actuando de portavoz de lo que ocurre en el país, bajo un régimen dictatorial desde hace 42 años. HRW maneja la única cifra con cierta vitola de oficialidad: 233 muertos y un millar de heridos. Pero la cifra podría ser más alta. Fuentes de un hospital de Bengasi han asegurado a Reuters que, sólo en ese centro sanitario, son más de 300 los fallecidos y la FIDH ha dicho que la cifra de muertos se sitúa entre los 300 y los 400". Fuente: Los medios de comunicación y la guerra en Libia.
Amnistía Internacional y los medios de comunicación harían lo mismo en Siria. El diario El Mundo afirmaba de forma dramática sobre el destino de una joven, según denuncia de Amnistía Internacional:
Zeinab al-Hosni: decapitada, mutilada y despellejada en una cárcel Siria. 8 Un medio alternativo mostraba el embuste de las organizaciones "humanitarias" y sus socios. Amnistía Internacional y Human Rights Watch denunciaron que había sido torturada y decapitada por las autoridades de su país, y rápidamente se convirtió en “símbolo de la resistencia contra Al Assad”. Pero, poco después, la joven apareció viva y en perfecto estado de salud en la televisión pública siria. Zainab al Hosni apareció en la televisión siria para desmentir “la noticia” de su muerte. Así, desmintió la noticia de su muerte a manos de las fuerzas armadas. “Estoy viva —anunció. Son los canales internacionales de televisión los que mienten”. Los diarios españoles El Mundo y La Vanguardia se habían hecho eco del supuesto asesinato. El primero reprodujo un cable de Reuters titulado: Zainab al Hosni: decapitada, mutilada y despellejada en una cárcel siria. 9 No es extraño que un lector indignado lo expresase en los comentarios a este artículo de esta forma tan directa: Olé por la prensa tan parcial de Occidente y entre ella España así se falsean las noticias y luego dirán porque se dejan de comprar los periódicos y se leen las noticias por Internet, para leer mentiras me entero por medios serios como esta página web. De traca habría que poner a los medios de comunicaciones nacionales como nombre reyes de la trola y la mentira. 9 Esta asociación entre organizaciones "humanitarias" y medios de comunicación, todos ellos al servicio de los intereses políticos y económicos de las corporaciones industriales y financieras, y no al servicio de los derechos humanos y del periodismo, constituye un trágico y terrible bucle de engaño y falsificación, donde se retroalimentan las propias falsedades interesadas. Una mentira se basa en otra mentira y todo el edificio de los informes y artículos de los medios de comunicación y de las organizaciones "humanitarias" constituye un castillo de naipes que se derrumba simplemente al mostrar, con facilidad, como se cae todo con demostrar unos simples hechos. Cuando no se tiene ninguna vergüenza ni dignidad, como no la tienen estas organizaciones "humanitarias" y "periodísticas" al servicio corporativo, se hacen este tipo de cosas tan vergonzosas para cualquier persona con un poco de dignidad humana. En sus manos está el parar e inutilizar esta fuente de engaño, sufrimiento, destrucción y violencia utilizada para explotar, dañar y aniquilar a otros seres humanos, personas como ustedes, que viven en otras partes de este planeta, tan suyo como de ustedes. No deberían mirar hacia otro lado ante lo que está ocurriendo.
http://miguel-esposiblelapaz.blogspot.com.es/2015/05/un-fraudulento-duo-organizaciones.html
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2016.06.07 03:37 ShaunaDorothy Notas críticas sobre la “muerte del comunismo” y las condiciones ideológicas del mundo postsoviético (Noviembre de 2015)

https://archive.is/QazK6
Espartaco No. 44 Noviembre de 2015
Notas críticas sobre la “muerte del comunismo” y las condiciones ideológicas del mundo postsoviético
Por Joseph Seymour
A continuación publicamos, ligeramente editado, un documento de Joseph Seymour, miembro del Comité Central de la Spartacist League. El documento, fechado el 14 de marzo de 2009, fue una contribución a las discusiones y debates que precedieron a la XIII Conferencia Nacional de la Spartacist League/U.S., sección de la Liga Comunista Internacional (Cuartainternacionalista), ese mismo año y se publicó originalmente en Workers Vanguard No. 949 (1° de enero de 2010).
En el pleno de nuestro Comité Ejecutivo Internacional, celebrado a principios de 2008, hubo una discusión y, creo, diferencias incipientes en torno al contenido del término “muerte del comunismo”, lo cual es clave para entender las condiciones político-ideológicas del mundo postsoviético. En ese entonces, yo argumenté:
“Una cuestión importante al discutir el trabajo en Sudáfrica y México...es si estos países —se ha mencionado a China y Grecia— son una excepción a lo que hemos llamado el ‘retroceso en la conciencia’ y la ideología de la ‘muerte del comunismo’, y en qué sentido lo son. Pero el concepto de excepción implica una norma. Así que, ¿cuál es esa norma? La abrumadora mayoría de nuestra tendencia se ubica en los países capitalistas-imperialistas avanzados de Europa Occidental y Norteamérica... Es aquí donde todos los días, de manera generalizada, encontramos la ideología de la ‘muerte del comunismo’. Y creo que esto ha determinado un cierto entendimiento parcial y deformado de las delineaciones y divisiones políticas radicalmente modificadas en todo el mundo.
“Casi cada vez que usamos el término ‘muerte del comunismo’ lo vinculamos al triunfalismo burgués. No nos referimos al triunfalismo de la burguesía de la India, Egipto o Brasil. Nos referimos al triunfalismo de la burguesía imperialista occidental, principalmente la estadounidense. Pero el escepticismo respecto a la posibilidad de una sociedad comunista internacional futura —y esto es el núcleo de la ‘muerte del comunismo’— en los países del Tercer Mundo no puede identificarse con el triunfalismo y la dominación del imperialismo estadounidense. Más bien, nos encontramos con un ascenso, bastante significativo y con amplias bases de apoyo, de movimientos político-ideológicos que se presentan como oponentes del triunfalismo imperialista estadounidense. El ejemplo más obvio es, claro, el populismo nacionalista latinoamericano ejemplificado por Hugo Chávez. Pero también encontramos el mismo fenómeno en un sentido muy derechista, que es el ascenso del fundamentalismo islámico antioccidental en los países del Medio Oriente. Osama bin Laden, Hugo Chávez, Tony Blair, Bill Clinton: todos ellos representan la ‘muerte del comunismo’ de diversos modos y en diversos contextos nacionales”.
El núcleo de la “muerte del comunismo” es precisamente ése: un escepticismo respecto a la posibilidad de una civilización comunista global en el sentido marxista. Eso es un terreno común básico que comparten diversas tendencias políticas que a veces tienen actitudes fuertemente hostiles al imperialismo occidental, la democracia parlamentaria, la economía capitalista de mercado y otras cuestiones controvertidas (como la degradación ambiental), que separan a la izquierda de la derecha en el sentido convencional de estos términos.
Para asegurarme de que todos tenemos un entendimiento común de los términos, voy a reafirmar brevemente las principales características que tendría una sociedad plenamente comunista a escala global. La escasez económica ha sido superada, por lo que ha podido eliminarse el trabajo asalariado (“de cada cual, según su capacidad; a cada cual, según sus necesidades”). El trabajo enajenado ha sido remplazado por trabajo creativo, científico y cultural (Marx alguna vez usó la composición musical como ejemplo de esto). El estado se ha extinguido de manera que, en palabras de Engels, el gobierno sobre los hombres ha dado paso a la administración de las cosas. Las afiliaciones racial, nacional y étnica han desaparecido mediante una extensa procreación interétnica y la movilidad global (“el género humano es la Internacional”). La familia ha sido remplazada por instituciones colectivas para el trabajo doméstico, la crianza y la socialización de los niños.
La abrumadora mayoría de quienes se consideran izquierdistas y pasan de los 40 o 50 años, consideran que una sociedad futura como la que describí es utópica. La abrumadora mayoría de los izquierdistas más jóvenes, representados, por ejemplo, por el medio de los “foros sociales”, para todo propósito práctico desconocen el concepto marxista de la civilización comunista global y son indiferentes a él. Sus preocupaciones son defensivas y minimalistas: apoyar los derechos democráticos de los pueblos oprimidos (por ejemplo, los palestinos), detener el desmantelamiento del “estado del bienestar” en Europa Occidental o impedir que el medio ambiente se siga degradando (calentamiento global).
Voy a replantear mi argumento haciendo referencia a El estado y la revolución de Lenin. Cuando esta obra se publicó en 1918 y en las décadas subsecuentes, la principal diferencia entre los marxistas revolucionarios y las demás tendencias de izquierda tenía que ver con el tema que se discute en el capítulo I (“La sociedad de clases y el estado”). Ahí, Lenin afirma concisamente:
“La doctrina de Marx y Engels sobre la ineluctabilidad de la revolución violenta se refiere al estado burgués. Éste no puede ser sustituido por el estado proletario (por la dictadura del proletariado) mediante la ‘extinción’, sino sólo, como regla general, mediante la revolución violenta” [énfasis en el original].
En el periodo postsoviético, la diferencia más fundamental entre nosotros y las demás tendencias de la izquierda tiene que ver con el tema que se discute en el capítulo V (“Las bases económicas de la extinción del estado”) y que se explica concisamente en el siguiente pasaje:
“La base económica de la extinción completa del estado significa un desarrollo tan elevado del comunismo que en él desaparece la oposición entre el trabajo intelectual y el manual. En consecuencia, deja de existir una de las fuentes más importantes de la desigualdad social contemporánea, una fuente que en modo alguno puede ser suprimida de golpe por el solo hecho de que los medios de producción pasen a ser propiedad social, por la sola expropiación de los capitalistas.
“Esta expropiación dará la posibilidad de desarrollar las fuerzas productivas en proporciones gigantescas. Y al ver cómo retrasa el capitalismo ya hoy, de modo increíble, este desarrollo y cuánto podríamos avanzar sobre la base de la técnica moderna ya lograda, tenemos derecho a decir con la mayor certidumbre que la expropiación de los capitalistas originará inevitablemente un desarrollo gigantesco de las fuerzas productivas de la sociedad humana” [énfasis en el original].
La generación postsoviética de activistas de izquierda no puede entender fácilmente las ideas expuestas arriba porque no ha pensado en ellas.
El triunfalismo del imperialismo estadounidense no es el problema
Si bien la claridad sobre la cuestión de la “muerte del comunismo” no bastará para resolver nuestros problemas, la continua confusión a este respecto sí contribuirá a agravarlos. El no reconocer la diferencia más fundamental que nos separa del resto de la izquierda —el hecho de que no compartimos un mismo fin último— ha sido un importante factor subyacente en los recurrentes problemas políticos del partido.
Cuando aún era editor de Workers Vanguard, Jan Norden [actualmente del centrista Grupo Internacionalista] consideraba, de manera consciente y sistemática, que la “muerte del comunismo” era principalmente una expresión del triunfalismo del imperialismo estadounidense. De ahí que creyera que el levantamiento zapatista de los empobrecidos campesinos indígenas del sur de México en 1994 sería un poderoso contragolpe que debilitaría, al menos en América Latina, el efecto ideológico de la caída de la Unión Soviética. Desde que Norden desertó de nuestra organización en 1996, ha habido una tendencia en nuestro partido a amalgamar bajo el rubro de “retroceso en la conciencia” (un término que acuñé yo en la lucha contra Norden) el escepticismo respecto a la sociedad comunista futura, el triunfalismo imperialista occidental y el reformismo socialdemócrata tradicional. Algunos camaradas han argumentado que la principal diferencia que nos separa del resto de la izquierda versa sobre si el estado capitalista puede o no reformarse, como si estuviéramos en los tiempos de Lenin contra Kautsky en la secuela inmediata de la Revolución de Octubre.
Una formulación estándar tanto en nuestra literatura pública como en nuestro discurso interno es que el efecto de la “muerte del comunismo” ha sido internacionalmente “desigual”. El término “desigual” implica que el efecto puede medirse cuantitativamente en una escala lineal: muy alto en Estados Unidos y Francia, mucho más bajo en México y Sudáfrica. Como alguna vez fui estudiante de economía académica y después fui maestro, me imagino una gráfica de barras que mide y compara, por ejemplo, la producción nacional per cápita de distintos países. Pero el efecto diferencial que tuvo internacionalmente la “muerte del comunismo” no puede entenderse de ese modo. Lo que encontramos no son distintos niveles, sino distintas formas de la ideología postsoviética.
Tomemos por caso a Rusia. Al explicar el concepto de la “muerte del comunismo”, frecuentemente usamos la formulación de que la antigua Unión Soviética es considerada, en el mejor de los casos, un “experimento fallido”. Eso en general es cierto en Europa Occidental y Norteamérica. No es tan cierto en el Tercer Mundo. Y no es cierto en absoluto en Rusia. Todo lo contrario. El sector políticamente dominante de la nueva clase capitalista rusa, representado por Vladímir Putin, considera que la Unión Soviética fue el más exitoso de los experimentos, por decirlo así, de la construcción estatal centrada en Rusia. En 2005, Putin declaró que el colapso de la Unión Soviética había sido “la mayor catástrofe geopolítica del siglo XX” (citado en Edward Lucas, The New Cold War: Putin’s Russia and the Threat to the West [La nueva Guerra Fría: La Rusia de Putin y la amenaza al Occidente, 2008]). Supongo que en toda la sociedad rusa está extendida una actitud similar respecto a la antigua URSS.
En los últimos años, el régimen de Putin y en general la élite rusa han querido restaurar la reputación histórica de Stalin como el gran líder de una potencia mundial dominada por Rusia en el siglo XX. El embajador ruso en la OTAN adorna su oficina con un retrato de Stalin. Un popular programa de televisión, “El nombre de Rusia”, ubicó a Stalin como uno de los cinco personajes históricos más grandes del país (Economist, 27 de noviembre de 2008). En 2007, una guía educativa de patrocinio oficial, Una historia moderna de Rusia, 1945-2006: Manual para el maestro, comparaba favorablemente a Stalin con Pedro el Grande: “Stalin siguió la lógica de Pedro el Grande: exigir lo imposible...para obtener lo máximo posible”. Luego continúa:
“Él [Stalin] es considerado uno de los líderes más exitosos de la URSS. El territorio del país llegó a los límites del viejo imperio ruso (y en algunas áreas lo sobrepasó). Se consiguió la victoria en una de las mayores guerras; la industrialización de la economía y la revolución cultural se llevaron a cabo con éxito, lo que produjo no sólo educación de masas, sino el mejor sistema educativo del mundo. La URSS llegó a ser uno de los países líderes en ciencias; el desempleo fue prácticamente derrotado”.
—citado en Lucas, The New Cold War
No precisamente la descripción de un “experimento fallido”.
En cierto modo nos es más difícil lidiar con la forma que la “muerte del comunismo” presenta en Rusia que la que tiene en Europa Occidental y Norteamérica. En estas últimas regiones, la antigua Unión Soviética todavía se identifica principalmente con el “socialismo”, no con el “imperialismo ruso”. Stalin se considera un discípulo de Marx y Engels y como tal en general se le condena. En Rusia, Stalin se considera el sucesor de Pedro el Grande y Catalina la Grande, y como tal se le ensalza. Para muchos rusos, el comunismo no ha muerto porque nunca estuvo vivo.
Incluso antes de que la severidad de la actual desaceleración económica mundial se volviera evidente el pasado otoño, el triunfalismo del “libre mercado” había dejado de ser una corriente importante en el clima de la opinión burguesa incluso en Estados Unidos. Hoy, hay voceros prominentes y respetados del capital financiero estadounidense, como el antiguo director de la Reserva Federal, Paul Volcker, que anuncian una desaceleración global profunda y prolongada. Las comparaciones con la Gran Depresión de los años 30 se han vuelto un lugar común. El alcalde tory [conservador] de Londres comentó que en estos días leer el Financial Times de esa ciudad es como frecuentar una secta suicida milenarista. Sin embargo, ninguna opinión burguesa actual se muestra preocupada por la posibilidad de revoluciones socialistas inminentes en ningún lado o la resurrección de partidos comunistas de masas que reivindiquen la tradición marxista-leninista.
De fines y medios: Un recorrido histórico
En la sección titulada “La fase superior de la sociedad comunista” del capítulo V de El estado y la revolución, Lenin escribió:
“Desde el punto de vista burgués, es fácil declarar ‘pura utopía’ semejante régimen social y burlarse diciendo que los socialistas prometen a todos el derecho a recibir de la sociedad, sin el menor control del trabajo realizado por cada ciudadano, la cantidad que deseen de trufas, automóviles, pianos, etc. Con estas burlas siguen saliendo del paso, incluso hoy, la mayoría de los ‘sabios’ burgueses, que demuestran así su ignorancia y su defensa interesada del capitalismo”.
Con el término “sabios burgueses”, Lenin se refería a los intelectuales que apoyaban y justificaban abiertamente el sistema económico capitalista. Lenin no incluía en esta categoría a los voceros ideológicos de la II Internacional (Socialista), como Karl Kautsky, que se consideraba a sí mismo un marxista ortodoxo.
Si para 1917-1918 los líderes del ala derecha de los partidos socialdemócratas de masas (como Friedrich Ebert en Alemania, Albert Thomas en Francia o Emile Vandervelde en Bélgica) seguían creyendo o no subjetivamente en una futura sociedad socialista es un asunto distinto. Lo más probable es que no. Pero ninguno de ellos repudió públicamente la meta tradicional del movimiento socialista como proyecto utópico.
Al principio de la Revolución Alemana, en noviembre de 1918, el centrista Partido Socialdemócrata Independiente puso una serie de condiciones (exigencias) a su participación en un gobierno de coalición con el Partido Socialdemócrata (SPD) sobre la base de los consejos de obreros y soldados que entonces existían. La primera de ellas era: “Alemania debe ser una república socialista”. A eso, la dirección del SPD respondió: “Esta exigencia es la meta de nuestra propia política. Sin embargo es el pueblo quien debe decidir esto a través de la asamblea constituyente” (citado en John Riddell, ed., The German Revolution and the Debate on Soviet Power: Documents, 1918-1919: Preparing the Founding Congress [La Revolución Alemana y el debate sobre el poder soviético: Documentos, 1918-1919: Preparando el congreso de fundación, 1986]). Al atacar la Revolución de Octubre y a la recién nacida Internacional Comunista, los líderes socialdemócratas condenaban principalmente la dictadura del proletariado como una violación de la democracia, que identificaban con un gobierno de tipo parlamentario elegido por sufragio universal e igual.
Aquí es útil revisar el libro Moscú bajo Lenin, unas memorias que escribiera a finales de los años cuarenta y principios de los cincuenta Alfred Rosmer, colega y amigo de Trotsky. Rosmer había sido anarquista y después uno de los principales intelectuales sindicalistas de Francia, antes de sumarse a la recién fundada Internacional Comunista. En estos recuerdos, Rosmer narra la reacción inicial que provocó El estado y la revolución de Lenin entre los socialdemócratas ortodoxos como Kautsky y Jean Longuet (el nieto de Marx) así como entre los anarquistas:
“Era un libro extraordinario y su destino fue singular: Lenin, marxista y socialdemócrata, era atacado por los teóricos de los partidos socialistas que invocaban el marxismo: ‘¡Eso no es marxismo!’ gritaban, es una mezcla de anarquismo, de blanquismo; ‘de blanquismo a la salsa tártara’, escribía uno de ellos para hacer una frase ingeniosa. Por el contrario, este blanquismo y su salsa eran para los revolucionarios situados fuera del marxismo ortodoxo, sindicalistas y anarquistas, una agradable revelación. Jamás un lenguaje semejante salía de las bocas de los marxistas que ellos conocían”.
Louis-Auguste Blanqui (1805-1881) fue el último de los grandes representantes de la tradición comunista jacobina originada con la Conspiración de los Iguales de Babeuf en los últimos días de la Revolución Francesa. La concepción babeufista del comunismo (desarrollada en una sociedad preindustrial) tenía que ver con la distribución y el consumo más que con la producción y la superación de la escasez económica. Sin embargo, al calificar a Lenin de “blanquista”, Kautsky, Longuet et al. no se referían a ese aspecto de la perspectiva jacobino-comunista. El “blanquismo” de Lenin era para ellos el derrocamiento insurreccional del estado capitalista organizado y dirigido por un partido revolucionario de vanguardia.
Como señala Rosmer, El estado y la revolución fue muy bien recibido entre varios anarquistas y sindicalistas, algunos de los cuales creyeron que Lenin se estaba moviendo del marxismo hacia el campo político de ellos. Sin embargo, los anarquistas más cultivados en cuestiones de doctrina entendieron que, si bien Lenin estaba de acuerdo con la necesidad de un derrocamiento insurreccional del estado burgués, todavía sostenía, e incluso enfatizaba, el programa marxista de la dictadura del proletariado como transición a una sociedad plenamente comunista. A este respecto, Rosmer cita a un anarquista alemán, Erich Mühsam, que, estando preso en 1919, escribió:
“Las tesis teóricas y prácticas de Lenin sobre la realización de la revolución y de las tareas comunistas del proletariado han dado a nuestra acción una nueva base... Ya no hay obstáculos insuperables para la unificación del proletariado revolucionario entero. Los anarquistas comunistas, ciertamente, han tenido que ceder en el punto de desacuerdo más importante entre las dos grandes tendencias del socialismo; han debido renunciar a la actitud negativa de Bakunin ante la dictadura del proletariado y rendirse en este punto a la opinión de Marx”.
Para Mühsam, el “desacuerdo” entre Bakunin y Marx respecto a la dictadura del proletariado tenía que ver con el medio de llegar a un fin último que ambos compartían: una sociedad igualitaria sin clases y sin estado.
Todos sabemos que en una polémica política las ideas y posiciones que no se discuten son, a su modo, tan importantes como las que se discuten. Uno no discute contra posiciones que el oponente no sostiene y especialmente donde hay un terreno común. Por ejemplo, al polemizar contra liberales negros o izquierdistas radicales en Estados Unidos, no refutamos la falsa noción que exponen algunos racistas de derecha de que los negros son “inferiores” a los blancos. En 1918-1920, Lenin y Trotsky escribieron sendos libros polémicos contra Kautsky. En ningún lado de La revolución proletaria y el renegado Kautsky como tampoco en Terrorismo y comunismo se argumenta contra la posición de que la sociedad comunista en el sentido marxista sea algo utópico, pues Kautsky no defendía tal posición.
Adelantémonos hasta finales de los años treinta, cuando el movimiento comunista internacional estaba ya totalmente estalinizado. Consideremos específicamente al joven Maxime Rodinson, un intelectual judío francés que luego se convertiría en un prominente académico de izquierda especializado en el Medio Oriente y la sociedad islámica. En un ensayo de 1981 titulado “Autocrítica”, Rodinson recordó cuál fue el estado de espíritu que lo llevó a ingresar al Partido Comunista Francés en 1937 (al cual abandonó en 1958):
“La adhesión al comunismo implicaba, e implica todavía, comprometerse con una lucha que supuestamente le permitirá a la humanidad realizar un salto esencial y eminentemente benéfico: acabar con un sistema que permanentemente produce pobreza y crimen, que subyuga y condena a millones de personas a lo largo del mundo a una vida atroz o incluso a la muerte. La intención es crear una humanidad liberada en la que todos puedan florecer hasta donde se los permita su potencial, en la que el colectivo de seres libres controle la administración sobre las cosas y establezca el mínimo indispensable de reglas para armonizar las relaciones entre los seres humanos”.
—Cult, Ghetto, and State: The Persistence of the Jewish Question (Culto, gueto y estado: La persistencia de la cuestión judía, 1983)
Como intelectual, Rodinson podía articular las metas liberadoras del marxismo mejor que los muchos millones de obreros jóvenes que ingresaron a los partidos comunistas de Francia e Italia, la India y Vietnam y otros lugares durante la era de Stalin. Sin embargo, muchos de esos obreros —aunque ciertamente no todos— también estaban motivados por una visión del futuro de liberación social multilateral. No consideraban a los partidos comunistas como meras agencias políticas para defender y promover sus intereses económicos o sociales (por ejemplo, nacionales) dentro del sistema capitalista-imperialista existente.
En general, los obreros políticamente avanzados y los intelectuales izquierdistas que apoyaban a los partidos socialdemócratas de masas no compartían la concepción marxista de una sociedad genuinamente comunista. Pero ellos también aspiraban a una sociedad radicalmente diferente y mejor que la presente. En 1961, un intelectual socialdemócrata de izquierda, el británico Ralph Miliband, publicó un libro altamente crítico del Partido Laborista titulado Parliamentary Socialism: A Study of the Politics of Labour [Socialismo parlamentario: Un estudio de la política del laborismo]. El libro apareció en la secuela inmediata de un intento fallido por parte de los líderes del ala derecha del partido por deshacerse de la Cláusula IV de la constitución partidista de 1918. La Cláusula IV en general se consideraba el programa máximo del Partido Laborista: “Asegurar a los trabajadores manuales e intelectuales la plenitud de los frutos de su industria y la más equitativa distribución de todo cuanto sea posible, sobre la base de la propiedad común de los medios de producción, distribución e intercambio”. Al describir la batalla sobre la Cláusula IV que tuvo lugar en 1959-1960, Miliband escribió: “Ante la violenta resistencia [por parte de las bases obreras del partido] que encontró, la propuesta tuvo que abandonarse”. Para los años 80, ya nadie hubiera usado el término “socialismo parlamentario” para encapsular el programa o incluso la doctrina oficial del Partido Laborista británico. Y, en 1995, la Cláusula IV fue suprimida del programa formal del partido en una conferencia especial, pese a la oposición de algunos de los grandes sindicatos.
De principios a mediados de los años 60, hubo en Estados Unidos una radicalización de izquierda entre la juventud estudiantil y algunos intelectuales de mayor edad. Una expresión institucionalizada de esto fue la Conferencia de Académicos Socialistas que se celebraba anualmente en la ciudad de Nueva York. En 1966, los organizadores de la conferencia invitaron al historiador marxista Isaac Deutscher a dar una presentación sobre el “hombre socialista”. En esa época, el carácter cultural y sicológico de una sociedad verdaderamente socialista era un asunto de vivo interés entre los jóvenes intelectuales izquierdistas no sólo en Estados Unidos, sino en todo el mundo. Por ejemplo, a principios de los años 60, el Ché Guevara escribía sobre la eliminación del trabajo enajenado en la Cuba “socialista”. Para un análisis retrospectivo del pensamiento de Guevara a este respecto, ver: “‘Radical Egalitarian’ Stalinism: A Post Mortem” [Estalinismo “igualitario radical”: Un post mortem] en Spartacist [Edición en inglés] No. 25 (verano de 1978). En su presentación sobre el “hombre socialista”, Deutscher tocó diversos puntos en los que la generación postsoviética de activistas de izquierda no está pensando en absoluto.
Huntington contra Fukuyama, otra vez
Empecé a desarrollar mis pensamientos sobre la “muerte del comunismo” y las condiciones ideológicas del mundo postsoviético principalmente durante las discusiones informales que tuve con Norden entre 1991 y su salida de nuestra organización en 1996. Como ya se ha señalado, Norden identificaba la “muerte del comunismo” principalmente como una expresión del triunfalismo imperialista estadounidense. Así, él solía ligar ese término con la fórmula de un “nuevo orden mundial”, que George Bush había proclamado en el momento de la Guerra del Golfo de 1991 contra Irak. Norden creía que el que el cuerpo central de la dirección de nuestra tendencia hubiera reconocido que el carácter del periodo postsoviético estaba marcado por un retroceso histórico en la conciencia de la clase obrera internacionalmente era una capitulación a las presiones del triunfalismo imperialista estadounidense.
La forma en que Norden enfocaba esta cuestión estaba influenciada por las opiniones del intelectual de derecha estadounidense (entonces neoconservador) Francis Fukuyama, que declaró que el colapsó del bloque soviético había marcado “el fin de la historia”. Una versión sobresimplificada de la tesis del “fin de la historia” de Fukuyama llegó a ser muy conocida entre lo que podría llamarse el público educado estadounidense, el tipo de gente que está suscrito al New York Review of Books y ocasionalmente lee el Foreign Affairs. No sé si Norden leyó realmente a Fukuyama. Yo sí lo hice, y también leí a otros ideólogos burgueses de la derecha estadounidense, especialmente a Samuel P. Huntington y Zbigniew Brzezinski, quienes disentían fuertemente de la versión color de rosa que tenía Fukuyama del mundo postsoviético. Estoy volviendo a este debate porque me fue útil para entender la relación entre la “muerte del comunismo” y las diversas corrientes postsoviéticas de la ideología burguesa, especialmente en los países capitalistas occidentales (pero no exclusivamente en ellos).
Fukuyama tomó el término y el concepto de “fin de la historia” del filósofo alemán Georg Hegel. Hegel usó esa expresión para describir las consecuencias histórico-mundiales de la Batalla de Jena de 1806, en la que el ejército de la Francia napoleónica derrotó al reino de Prusia. Tras la batalla, los franceses ocuparon y gobernaron el sur y el oeste de Alemania. Hegel estuvo entre los pocos intelectuales alemanes prominentes que apoyó al régimen napoleónico, al que consideraba históricamente progresivo, y colaboraron con él.
La concepción hegeliana del “fin de la historia” tenía un componente negativo y uno positivo. El componente negativo era que la ideología dominante de la Europa feudal tardía —el absolutismo monárquico sancionado y apoyado por las iglesias cristianas— había perdido su antiguo poder de determinar el curso futuro de la historia. El componente positivo era que los principios liberales de la Revolución Francesa, tal y como Hegel los entendía (y como los representaba Napoleón), habían llegado a ser capaces de conquistarlo todo en el ámbito de las ideas y con el tiempo se establecería a lo largo de Europa un nuevo orden sociopolítico en conformidad con el nuevo Zeitgeist (espíritu de los tiempos).
De igual modo, la versión de Fukuyama del “fin de la historia” tenía componentes negativos y positivos. El componente negativo, desde luego, era la “muerte del comunismo”:
“Si bien todavía hay en el mundo poder comunista, éste ha dejado de reflejar una idea dinámica y atractiva. Quienes se consideran a sí mismos comunistas se ven obligados a librar continuas batallas de retaguardia para preservar algo de su antigua posición y su antiguo poder. Los comunistas se encuentran en la poco envidiable situación de defender un orden social viejo y reaccionario cuya hora ha pasado ya hace mucho, como los monárquicos que lograron llegar al siglo XX”.
—The End of History and the Last Man (El fin de la historia y el último hombre, 1992)
Aquí Fukuyama expresa lo que es una moneda corriente entre todas las tendencias de la ideología burguesa postsoviética.
Eran las conclusiones positivas que sacó del colapso del bloque soviético las que constituían el núcleo de su tesis del “fin de la historia”. Sostenía que los valores socioculturales y las correspondientes instituciones económicas y políticas del mundo capitalista occidental terminarían por imponerse eventualmente a escala global:
“Es en este marco donde el carácter marcadamente mundial de la revolución liberal adquiere una especial significación, puesto que constituye una evidencia más de que está operando un proceso que dicta un patrón evolutivo común para todas las sociedades humanas; en pocas palabras, algo así como una Historia Universal de la Humanidad en dirección a la democracia liberal...
“Y si hemos llegado a un punto en el que se ha vuelto difícil imaginar un mundo sustancialmente distinto al nuestro, en el que el futuro no representa de ninguna manera evidente u obvia una mejoría respecto a nuestro orden actual, luego entonces debe considerarse la posibilidad de que la Historia misma haya llegado a su fin” [énfasis en el original].
La noción de Fukuyama de una “revolución liberal” universalmente triunfante sufrió un denso fuego por parte de algunos voceros intelectuales prominentes del imperialismo estadounidense. Su principal antagonista fue Samuel P. Huntington, que contraponía su propia tesis del “choque de civilizaciones” al “fin de la historia” de Fukuyama. Refiriéndose a este último, Huntington comentó con condescendencia: “El momento de euforia del fin de la Guerra Fría generó una ilusión de armonía, que pronto se reveló como tal” (The Clash of Civilizations and the Remaking of World Order [El choque de civilizaciones y la reconstrucción del orden mundial, 1996]). Sin duda, Huntington concordaba con Fukuyama en que ya nunca podría haber estados poderosos ni un movimiento político internacional con apoyo de masas que afirmara representar una alternativa universal, como el comunismo, al capitalismo tipo occidental y la “democracia”. Pero también sostenía que una buena parte del mundo —y en particular Rusia, el Oriente islámico y China— se vería dominada por gobiernos y movimientos políticos antioccidentales basados en valores y tradiciones nacionales y religioso-culturales:
“En este nuevo mundo, los conflictos más generalizados, importantes y peligrosos no serán entre clases sociales, entre ricos y pobres, ni entre otros campos económicamente definidos, sino entre pueblos provenientes de diferentes entidades culturales...
“La civilización occidental es la más poderosa y seguirá siéndolo durante muchos años. Sin embargo, comparado con el de otras civilizaciones, su poder está declinando. Cuando el Occidente intenta afirmar sus valores y proteger sus intereses, las sociedades no occidentales enfrentan una alternativa. Algunas intentan emularlo o colgarse de él. Otras sociedades confucianas e islámicas intentan expandir su propio poder militar y económico para resistir y ‘contrarrestar’ a Occidente. Un eje central de la política mundial posterior a la Guerra Fría es, pues, la interacción del poder y la cultura occidentales con el poder y la cultura de civilizaciones no occidentales”.
El debate Huntington/Fukuyama subraya la necesidad de que diferenciemos entre la creencia en la “muerte del comunismo”, que es generalizada y sigue siendo actual, y el limitado y efímero triunfalismo imperialista estadounidense en la secuela inmediata de la caída de la Unión Soviética.
Breves conclusiones
Una pregunta importante que enfrentamos puede ser formulada de este modo: ¿es posible que un levantamiento espontáneo, que implique a grandes sectores de la clase obrera, contra un gobierno derechista, pueda llevar a situaciones prerrevolucionarias o incluso revolucionarias (es decir, a órganos de poder dual) aun si la masa de los obreros y los trabajadores en general no aspira al socialismo? Yo creo que sí. Aunque nunca hemos experimentado semejante acontecimiento, no debemos descartarlo. Por ahora, nuestra tarea principal consiste en propagar una visión marxista del mundo con la expectativa de reclutar cantidades relativamente pequeñas de intelectuales izquierdistas y obreros avanzados. Parafraseando a John Maynard Keynes: cuando la realidad cambie, cambiarán nuestras perspectivas.
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2016.05.24 15:31 ShaunaDorothy Las "reformas de mercado" en China: Un análisis trotskista ¡Defender al estado obrero deformado chino! ¡Por la revolución política proletaria! (3 - 3) (Primavera de 2007)

https://archive.is/mnbfW
Al mismo tiempo, las medidas de los estalinistas de Beijing han perjudicado y empobrecido a sectores significativos de la clase obrera y los trabajadores del campo, ensanchado el golfo entre la China urbana y la rural, alentado una clase de empresarios capitalistas con vínculos familiares y financieros con funcionarios del PCCh, así como capitalistas chinos de ultramar, y generado un próspero estrato gerencial-profesional-tecnocrático que disfruta de un estilo de vida occidental.
Hart-Landsberg y Burkett, por un lado, y Lippit, por el otro, expresan los polos opuestos de esa contradicción. Aquéllos eligen evidencias para argumentar que todo ha empeorado para el pueblo trabajador chino. Señalan las profundas y crecientes desigualdades sociales, el crecimiento del desempleo urbano y el deterioro de la salud pública y la educación primaria. Lippit elige evidencias en el sentido opuesto. Señala que la gran mayoría de la población trabajadora —tanto urbana como rural— ha experimentado un ascenso en el nivel de vida, si bien en una tasa bastante desigual. Cita estudios que demuestran que cientos de millones de campesinos han salido de la pobreza en las últimas décadas.
Ni en “China y el socialismo” ni en su respuesta a Lippit, citan Hart-Landsberg y Burkett las estadísticas fácilmente accesibles que indican la medida básica de las cambiantes condiciones económicas de la clase obrera. Entre 1979 y 1998 hubo un aumento en el poder adquisitivo de los obreros manufactureros del cuatro por ciento anual en promedio. Sólo en 1988 y 1989 hubo un descenso debido a la explosivamente alta tasa de inflación de entonces. Entre 1999 y 2002 (según el Anuario estadístico laboral de China de 2003) los salarios crecieron en promedio casi doce por ciento cada año. En los últimos años, los grandes centros industriales como Shenzhen y Shanghai han empezado a experimentar escasez de mano de obra, especialmente de obreros calificados. En consecuencia, los patrones están ofreciendo salarios más altos y mejores prestaciones para atraer trabajadores. Hong Liang, economista de una firma de Wall Street, Goldman Sachs, comentó: “Estamos presenciando el final de la época de oro de mano de obra extremadamente barata en China” (New York Times, 3 de abril de 2006).
Sin embargo, pese a haber mantenido por más de dos décadas una tasa de crecimiento económico cercana al diez por ciento, no todos los sectores de la clase obrera china han experimentado una mejora en sus estándares de vida. Todo lo contrario. Comenzando a mediados de los años 90, las empresas industriales estatales pequeñas y medianas fueron privatizadas, típicamente vendidas a sus antiguos gerentes a precios de liquidación. Como resultado de estas privatizaciones, junto con las fusiones y los simples cierres, entre 20 y 30 millones de obreros, incluyendo un número desproporcionadamente alto de mujeres, fueron despedidos. Los más afortunados encontraron nuevos empleos, especialmente en el sector privado, pero en general con un salario menor y con pocas o ninguna de las extensas prestaciones que les daban las empresas estatales.
Una gran región fue especialmente devastada económicamente por los cierres: el “cinturón del óxido” del noreste, donde se concentraba una gran parte de las plantas industriales más viejas. Ahí, hasta el 40 por ciento de la clase obrera está desempleada. En general, se calcula que el desempleo está entre el seis y el trece por ciento de la población urbana económicamente activa. La Comisión de Desarrollo y Reforma Nacional, una agencia gubernamental que supervisa la política económica, calcula que si la economía crece un ocho por ciento este año, China generará once millones de empleos adicionales. Eso es menos de la mitad de la cifra oficial de 25 millones de desempleados urbanos, sin contar los nuevos ingresos a la fuerza de trabajo (Economist [Londres], 25 de marzo de 2006).
En general se reconoce que la era de “reformas” ha visto un ensanchamiento de las desigualdades, tanto al interior de las ciudades como entre las áreas urbanas y las rurales. Además de la nueva clase de capitalistas ricos, la China urbana tiene hoy una capa significativa de profesionistas pequeñoburgueses cuyos estándares de vida son muy similares a los de sus contrapartes en los países capitalistas avanzados. Mientras tanto, según el Informe de desarrollo humano de China de 2005, publicado por el Programa de Desarrollo de la ONU, la brecha entre el promedio de ingreso excedente de la China urbana y la China rural ha llegado a 3.2 a uno.
Estas estadísticas no deben oscurecer el hecho de que en aspectos importantes ha habido también una mejoría sustancial en las condiciones del campesinado. El consumo de electricidad en las áreas rurales aumentó casi ocho veces entre 1978 y 1997. La mayor parte de las familias campesinas posee aparatos domésticos. Lippit señala que para 1997 dos terceras partes de los hogares rurales tenían al menos un televisor blanco y negro, un medio básico de acceso a la vida cultural moderna.
Sin embargo, en otros aspectos importantes las condiciones del campesinado han empeorado. Las comunas rurales de la era de Mao brindaban atención médica rudimentaria, educación primaria y secundaria, pensiones de vejez y otros programas sociales. Entre 1980 y 1983, el régimen de Deng disolvió las comunas, remplazándolas con granjas familiares con contratos de arrendamiento a largo plazo: el “sistema de responsabilidad doméstica”. Se suponía que los programas sociales que antes brindaban las comunas serían retomados por el gobierno local. Dada la extrema descentralización del sistema de finanzas gubernamentales chino, los escasos recursos de los poblados y aldeas rurales resultaron totalmente inadecuados para ello. Las familias campesinas tuvieron que pagar de su bolsillo la atención médica y la escuela de sus hijos. Las consecuencias sociales fueron las previsibles:
“Pese a un notable progreso en la apertura del acceso a la educación, sigue habiendo serios desequilibrios. Las áreas rurales han quedado muy atrás de las ciudades y la población analfabeta de China se concentra en las áreas rurales. Sigue habiendo grandes diferencias en la calidad de las escuelas y la brecha entre las oportunidades educativas se ensancha conforme aumenta la edad de los estudiantes.
“También sigue habiendo brechas significativas en la salud de los residentes urbanos y los rurales, así como entre los residentes de distintas regiones. La mortandad infantil y materna son dos veces más altas en el campo que en las ciudades… Todos los indicadores muestran claras brechas de nutrición entre los niños rurales y los urbanos.”
—Informe de desarrollo humano de China de 2005
Ha habido un agudo incremento en lo que se llama oficialmente “incidentes masivos de descontento” en el campo. Las protestas y motines campesinos han estado dirigidos contra la toma de tierras por parte de funcionarios locales sin la compensación adecuada y contra los gravámenes arbitrarios, la corrupción y otros abusos burocráticos. En respuesta, el régimen de Hu Jintao ha prometido, bajo la consigna de un “nuevo campo socialista”, mejorar las condiciones del campesinado. El peso de los gravámenes ha disminuido, las cuotas de escuelas primarias y secundarias serán eliminadas para muchos estudiantes rurales y el gobierno central se ha comprometido a destinar más dinero a programas sociales e inversión en infraestructura en las áreas rurales. Sin embargo, como señaló el Economist (11 de marzo de 2006):
“Estas medidas no anuncian ningún cambio importante de políticas. El gasto del gobierno central en el campo seguirá sin pasar del 8.9 por ciento del total del gasto gubernamental, una cifra mayor que el 8.8 por ciento del año pasado pero menor al 9.2 por ciento de 2004. Abolir el impuesto agrícola y otras cuotas impuestas a los campesinos le ahorrará a cada trabajador rural un promedio de 156 yuanes (19 dólares) al año: alrededor de un 4.8 por ciento del ingreso neto.”
Una verdadera disminución de la brecha entre la China rural y la urbana requerirá la redistribución y reasignación masivas de recursos económicos. Introducir tecnología moderna en el campo —desde maquinaria hasta fertilizantes químicos y todo el complejo del cultivo científico— requeriría una base industrial cualitativamente más alta de la que existe hoy. A su vez, un aumento de la productividad agrícola aumentaría la necesidad de una inmensa expansión de empleos industriales en las áreas urbanas para absorber el vasto excedente de mano de obra que el campo ya no necesitaría. Claramente, eso significaría un proceso largo, particularmente dado lo limitado del tamaño y la productividad relativamente baja que aún tiene la base industrial de China. Tanto el ritmo de esta perspectiva como, en última instancia, la posibilidad misma de realizarla, dependen de la ayuda que recibiera China de un Japón socialista o de unos Estados Unidos socialistas, lo que subraya la necesidad de una revolución proletaria internacional.
El proletariado chino y la revolución socialista mundial
Aunque Hart-Landsberg y Burkett argumentan que las condiciones del campesinado y la clase obrera chinos han empeorado durante la era de “reformas”, el eje de su posición yace en un plano fundamentalmente distinto. Condenan el desarrollo de la clase obrera industrial más grande del mundo e identifican esto con la “restauración” del capitalismo. Aquí su perspectiva anarco-populista se contrapone directamente al entendimiento marxista del progreso social y la diferencia de clase entre obreros y campesinos. En su respuesta a Lippit, citan favorablemente una declaración de Tai-lok Lui, un académico izquierdista que participó en la discusión sobre “China y el socialismo” de Critical Asian Studies: “La reforma económica posterior a 1978 ha producido la verdadera proletarización de los obreros y granjeros de China. Realmente han quedado subordinados al mercado y separados de la propiedad de los medios de producción.”
¿Qué quiere decir Tai-lok Lui, para quien las “reformas de mercado” equivalen a la restauración del capitalismo, cuando escribe que el enorme crecimiento del proletariado chino vino acompañado por su separación de “la propiedad de los medios de producción”? Presumiblemente se refiere, además de las privatizaciones de la industria, a la liquidación de las comunas rurales de la era de Mao, que abarcaban a la gran mayoría de la población. Estas comunas eran básicamente un agregado de propiedades campesinas atrasadas que utilizaban métodos que requieren mucha mano de obra y una tecnología relativamente primitiva. En la medida en que la China de Mao era relativamente más igualitaria que la de Deng y sus sucesores, ésta era una igualdad de pobreza en una sociedad abrumadoramente rural.
Para entender el significado histórico de la transformación de un vasto sector del campesinado de China en proletarios, es útil revisar el libro de Karl Kautsky, La cuestión agraria (1899). Lenin lo consideraba una contribución muy importante al entendimiento de la economía mundial moderna. (El revisionismo derechista posterior de Kautsky y su hostilidad a la Revolución Bolchevique no niegan el valor de sus obras anteriores.) Existe, desde luego, una diferencia fundamental entre el carácter de clase de la Alemania imperial de finales del siglo XIX que describió Kautsky y el de la República Popular China. Sin embargo, hay un paralelismo en los efectos sociales de la proletarización del campesinado chino bajo la economía del “socialismo de mercado”. Como escribió Kautsky:
“La fábrica, al juntar los obreros dispersos facilita su entendimiento y pone en comunicación al pueblo industrial con el resto del mundo, porque desarrolla los medios de transporte y atrae los obreros más inteligentes de la ciudad.
“Sirve también de medio para poner en contacto parte de la población agrícola con el proletariado urbano, para despertar en ella la necesidad de la lucha de emancipación y para inducirla a tomar parte activa en esta lucha cuando las circunstancias sean favorables.”
De hecho, los obreros que emigran del campo han estado al frente de luchas obreras recientes en China. En el sureste, muchas jóvenes migrantes se han ido a huelga o se han negado a trabajar bajo las horribles condiciones de los talleres de hambre, produciendo una severa escasez de mano de obra desde el verano de 2004. En Shanghai y Beijing, los obreros migrantes, que conforman el 80 por ciento de la fuerza de trabajo en la industria de la construcción en auge, han conseguido mediante luchas mejores condiciones de trabajo.
Si bien las restricciones al traslado desde la China rural a la urbana se han relajado en las últimas décadas, no han sido eliminadas. Los migrantes, obligados a aceptar los trabajos más peligrosos y degradantes, carecen de los derechos legales de los residentes urbanos y típicamente son forzados a vivir en áreas segregadas. Muchos obreros urbanos miran con desdén a los migrantes, pues piensan que les roban los empleos y deprimen los salarios. Un partido de vanguardia revolucionario en China hoy lucharía por unir a todos los sectores de la clase obrera en alianza con los trabajadores del campo y los pobres urbanos. La lucha por que los migrantes tengan todos los derechos de los que gozan los residentes legales, incluyendo el acceso a la atención médica, la vivienda y la educación pública, así como pago igual por trabajo igual, es parte integral de la perspectiva de una revolución política proletaria.
En su debate sobre China y el socialismo, el liberal Lippit y los autoproclamados marxistas Hart-Landsberg y Burkett comparten un marco fundamentalmente falso. Al nivel económico, uno y otros rechazan el entendimiento marxista de que el capitalismo es un obstáculo al desarrollo global de las fuerzas productivas, y de que éstas sólo podrán progresar sobre la base de una economía internacional planificada y socialista. Al nivel político, uno y otros rechazan la perspectiva de la revolución proletaria mundial como el único medio para alcanzar una sociedad así, resolviendo finalmente el problema de la escasez.
En su análisis seminal de la degeneración estalinista de la URSS, La revolución traicionada (1936), Trotsky cita el comentario de Marx en La ideología alemana (1846) de que “…el desarrollo de las fuerzas productivas es prácticamente la primera condición absolutamente necesaria (del comunismo) por esta razón: que sin él sí se socializaría la indigencia y ésta haría recomenzar la lucha por lo necesario, y recomenzaría, consecuentemente, todo el viejo caos...” Con “todo el viejo caos”, Marx se refería a la opresión de clase, la desigualdad y la explotación. Repudiando totalmente este entendimiento materialista, los estalinistas predicaban la idiotez de que el socialismo podría construirse en un solo país si tan sólo se impidiera la intervención militar imperialista. El corolario de esta perversión del marxismo fueron las traiciones estalinistas a las revoluciones proletarias internacionalmente. En la Unión Soviética, el resultado final fue la devastadora contrarrevolución capitalista. En China, el mal gobierno de los estalinistas ha producido una sociedad plagada de contradicciones y descontento social.
Hoy, la República Popular China muestra tanto las tremendas ventajas que trajo consigo el derrocamiento del sistema capitalista —centralmente, un nivel de crecimiento económico que sobrepasa por mucho al de las neocolonias capitalistas como la India— como los frutos profundamente negativos del dominio burocrático estalinista. Estos incluyen un agudo aumento en la desigualdad, el crecimiento de nuevas fuerzas burguesas entretejidas con la burocracia parasitaria y la amenaza creciente de una contrarrevolución capitalista que destruya las conquistas de las masas obreras y campesinas chinas. Se debe forjar un partido leninista-trotskista que dirija a la inmensa y poderosa clase obrera china al frente de los campesinos y los pobres urbanos en una revolución política proletaria. Como escribió Trotsky en La revolución traicionada:
“No se trata de remplazar un grupo dirigente por otro, sino de cambiar los métodos mismos de la dirección económica y cultural. La arbitrariedad burocrática deberá ceder el lugar a la democracia soviética. El restablecimiento del derecho de crítica y de una libertad electoral auténtica son condiciones necesarias para el desarrollo del país. El restablecimiento de la libertad de los partidos soviéticos y el renacimiento de los sindicatos están implicados. La democracia provocará, en la economía, la revisión radical de los planes en beneficio de los trabajadores… Las ‘normas burguesas de reparto’ serán reducidas a las proporciones estrictamente exigidas por la necesidad y retrocederán a medida que la riqueza social crezca, ante la igualdad socialista… La juventud podrá respirar libremente, criticar, equivocarse, madurar. La ciencia y el arte sacudirán sus cadenas. La política extranjera renovará la tradición del internacionalismo revolucionario.”
http://www.icl-fi.org/espanol/eo/27/china.html
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2016.05.21 15:42 ShaunaDorothy Declaración de la Liga Comunista Internacional - ¡Derrotar al imperialismo mediante la revolución obrera—Defender a Serbia! (abril de 1999) (1 - 2)

https://archive.is/rbNL0
Aunque las polémicas contenidas en esta Declaración se refieren a grupos seudosocialistas europeos, estas pueden ser aplicadas a grupos mexicanos como el reformista Partido Obrero Socialista y la centrista Liga de Trabajadores por el Socialismo (hermana menor del PTS argentino) que toman el lado del ELK de Kosovo y la OTAN, rehusándose a defender a Serbia —es decir, Clinton pone las bombas y el POS y la LTS la demagogia “socialista”. Por otro lado, están los estalinoides de la Tecla Indómita y liberales de La Nave Va que se oponen a los bombardeos imperialistas pero desde una perspectiva meramente nacionalista y reformista.
La guerra imperialista contra Serbia es ya la mayor conflagración militar en Europa desde la Segunda Guerra Mundial. Habiendo golpeado a Serbia por semanas con bombas y misiles crucero, hay un crescendo progresivo entre los imperialistas occidentales para una invasión a gran escala de los restos de la república de Yugoslavia dominada por Serbia. Una vez más los Balcanes se han convertido en el barril de pólvora de Europa, llevándonos a todos un paso más cerca de una nueva guerra mundial. Como internacionalistas proletarios luchando por construir un partido mundial de la revolución socialista, la Liga Comunista Internacional (Cuartainternacionalista) dice: ¡Derrotar al imperialismo mediante la revolución obrera! ¡Defender a Serbia contra el ataque de los EE.UU. y la OTAN! ¡Abajo con las sanciones económicas de las Naciones Unidas! ¡Todas las tropas de EE.UU., la ONU y la OTAN, fuera de los Balcanes!
Una declaración fechada el 25 de marzo de la Spartacist League/U.S. afirmó:
“Cada golpe contra el imperialismo estadounidense en los Balcanes ayudará a debilitar al enemigo de clase, proveyendo así una abertura para que la clase obrera y los oprimidos luchen contra el torrente de ataques asestados por Wall Street y sus agentes políticos, los partidos Demócrata y Republicano. Luchamos por construir el partido obrero revolucionario multirracial, forjado en el crisol de la lucha de clases, que es el instrumento necesario para dirigir a la clase obrera hacia el derrocamiento de este sistema entero basado en el racismo, la explotación y la guerra a través de una revolución socialista que le arranque la industria y el poder a un pequeño puñado de individuos asquerosamente ricos y cree una economía socialista igualitaria.”
En Europa, los brutales ataques imperialistas a Serbia están siendo llevados a cabo por gobiernos capitalistas encabezados por socialdemócratas y exestalinistas. Como el historiador militar Clausewitz dijo una vez, la guerra es la continuación de la política por otros medios. Habiendo demostrado su lealtad a la burguesía en casa al imponer la austeridad capitalista racista, hoy los socialdemócratas son incluso más vigorosos que sus predecesores de derecha haciendo el trabajo sucio del imperialismo en el extranjero. El Berliner Zeitung (25 de marzo) observó: “que un gobierno roji-verde haya mandado unidades del Bundeswehr a una intervención militar por primera vez desde la fundación de la República Federal ha salvado al país de un improductivo conflicto ideológico y político.” Al principio de la guerra las secciones de la Liga Comunista Internacional publicaron inmediatamente declaraciones desenmascarando la propaganda de guerra imperialista y buscando movilizar a los trabajadores del mundo contra sus “propias” burguesías.
La destrucción del estado obrero degenerado soviético dio paso a un agudo incremento en las guerras regionales y en las aventuras militares imperialistas, mientras un nuevo nacionalismo virulento se volvía el motor de la contrarrevolución. Los conflictos interimperialistas, previamente mantenidos a raya por la necesidad de una alianza antisoviética común estallaron de nuevo. Bajo la superficie de la actual unidad de los “aliados” de la OTAN en el bombardeo a Serbia se encuentran rivalidades imperialistas fundamentales en aumento, expresadas en la creciente guerra comercial entre EE.UU. y Europa, al igual que Japón. El mundo post-soviético se parece cada vez más al mundo de antes de 1914. Fueron las maquinaciones imperialistas atizando los odios nacionalistas en los Balcanes las que llevaron directamente a la Primera Guerra Mundial.
Hoy, el bombardeo de la OTAN es un detonador para una conflagración internacional más grande y todavía más sangrienta, que potencialmente arrastraría a Grecia, Turquía y Rusia. Mientras actúa como un policía blando para la OTAN, la denuncia de la Rusia capitalista del ataque militar de EE.UU. y la OTAN en Serbia está en línea con sus ambiciones de afirmarse como un poder imperialista regional. Tanto Rusia como EE.UU. tienen arsenales nucleares enormes, y EE.UU. ya ha mostrado su disposición de utilizar estas armas con la incineración nuclear de Hiroshima y Nagasaki en 1945. ¿Quién puede imaginar que los franceses, los ingleses o los israelíes serían algo más restringidos? El capitalismo es un sistema irracional, y el ímpetu demente de obtener ganancias y poder inherente a este sistema llevará inevitablemente a una tercera guerra mundial nuclear si no es detenido mediante la revolución proletaria internacional.
Los imperialistas hacen llover terror sobre Yugoslavia
La guerra de la OTAN contra Serbia no tiene nada que ver con los “derechos humanos” o la defensa de la población albanesa de Kosovo contra la “limpieza étnica”. Esta guerra no se trata de los albano-kosovares, es una guerra de dominación hecha para realizar los planes estadounidenses a largo plazo de insertar una presencia militar substancial de EE.UU. y la OTAN en Serbia domando o desplazando, si es necesario, a Milosevic. ¿Desde cuándo se preocupan los imperialistas por los pueblos oprimidos? Cientos de miles de inmigrantes son deportados cada año por los gobiernos europeos. De hecho, estos mismos gobiernos entraron en virtual frenesí al pensar que tendrían que abrir sus fronteras a los refugiados de Kosovo.
La LCI sigue la tradición de V.I. Lenin, cuyo “El socialismo y la guerra”, un poderoso manual de internacionalismo proletario escrito en 1915 y circulado clandestinamente entre obreros y soldados a lo largo de Europa, enseña:
“Los partidarios de la victoria del propio gobierno en la presente guerra, lo mismo que los partidarios de la consigna ‘ni victoria ni derrota’, adhieren unos y otros al punto de vista del socialchovinismo. Una clase revolucionaria no puede dejar de desear la derrota de su gobierno en una guerra reaccionaria y no puede dejar de ver que las últimas derrotas militares pueden facilitar su caída.”
Lenin hizo hincapié en que en caso de una guerra imperialista contra una nación pequeña o un pueblo semicolonial, es deber de la clase obrera no sólo luchar por la derrota del “propio” gobierno, sino también defender a las víctimas de la agresión imperialista. En la presente guerra, estamos por la defensa militar de Serbia, sin darle una pizca de apoyo político al régimen de Milosevic. Llamamos por el derecho a la autodeterminación de la población albanesa de Kosovo contra el régimen serbio-chovinista en Belgrado hasta que los separatistas albaneses se convirtieron simplemente en un peón de los designios predadores de la OTAN. Para los marxistas, el derecho democrático de la autodeterminación de los albaneses de Kosovo está ahora necesariamente subordinado a la lucha contra el bombardeo imperialista y la amenaza de invasión.
De hecho, el baño de sangre multilateral nacionalista en los Balcanes fue instigado directamente por los imperialistas en su carrera para destruir a la antigua Yugoslavia a través de la contrarrevolución capitalista. La República Federal Socialista de Yugoslavia nació de la Segunda Guerra Mundial, cuando los partisanos comunistas de Tito lucharon contra la ocupación del Wermatch alemán nazi al igual que contra la Ustasha fascista croata y los monárquicos chetniks serbios. Los partisanos de Tito fueron la única fuerza en Yugoslavia durante la guerra que se opuso al comunalismo. Pero los ideales socialistas y democráticos a los que el régimen de Tito apelaba públicamente fueron enterrados por las deformaciones burocráticas y las limitaciones inherentes al estalinismo, con su programa de construir el socialismo en un solo país. Tito introdujo el “socialismo de mercado”, que abrió a Yugoslavia a la economía imperialista y reforzó las disparidades entre las diversas regiones, alimentando el nacionalismo que resurgía.
Después de la muerte de Tito, la burocracia comenzó a fracturarse a lo largo de líneas nacionales. Milosevic, que promovió las “reformas de mercado” al frente del banco central, comenzó su carrera política apelando al chovinismo por una “ Serbia mayor” particularmente contra los albaneses de Kosovo. En esto, encarnaba el nexo entre la restauración capitalista y el nacionalismo. Pero Milosevic no estaba solo en este sentido. Su contraparte croata, Franjo Tudjman, idolatra a la Ustasha fascista de la Segunda Guerra Mundial —un títere de los nazis alemanes— y el líder bosnio Alija Izetbegovic es un nacionalista rabioso y un reaccionario islámico. Los marxistas se oponen al veneno del nacionalismo y luchan por la unidad clasista de los trabajadores de Serbia, Croacia, Eslovenia, Bosnia, Macedonia, Montenegro y Kosovo para derrocar a todos los sangrientos regímenes nacionalistas de la región, desde Milosevic a Tudjman. ¡Por una Federación Socialista de los Balcanes!
La crisis terminal de la Yugoslavia titoista vino a principios de 1991, cuando los gobiernos nacionalistas de derecha recién electos en Croacia y Eslovenia declararon su secesión del estado federado. Alemania entró en escena para aplanar a sus aliados Europeos para que reconocieran su independencia. EE.UU. se unió entonces a Alemania poniendo todo su peso detrás de una Bosnia independiente bajo la dirección de fuerzas nacionalistas musulmanas. En Croacia, los Estados Unidos y Alemania proveyeron al régimen fascistoide de Tudjman no sólo con grandes cantidades de armamento moderno, sino también con entrenamiento y asesores de alto nivel. Esto le permitió al ejército croata a mediados de 1995, en conjunto con el ataque aéreo de la OTAN, derrotar a las fuerzas serbias. Cientos de miles de serbios fueron expulsados por las fuerzas croatas en el mayor acto individual de “limpieza étnica” de la guerra. Al mismo tiempo, EE.UU. financiaba y armaba secretamente a los asesinos fundamentalistas islámicos en Bosnia incluyendo a los asesinos muyajedin que lucharon contra el ejército soviético en Afganistán.
Euro “socialistas”
La guerra es una prueba decisiva para los revolucionarios. Trotsky insistió en que una posición proletaria en la guerra requería “una ruptura verdadera y completa con la opinión pública oficial sobre la cuestión más candente de la ‘defensa de la patria’.” La falsa izquierda prueba el punto de Trotssky por la negativa. Se unen al grito de guerra imperialista sobre el “pobrecito Kosovo” mientras rechazan la defensa de Serbia, cuyo derecho mismo a la existencia nacional está bajo el ataque de los poderes imperialistas. A pesar de una chapa pacifista de oposición al bombardeo, marchan unidos detrás de los objetivos bélicos de sus propios imperialismos y de los gobiernos socialdemócratas o frentepopulistas, cuyas elecciones apoyaron. El camuflaje: detener el bombardeo de la OTAN; el mensaje: váyanse a la guerra en los Balcanes con tropas terrestres bajo el control de la Unión Europea (UE). Para los izquierdistas de la “muerte del comunismo” de hoy, que hace mucho abandonaron toda convicción en la capacidad revolucionaria del proletariado, ¡los sanguinarios imperialistas —estén bajo la bandera de la ONU, de la UE o de la OTAN— son el medio para llevar los “derechos humanos” a los oprimidos del mundo!
En su propaganda supuestamente “antibélica”, la “izquierda” europea está actuando simplemente como el vocero de sus propias burguesías imperialistas, cuyos intereses ciertamente no son los mismos. “La asociación con la OTAN en la crisis yugoslava es simplemente una capa que cubre las grandes diferencias entre los EE.UU. y sus aliados europeos” dijo un antiguo oficial de la ONU al Chronicle de San Francisco. El mismo artículo (15 de abril) citó a un rango de personas de izquierda a derecha “que veían la intervención en Kosovo como un esfuerzo apenas disfrazado de imponer la voluntad de Washington en el futuro de Europa.” En Francia, el Chronicle notó: “los comentarios en los periódicos son tan constantemente hostiles a EE.UU. que un lector bien podría imaginar que París está en guerra con el Pentágono y no contra el ejército yugoslavo”, mientras el antiguo canciller alemán Helmut Schmidt se quejó de estar “agarrado del cuello por los estadounidenses”.
Así, la “izquierda” abre terreno a su propia clase dominante capitalista: su “antiamericanismo” es un substituto barato y un obstáculo al internacionalismo proletario antiimperialista. Nadando con la corriente de la “opinión pública” burguesa, las consignas de la “izquierda” coinciden con la de los fascistas descarados; por ejemplo, en Alemania los nazis levantan el llamado “¡Ni una gota de sangre alemana por intereses extranjeros!”.
Probablemente los más descarados de los “izquierdistas” pro-guerra sean los antiguos partidos estalinistas, ejemplificados por el PC francés, que está desde luego en el gobierno. Titulado: “Europa y Francia deben participar en la construcción de la paz”, un folleto firmado por el PCF junto con la Ligue Communiste Revolutionnaire (LCR) en Rouen se quejaba de que el bombardeo de la OTAN no se ha desecho de Milosevic: “¡Milosevic aún está en su lugar! ¡Los albaneses están siendo cazados o masacrados! Estos son los primeros resultados de la aventura militar. En contraste, la paz en la región implica apoyo activo y determinado a las débiles fuerzas sociales y democráticas que luchan contra las dictaduras nacionalistas y por los derechos de las minorías étnicas.”
Los falsos trotskistas de la LCR, la organización francesa del Secretariado Unificado (S.U.), son más explícitos al tocar los tambores de guerra en su propia prensa. La LCR llamó abiertamente por la intervención militar imperialista en Kosovo bajo la Organización para la Cooperación y Seguridad de Europa (OSCE) —un bloque militar dominado por Europa— o las Naciones Unidas. En su número del 1§ de abril, Rouge declaró:
“La OTAN no era la única, y sobre todo no la mejor, pieza clave para un acuerdo. Las condiciones para una fuerza policiaca multinacional (compuesta principalmente de serbios y albaneses) podrían ser encontradas bajo el auspicio de la OSCE para hacer cumplir un acuerdo de transición.”
A la semana siguiente una declaración de Rouge llamaba por un acuerdo con Serbia que pudiera ser vigilado por “una fuerza multinacional bajo el control de la ONU”. La ONU —verdaderamente una cueva de ladrones y sus víctimas— ha sido un instrumento del militarismo imperialista desde la guerra de 1950-53 contra el estado obrero deformado de Corea del Norte hasta la masacre de decenas de miles de iraquíes en la guerra de 1991 en el Golfo Pérsico.
El S.U. de Alain Krivine está actuando como el vocero de los intereses del imperialismo francés, contraponiendo a la intervención de la OTAN dominada por EE.UU. el llamado por una fuerza expedicionaria imperialista Europea en los Balcanes. Rifondazione Comunista (RC) en Italia y el PDS en Alemania (al igual que algunos miembros del SPD, como el expresidente del partido, Oskar Lafontaine) promueven mucho el mismo tipo de antiamericanismo. Aunque el gobierno de EE.UU. es la principal potencia militar imperialista, este intento de pintar a los estados imperialistas europeos como más benévolos que los EE.UU. no es sino vil socialpatriotismo. ¿Supuestamente, entonces, la burguesía alemana de Auschwitz es moralmente mejor que su contraparte estadounidense? ¿Y qué hay de la sucia historia del colonialismo francés en Argelia e Indochina o la historia del imperio británico de saqueo y asesinato en Irlanda, el subcontinente indio y el Medio Oriente? Y fue la burguesía italiana la que inventó los campos de concentración en Libia, la que usó por primera vez gas venenoso contra la población etiope y la que llevó a cabo innumerables actos de carnicería en los Balcanes durante la Segunda Guerra Mundial.
La organización seudotrotskista francesa Lutte Ouvrière (LO) tiene una bien merecida reputación por adaptarse a los atrasados prejuicios de la clase obrera al ignorar la opresión especial, ya sea ésta opresión de la mujer, homofobia, racismo o la cuestión nacional en Francia, ya que junto con el resto de la falsa izquierda niega el derecho a la autodeterminación de los vascos en Francia. Pero ellos también se han vuelto repentinamente campeones del derecho a la autodeterminación del pueblo de Kosovo. En una editorial en su número del 9 de abril, el líder de LO Arlette Laguiller escribe: “Si el gobierno francés, al igual que otros gobiernos occidentales, estuviera ayudando realmente a los kosovares, sería evidente y no veríamos las líneas interminables de refugiados que vemos en la TV.” A pesar de su supuesta oposición a los ataques militares de la OTAN, la lógica de esta posición es que los imperialistas deberían intervenir más decididamente y aplastar realmente a los serbios. Satanizando a Milosevic —en vez de a los imperialistas— como el principal enemigo en este conflicto, LO sirve como un apologista de izquierda para la burguesía.
En la misma línea, la minúscula International Bolshevik Tendency (IBT), que desprecia la independencia de Quebec y es notoria de manera más general por su indiferencia ante los derechos de los pueblos oprimidos, como los católicos de Irlanda del Norte, hoy aúlla por la “independencia para Kosovo” —aparentemente sólo luchan por la independencia de aquellos que tienen patrocinio imperialista—.
En Italia, Rifondazione predica confianza en la ONU y llama por una conferencia de potencias capitalistas europeas para resolver la crisis de los Balcanes. RC se revuelca en el antiamericanismo para darle una coartada a su apoyo a su propia clase gobernante. El llamado de RC para cerrar la base aérea de la OTAN en Italia es levantado desde la perspectiva del nacionalismo italiano y en el interés de una Europa capitalista más fuerte dirigida contra sus rivales imperialistas (como EE.UU.). Nosotros los trotskistas apelamos no al estado burgués, sino al proletariado italiano para movilizar acciones obreras contra las bases de EE.UU. y la OTAN, desde las que está siendo lanzada una guerra mortal contra los intereses de todos los trabajadores —serbios, italianos, albaneses y estadounidenses—. Nosotros decimos: ¡Aplastar a la alianza contrarrevolucionaria de la OTAN a través de la revolución obrera!
Un suplemento de cuatro páginas del 10 de abril de Proposta, la flácida “oposición de izquierda” de RC no llama nunca por el retiro inmediato de las tropas italianas de los Balcanes. Proposta apoyó al previo gobierno burgués de “Olivo”/RC que invadió Albania.
El socialchovinismo es la defensa del “interés nacional”; es decir, llamar a la clase obrera a identificarse con los fines imperialistas de la clase dominante capitalista. Significa el abandono explícito de la lucha de clases por parte de los dirigentes sindicales procapitalistas. Así, los burócratas italianos del Cgil-Cisl-Uil retiraron su llamado a una huelga de ferrocarriles apenas estalló la guerra. ¡Los trabajadores serbios no son los enemigos de los trabajadores ferroviarios italianos! ¡El principal enemigo es la burguesía italiana!
Como afirmó Lenin: “El contenido ideológico y político del oportunismo y del socialchovinismo es uno y el mismo: la colaboración de las clases en vez de la lucha entre ellas, la renuncia a los medios revolucionarios de lucha y la ayuda a ‘su’ gobierno en la difícil situación por la que atraviesa, en lugar de la utilización de sus dificultades para la revolución.” Los líderes sindicales reformistas son sobornados con las migajas de las ganancias capitalistas. En Francia los sindicatos obtienen más ingresos del estado y los capitalistas que de sus miembros. Grupos seudoizquierdistas como LO y la LCR emulan esta corrupción política tomando sus subsidios financieros del estado burgués. ¡Pero el que paga las cuentas dicta el compás político! ¡Luchamos por la completa independencia de los sindicatos del estado burgués!
Bajo el impacto de una guerra de gran importancia en Europa, que involucra a las potencias imperialistas, presencíamos el espectáculo de los “revolucionarios” y “los antiimperialistas” de otros tiempos, uniéndose a las marchas proimperialistas de guerra. Los centristas de Workers Power se unieron a la profundamente laborista Alliance for Workers Liberty [Alianza por la Libertad de los Trabajadores] en una marcha de “Ayuda obrera a Kosovo” el 10 de abril, que estaba dominada por banderas de la OTAN y albanesas y con pancartas que gritaban “buena suerte, OTAN” y “OTAN, es ahora o nunca”. La “Ayuda obrera a Kosovo” está moldeada en la “Ayuda obrera a Bosnia”, iniciada en 1993, que, bajo la guisa de proveer ayuda humanitaria a los trabajadores en Bosnia, promovió el apoyo al gobierno Bosnio musulmán y trabajó hombro con hombro con las tropas de la ONU en la guerra fratricida entre serbios, croatas y musulmanes por lo que sirvió como el disfraz para la intervención militar imperialista dirigida en contra de los serbios bosnios.
Una declaración distribuida en una reunión pública el 30 de marzo en la ciudad de Londres por la internacional de WP, la League for a Revolutionary Communist International (LRCI, Liga por una Internacional Comunista Revolucionaria), llamó a defender a los serbios contra el ataque de la OTAN —¡“aunque no en Kosovo al que no tienen el derecho de ocupar”!—. Al mismo tiempo, WP alienta a los separatistas albaneses “a tomar ventaja total del bombardeo imperialista para expulsar a las fuerzas ‘yugoslavas’”, y añaden “si la principal preocupación [de Clinton y de Blair] fueran los kosovares reconocerían su estatidad, y le darían al ELK (Ejército de Liberación de Kosovo) las armas para expulsar a las tropas serbias”. Esto es una descarada apelación a los imperialistas de la OTAN.
Workers Power ha apoyado de hecho cualquier fuerza reaccionaria en los Balcanes (incluso en Serbia) siempre y cuando esté opuesta a Milosevic, el principal enemigo actual de los imperialistas. Así, en junio de 1991 cuando el IV Reich alemán estaba maquinando la destrucción del estado obrero deformado yugoslavo, llamaron por el reconocimiento inmediato de las declaraciones de independencia capitalistas restauracionistas de Eslovenia y de Croacia. Un año después, el afiliado austríaco de WP, el ArbeiterInnenstandpunkt, estuvo involucrado en un “frente unido” con la rama local del Renacimiento Nacional Serbio de Vuk Draskovic, una organización de monarquistas gran serbios y chetniks, en aquel entonces en oposición a Milosevic. Durante los ataques aéreos de la OTAN en 1995, WP se negó incluso en papel a defender a los serbios bosnios en contra del imperialismo.
No podría ser más claro que los falsos izquierdistas son socialchovinistas cuya línea de fondo es apoyar las metas de la guerra imperialista en los Balcanes, pese a las contorsiones teóricas que hacen al tratar de reconciliar su oposición de palabra a la OTAN con su apoyo al separatista Ejército de Liberación de Kosovo, que es ahora un simple peón de la OTAN. En contra de los socialchovinistas de estas épocas, Lenin polemizó contra Karl Kautsky, un líder central del SPD alemán quien durante la primera guerra interimperialista mantuvo “fidelidad de palabra al marxismo con la subordinación, en los hechos, al oportunismo”. Lenin escribe que “Kautsky ‘concilia’ el pensamiento fundamental del socialchovinismo, la aceptación de la defensa de la patria en la guerra actual, con una supuesta concesión a la izquierda, bajo la forma de abstención al votarse los créditos, con la manifestación verbal de una postura oposicionista, etc.” (Lenin, “El socialismo y la guerra”, 1915). Pero los “izquierdistas” de nuestros días, como Workers Power, están ciertamente mucho más a la derecha de Karl Kautsky.
Fue necesario el inicio de la primera guerra imperialista mundial (la Primera Guerra Mundial) y una orgía de chovinismo para destrozar a la II Internacional y para que los “socialistas” de aquella época dirigieran a la clase trabajadora a la matanza. Hoy, conforme son arrojadas las primeras bombas sobre los pueblos de los Balcanes, los que se hacen pasar por la “izquierda” ya se habían postrado desde antes ante su propio imperialismo. Frente a la Primera Guerra Mundial, Lenin llamó a los obreros a hacer de la guerra interimperialista una guerra civil en todos los países beligerantes, exigiendo una escisión de los auténticos socialistas de la II Internacional.
La postración ideológica de la falsa izquierda ante el imperialismo refleja sus muchos años de apoyo al imperialismo occidental contra la Unión Soviética en nombre de la “democracia” y “los derechos humanos”. Mientras existieron la Unión Soviética y los estados obreros deformados de Europa Oriental, como trotskistas, llamamos por su defensa militar incondicional contra el imperialismo y la contrarrevolución interna. Luchamos por una revolución política proletaria para echar a las burocracias estalinistas nacionalistas. En contraste, la falsa izquierda apoyó a todo tipo de fuerzas procapitalistas en el nombre del “antiestalinismo”. El capitalista de estado Socialist Workers Party británico (SWP, Partido Obrero Socialista) de Tony Cliff y sus satélites, y falsos trotskistas como el S.U. y Workers Power (éste último con algunas contradicciones) todos se opusieron a la intervención del Ejército Rojo en Afganistán, el último acto objetivamente progresista de la burocracia del Kremlin. A principios de los 80 se unieron en ferviente apoyo a la Solidarnosc polaca patrocinada por la CIA y el Vaticano, que estuvo en la primera línea de la campaña por la restauración capitalista en Europa Oriental. Una década más tarde, todos estos grupos vitorearon a Yeltsin y sus “demócratas” proimperialistas mientras lanzaban la contrarrevolución que destruiría la Unión Soviética.
El SWP, que se regocijó cuando el nuevo laborismo fue electo, sigue al laborismo de “izquierda” de Tony Benn, al decir, “Tony Benn se opuso a la guerra de las Malvinas, a la Guerra del Golfo y a esta guerra” (folleto del SWP, “Alto a la guerra”, abril de 1999). Tony Benn es un nacionalista de la “pequeña Inglaterra” quien llamó por sanciones de la ONU durante la Guerra del Golfo y que ahora se queja de que el bombardeo no tiene la autorización de la ONU. Mientras tanto, la prensa del Socialist Party (antes “Militant”) llama por la “acción obrera para derrocar a Milosevic” (Socialist, 16 de abril) mientras que, no es necesario decirlo, nunca llaman a los obreros británicos a derrocar al capitalismo británico.
Políticamente aparte de la multitud británica del “pobrecito Kosovo”, está el Socialist Labour Party (SLP, Partido Laborista Socialista), dirigido por el lider de los mineros, Arthur Scargill. Un comunicado de prensa del SLP del 24 de marzo, cita a Scargill y tacha correctamente al Primer Ministro del Partido Laborista, Tony Blair, de asesino. Señalaba la hipocresía de los imperialistas, indicando que “la Gran Bretaña sigue ocupando parte de Irlanda”. Sin embargo, la declaración de Scargill de que el bombardeo se realiza “sin siquiera la hoja de parra de una resolución de seguridad de las Naciones Unidas” implica confianza en esa institución de los imperialistas. Una declaración más izquierdista hecha por el Normanton Constituency del SLP se titula: “Defender a Yugoslavia e Irak —Luchar contra el imperialismo”. La declaración señala correctamente al New Labour Party de Blair como “antiobrero, proimperialista”. Dice, “Nosotros creemos firmemente en el principio del derecho de las naciones a la autodeterminación, y en el caso de Yugoslavia eso significa el derecho de una nación soberana a resolver sus propios problemas.” Sin embargo, las dos declaraciones del SLP son acríticas sobre el virulento chovinismo serbio de Milosevic.
http://www.icl-fi.org/espanol/oldsite/SERBIA.HTM
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2015.10.06 12:54 qryq Los yihadistas huyen hacia Turquía y Jordania.

Ofensiva devastadora rusa contra el Estado Islámico en Siria causando una desbandada. Irak también solicita la ayuda rusa cuya aviación empezará en los próximos días.
Los aviones rusos han realizado nuevos bombardeos contra las posiciones del Estado Islámico en Siria, cuyos videos ha publicado en su cuenta de YouTube el Ministerio de Defensa de Rusia. El primer registro muestra el ataque aéreo contra el depósito de municiones de los terroristas en la ciudad de Tell Bisa, en la provincia de Homs.
Una serie de explosiones indica que la bomba alcanzó el objetivo y provocó la detonación de un gran número de municiones. <>, reporta el Ministerio de Defensa ruso.
La segunda grabación refleja el bombardeo contra los vehículos militares del Estado Islámico que los yihadistas trataban de esconder en un bosque cerca de la ciudad de Idlid. Según el Ministerio, el ataque fue realizado después de que se confirmara la información sobre la presencia de los terroristas en esta zona.
Lunes negro para el Estado Islámico: Rusia destruye la base donde se ocultaban importantes cabecillas terroristas
Las Fuerzas Aéreas rusas han llevado a cabo un ataque contra diez instalaciones del Estado Islámico en la provincia siria de Aleppo. Según informa el ministerio de Defensa ruso, varios edificios donde se escondían mandos militares del EI han sido destruidos.
Según reporta el portavoz oficial del Ministerio ruso de Defensa, general Igor Konashenkov, en el ataque aéreo realizado el domingo en la noche por aviones rusos Su-34 han sido destruidas 10 instalaciones, 20 tanques Т-55 y 10 vehículos de combate del grupo terrorista.
Durante la jornada del lunes los cazabombarderos rusos han seguido atacando las instalaciones del EI situadas cerca de la ciudad de Idlib en la provincia siria de Aleppo que previamente habían sido identificadas por la inteligencia militar rusa.
Asimismo los cazabombarderos rusos atacaron dos depósitos de municiones del Estado Islámico en las afueras de la ciudad de Tadmor en la provincia siria de Holms.
Según ha informado el general Igor Konashenkov a la agencia de noticias TASS, las aeronaves rusas emplazadas en la base aérea de Jmeimin han llevado a cabo 15 misiones de combate aéreo en Aleppo este lunes.
Destruidos por completo tres centros de mando del EI
Aviones rusos han atacado en las pasadas 24 horas nueve objetivos del grupo yihadista Estado Islámico (EI) en Siria, informó el portavoz del Ministerio ruso de Defensa, mayor general Ígor Konashénkov. <>, dijo a los periodistas.
Precisó, en particular, que la aviación rusa ha destruido tres puestos de mando de los yihadistas (en las provincias sirias de Hama y Latakia y cerca de la ciudad de Al Rastan), dos almacenes de municiones y un nudo de comunicaciones del EI en la provincia de Homs, un almacén y tres piezas de artillería en la provincia de Idlib.
Además, agregó el representante del Ministerio, los aviones rusos detectaron y destruyeron por completo unas 30 unidades de maquinaria automotriz y blindada, incluidos tanques T-55 capturados al Ejército sirio, en una base camuflada del EI en las afueras de la ciudad de Idlib.
Los aviones de ataque rusos Su-34, Su-24M y Su-25 han salido 25 veces desde la base aérea de Hmeymim en Siria.
Konashénkov destacó que todos los ataques rusos tienen como objetivo <.
La Fuerza Aérea rusa ha realizado nuevos ataques en Siria contra las posiciones del Estado Islámico destruyendo nueve objetos de la infraestructura del grupo terrorista en 24 horas, informa el Ministerio de Defensa de Rusia.
Bombarderos tácticos Su-24 continúan ofensiva contra el Estado Islámico en Siria
Tanto en el día como en la noche los cazabombarderos de la Fuerza Aérea de Rusia sobrevuelan el espacio aéreo de Siria con el objetivo de asestar golpes contra objetivos del Estado Islámico en el marco de la operación antiterrorista que Moscú lleva adelante en coordinación con Damasco.
La noche de este domingo en la Base Aérea de Hmeymim, cerca de la localidad siria de Latakia, fueron vistos cazas rusos Su-24 aterrizando y despegando, informa la agencia de noticias Ruptly, que publica un video de estas aeronaves de combate en acción.
El Sukhoi Su-24 es un bombardero táctico supersónico biplaza y bimotor, con ala geométrica variable, que permanece en servicio desde la antigua Unión Soviética. Este avión fue diseñado para lanzar ataques aéreos en condiciones climáticas adversas en el día y la noche y destruir objetivos terrestres y marítimos incluso en altitudes bajas.
Es el único caza de esta clase en el mundo que cuenta con estas características.
Más de 3.000 yihadistas huyen ante el temor del avance del Ejército sirio
Más de 3.000 combatientes de los grupos yihadistas Estado Islámico, Frente Al Nusra y Jaish al Yarmouk han huido de Siria hacia Jordania ante el temor de una ofensiva a gran escala por parte del Ejército sirio.
<>, ha declarado una fuente militar a RIA Novosti.
Según la fuente, el Ejército sirio realizó ataques el pasado domingo contra posiciones del Estado islámico y el Frente Al Nusra en las afueras de la capital siria, Damasco, y en las provincias de Deir Ezzor y Homs, así como cerca de la ciudad de Palmira. Concretamente, en Deir Ezzor resultaron muertos unos 160 combatientes mientras que en Homs y Palmira perdieron la vida al menos 17 terroristas.
En la mañana del lunes, helicópteros de la Fuerza Aérea siria lanzaron panfletos en el sur de la provincia de Hama, invitando a los terroristas a rendirse y advirtiendo a la población civil sobre el inicio de una importante operación militar. Los folletos lanzaron sobre los asentamientos de los territorios de Rastán y Talbiseh, actualmente controlados por el Estado Islámico y el Frente Al Nusra.
Terroristas de Idleb retiran fuerzas y equipos y huyen hacia la frontera turca
El Ejército ruso ha bombardeado en estos últimos días las posiciones de los grupos takfiris EI y el “Ejército de la Conquista”, liderado por el Frente al Nusra (la rama siria de Al Qaida), en diversas partes de Siria, causando graves daños muy fuertes a todos estos grupos.
De ahora en adelante, la capacidad de las milicias takfiris de llevar a cabo ataques terrestres contra las posiciones del Ejército sirio se verá tremendamente reducida habida cuenta de la destrucción de sus cuarteles generales, depósitos de armas, vehículos blindados etc.
Según el canal Al Mayadin, los ataques rusos han obligado a los grupos terroristas a transferir sus depósitos de armas y municiones hacia las regiones que se encuentran en la frontera con Turquía, uno de los principales patrocinadores del terrorismo en Siria. Centenares de camiones han sido vistos dirigiéndose hacia los puntos fronterizos, señala el canal.
En estos últimos días, aviones rusos han llevado a cabo más de 100 ataques contra cuarteles generales y depósitos de municiones y armas en Jan Shaijun, Maaret al Numan, Yanal al Zawiyet, Ariha, Salama, el Aeropuerto de Tabakat y otros lugares, lo cual ha impedido que los grupos armados puedan reorganizar sus filas.
Por su parte, el periódico Al Safir ha confirmado este éxodo de los grupos terroristas presentes en Idleb hacia la frontera turca después de la destrucción de gran parte de sus equipos militares y sus posiciones en el norte de Siria.
Para el experto militar sirio Turki Hassan, los ataques rusos serán seguidos de una ofensiva terrestre realizada por el Ejército sirio. Los aviones rusos ayudarán a las fuerzas gubernamentales durante su próximo avance en la planicie de Al Gab, al noroeste de la provincia de Hama, indican diversas fuertes.
Por otro lado, el periodista Murtaza Hussein, ha señalado, refiriéndose a fuentes conocedoras del tema, que el Servicio de Inteligencia turco (MIT) ha ayudado a 150 líderes de los grupos armados que se hallaban repartidos por Hama, Idleb y Alepo a huir a Turquía.
Los líderes escaparon siguiendo las instrucciones de la Inteligencia turca después de que se extendieran los rumores de una ofensiva inminente del Ejército sirio en las tres provincias y los fuertes ataques aéreos rusos en ellas. Esto ha contribuido a incrementar la confusión en las filas terroristas.
Rendición de casi un millar de militantes armados en Deraa
Los ataques rusos continúan teniendo un impacto devastador sobre los militantes sirios. Más de 450 miembros del llamado “Ejército Sirio Libre” se rindieron el pasado fin de semana en la provincia sureña de Deraa y otros 250 que eran buscados por las autoridades sirias se entregaron también a las Fuerzas Armadas sirias.
Las fuentes indicaron el sábado que un miembro del primer grupo había transmitido un mensaje a las autoridades que detallaba específicamente su intención de rendirse al Ejército si se concedía una amnistía a sus miembros.
Las fuerzas sirias dentro de la capital provincial de la provincia de Deraa se vieron sorprendidas por la enorme cantidad de militantes del ESL que se estaban preparando para rendirse a cambio de la amnistía. Las autoridades aceptaron su concesión y ésta quedó formalizada en un acto donde participaron casi un millar de rendidos al que acudió el gobernador de la provincia de Deraa.
La mayor parte de estos combatientes habían tomado las armas y luchado contra el Ejército sirio durante años en varios frentes hasta que se convencieron de la inutilidad de continuar una guerra sin perspectivas, especialmente dado que Siria se ha convertido ya en un conflicto internacional y ellos han comprobado que eran manejados como simples peones de los juegos políticos de varios países extranjeros como Arabia Saudí, Qatar, Turquía y algunos estados occidentales en contra de Siria.
Los rendidos entregaron a las autoridades sus equipos militares y armas, incluyendo cientos de Kalashnikov, lanzagranadas y misiles antitanque Kornet además de materiales para la fabricación de explosivos, morteros y obuses.
Se trata de uno de los mayores procesos de reconciliación en el país y ha servido para desmantelar brigadas enteras de militantes armados.
La ciudad de Deraa, situada en al profundo sur, fue en su día la “capital de la Revolución” y se ha convertido hoy en un símbolo de la reconciliación nacional mediante los acuerdos de rendición de los militantes como los mencionados anteriormente.
El jueves también, unos 70 militantes se rindieron en Damasco, Homs, Deraa e Idleb.
En los últimos meses, el número de hombres armados que se han rendido a las autoridades se ha incrementado debido a los avances del Ejército sirio en sitios estratégicos, lo cual ha le permitido cortar las rutas de suministro de los militantes y obligarles así a rendirse o morir. Este proceso se ha acelerado tras el inicio de las operaciones rusas en Siria y es considerado por los expertos como crucial para poner fin a la guerra en el país.
Irak da luz verde para que pilotos rusos combatan al Estado Islámico en su territorio
El primer ministro iraquí dijo que no se opone a que las Fuerzas Aeroespaciales rusas realicen ataques contra las posiciones del Estado Islámico en Irak.
Haider Jawad Kadhim al Abadi ha enviado una carta a Moscú solicitando el apoyo de la aviación rusa, escribe la agencia de noticias TASS, que cita las palabras del mandatario iraquí al canal Al Jazeera.
Al Abadi no tiene ninguna objeción a la actuación por parte de Rusia de ataques aéreos contra las posiciones del Estado Islámico en Irak previa coordinación con su Gobierno. El primer ministro también dijo que <>.
Actualmente las Fuerzas Aéreas rusas están llevando a cabo su operación contra el Estado Islámico en territorio de Siria después de que el Gobierno de Damasco solicitara ayuda militar a Moscú.
Comienza la ofensiva terrestre del Ejército sirio en el norte de Homs
El Ejército Árabe Sirio (EAS) - en coordinación con las Fuerzas de Defensa Nacional (FDN) y el Partido Nacional Sirio (PSNS) - ha comenzado su asalto a la llanura de Al-Rastan al norte de Homs, atacando a los rebeldes islamistas de Jabhat Al-Nusra y al Ejército Libre Sirio con una multitud de proyectiles de mortero y cohetes desde sus posiciones en Jabourin y Kafr Nan.
Mientras las fuerzas armadas sirias atacaron a los rebeldes islamistas, la Fuerza Aérea Rusa ha continuado su campaña aérea concentrándose en las ciudades de Al-Rastan y Talbieseh controladas por al-Qaeda. Esta campaña aérea se ha intensificado el domingo por la mañana, pues la Fuerza Aérea Rusa ha golpeado a los rebeldes islamistas con media docena de ataques aéreos.
Jugando un papel integral en esta ofensiva, el objetivo principal de la Fuerza Aérea Rusa es debilitar las defensas de Jabhat Al-Nusra en Talbieseh y Al-Rastan; esta es una de las razones por la que la Fuerza Aérea de Rusia ha seguido bombardeando esta zona controlada Al-Qaeda con ataques aéreos repetidos, mientras que sus aliados de las fuerzas armadas sirias preparan un asalto a gran escala.
La ofensiva al norte de Homs es un esfuerzo militar imperativo para las fuerzas armadas sirias debido a que las llanuras de Al-Rastan se encuentran justo al sur del Aeropuerto Militar de Hama y la capital provincial de la gobernación de Homs.
Rusia bombardeará los centros económicos de EIIL en Siria
Las Fuerzas Aeroespaciales de Rusia lanzarán bombardeos contra los centros económicos del grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) en Siria, informan fuentes rusas.
En estos momentos, Daesh tiene bajo control un área más grande que el Reino Unido y dispone de alrededor de 7 mil millones de dólares en reservas, ha detallado Sputniknews
De este modo, el Kremlin intenta reducir los ingresos de esa banda takfirí que, según evidencias, es el grupo terrorista más adinerado de la historia.
Recuerda que Daesh vende petróleo robado de Irak y Siria a compradores en Turquía y así consigue gran parte del capital que necesita para comprar armas y pagar los sueldos de sus integrantes.
Por esta razón, asegura dicho medio informativo, Moscú tendrá como objetivos las rutas de tránsito desde donde la banda takfirí transporta el petróleo a la frontera con Turquía, cortando el acceso del EIIL a una parte considerable de sus ingresos.
Los ataques rusos que comenzaron el miércoles a petición —por escrito— del presidente sirio, Bashar al-Asad han conseguido destruir varias posiciones de Daesh como puestos de mando, depósitos de armas y bases de entrenamiento.
La Flota rusa prepara ataques desde el Mediterráneo con misiles de crucero
La Fuerza Aérea Rusa está ocupada llevando a cabo numerosos ataques aéreos alrededor de Siria, dejando algunas zonas vulnerables a los ataques de los rebeldes islamistas, tanto Jabhat Al-Nusra como el Estado Islámico (ISIS). Esto ha creado la necesidad de la marina rusa de intervenir en este conflicto por primera vez desde que llegó a Tartus.
Recientemente, la armada rusa ha posicionado tres buques de guerra en la costa de Latakia en anticipación para su masivo asalto de misiles de crucero que es probable que ocurra en los próximos días, mientras las fuerzas sirias y sus aliados se acercan a las llanuras de Al-Ghaab Llanuras en la gobernación de Hama, bajo control de Jaysh al-Fateh.
La marina rusa jugará un papel imprescindible en contra de las fuerzas rebeldes islamistas, mientras se prepara para bombardear numerosos sitios en el campo occidental de Siria que consideren una amenaza para la soberanía del país y las fuerzas armadas sirias que protegen a Siria de las numerosas facciones de rebeldes islamistas amenazando su control en todo el país.
Según una fuente del ejército sirio en Latakia, los buques de guerra rusos se pueden ver desde las orillas de la capital provincial. Esto fue confirmado por más de una fuente en la provincia - la fuente agregó que la Armada rusa ha preparado sus misiles de crucero de largo alcance para ser disparado en el país desde el Mar Mediterráneo.
El Estado Islámico comienza una retirada general
El Estado Islámico (ISIS) está siendo atacado desde el aire, por los numerosos aviones de combate de la Fuerza Aérea Rusa que están patrullando los cielos del este de Siria. En cuestión de 48 horas, el ISIS ha sido golpeado por la Fuerza Aérea Rusa dentro de la capital de la provincia de Al-Raqqa y sus alrededores por lo menos 25 veces por día. Los ataques aéreos apuntan a lugares imprescindibles que no habían sido tocados por la Coalición encabezada por Estados Unidos. Estos incluyen el Aeropuerto Militar de Tabqa y el Hospital Nacional de Tabqa - principal base militar y sede del ISIS en Al-Raqqa.
Con ningún lugar para escapar dentro de Siria, la banda terrorista se ha visto obligada a huir hacia zonas más seguras fuera del país; esto fue confirmado por los hombres de las tribus Shaytat en el campo oriental de la gobernación de Deir Ezzor.
El Estado Islámico hace volar el Arco del Triunfo en Palmira
Militantes de la organización terrorista Estado Islámico han hecho saltar por los aires el Arco del Triunfo, un monumento importante de la ciudad de Palmira, que contaba con 2.000 años, informó el jefe de antigüedades de Siria.
Maamoun Abdulkarim dijo a Reuters que fuentes en Palmira habían confirmado que el Arco de Triunfo, una joya de la exquisita colección de ruinas en la ciudad oasis, fue volado por los terroristas.
<>, indicó Abdulkarim.
<>, añadió.
Militantes islámicos volaron templos en el sitio del Patrimonio Mundial de la era romana, controlado por el Estado Islámico desde que Palmira dejó de estar bajo el control del Ejército sirio en mayo pasado y destruyeron otros monumentos y edificios históricos.
Los arqueólogos destacan que la razón principal por la que los terroristas del Estado Islámico están eliminando de la faz de la Tierra grandes monumentos de la historia antigua en Siria e Irak es ganar cantidades enormes de dinero por estas reliquias únicas.
Los que amparan y apoyan el terrorismo: Estados del Golfo planean “una respuesta militar” tras la operación rusa en Siria
El lanzamiento de la operación antiterrorista en Siria por parte de Rusia "ha enfurecido" a los países de la región que tienen la intención de alcanzar el derrocamiento del presidente legítimo del país árabe, Bashar al Assad, publica la prensa occidental. Algunos analistas creen que Arabia Saudita, Catar y Turquía pueden aumentar su ayuda militar a los grupos de la oposición siria.
Según el diario británico 'The Guardian', las potencias regionales con eficacia <>.
Hasta después del inicio de los bombardeos rusos de los territorios controlados por el Estado Islámico, esos países han dejado claro que permanecen comprometidos con el derrocamiento de Al Assad. <>, advirtió el ministro de Exteriores saudita, Adel Al-Jubeir, unas horas antes de las primeras operaciones de la Fuerza Aérea rusa.
<>, opina Julien Barnes-Dacey, del Consejo Europeo de Relaciones Exteriores.
Analistas estiman que Riad ha centrado su apoyo a los rebeldes en el sur de Siria, mientras que Turquía y Catar han respaldado a los rebeldes del norte, incluyendo las milicias islamistas conservadoras como el grupo Ahrar al Sham, vinculada con el Frente al Nusra. <>, dice el analista regional Ali Bakeer.
No obstante, la situación en estos países se ve afectada por varios factores. El apoyo de Turquía ha sido obstaculizado por las tensiones internas por el caso de los kurdos. Arabia Saudita y Catar ya están involucrados en "una guerra costosa y sangrienta en Yemen, que puede limitar tanto sus recursos militares como financieros".
The Daily Star: ‘Putin enviará 150 mil soldados a Siria para recuperar Al-Raqa’
El presidente ruso, Vladimir Putin, pretende poner en marcha una gran misión para recuperar el control de la ciudad de Al-Raqa, en el norte de Siria. En el marco de este plan, Moscú quiere desplegar 150 mil soldados en dicha ciudad, el feudo del grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe), ha revelado este domingo el diario The Daily Star.
Es muy claro que Rusia quiere barrer el norte del país (Siria), teniendo (bajo control) Al-Raqa y los recursos de petróleo y gas alrededor de (la ciudad de) Palmira”, dice una fuente citada por The Daily Star.
Citando a una fuente anónima, The Daily Star explica que <>, en la provincia de Homs.
La fuente agrega que para lograr este objetivo sería “vital” expulsar a Daesh de Al-Raqa, a la que ha considerado como “capital” (de facto) de la banda takfirí.
La agencia rusa de noticias Sputniknews anunció el domingo que las Fuerzas Aeroespaciales de Rusia lanzarán bombardeos contra los centros económicos del EIIL en Siria para reducir los ingresos de esa célula.
Buzaina Shaaban, asesora política del presidente de Siria, Bashar al-Asad, ha defendido este domingo en una entrevista con BBC las operaciones militares rusas en su país contra los terroristas.
<>, ha subrayado Shaaban para luego recordar que además del EIIL, hay otros grupos armados que operan en Siria como Frente Al-Nusra, que es catalogado como "terrorista" según la Organización de las Naciones Unidas (ONU).
Respecto a la insistencia de EE.UU. en que la oposición en Siria se divide a "extremistas" y "moderados", ha opinado que la Administración de Al-Asad está lista a dialogar con aquellas partes que no se hayan alzado en armas contra el Gobierno y la nación sirias.
¿Cuáles son las misiones del Centro de Coordinación de Bagdad?
La cooperación entre Rusia, Irán, Iraq y Siria ha crecido rápidamente desde la apertura del Centro de Coordinación de Bagdad, o “célula de Bagdad”, que ha supuesto un reforzamiento de la cooperación militar y de inteligencia entre los cuatro países. La primera misión del centro es la de recopilar datos de inteligencia sobre el EI y otros grupos terroristas para guiar la campaña de ataques aéreos de Rusia y Siria contra los terroristas en el territorio de esta última y también la campaña que lleva a cabo Iraq contra el EI en su propio territorio.
El centro fue abierto poco antes del inicio de los ataques aéreos de Rusia en Siria dentro del marco de lo que ha sido llamado como la Alianza de 4+1 (Los cuatro países mencionados más Hezbolá).
El centro recopila datos de inteligencia sobre los grupos terroristas, principalmente el EI, como su estructura organizativa, número de miembros, y armamento así como su expansión territorial, formas de aprovisionamiento y obtención de apoyo logístico etc. También decide qué armas y operaciones son las más indicadas para atacar a estos grupos. El centro recoge y analiza la información y luego la transmite a los centros políticos y militares de los países miembros.
También proporciona asistencia directa a las operaciones militares de los estados miembros contra el terrorismo.
El Centro está localizado en el Ministerio de Defensa de Iraq, en la Zona Verde de Bagdad, y está integrado por seis representantes de cada país. En él, participan miembros de los Guardianes de la Revolución de Irán, del Ejército y las Fuerzas de Movilización Popular de Iraq y representantes de los Ejércitos sirio y ruso.
Según Serguei Koralenko, el representante ruso en el Centro de Información de Bagdad, dijo en una entrevista con RT que la principal misión del Centro es la de detectar los centros de mando y posiciones del EI y otros grupos terroristas con el fin de incrementar la calidad y efectividad de los ataques.
El Centro podría también coordinar posibles ataques rusos contra el EI en Iraq, en el caso de que los gobiernos ruso e iraquí así lo decidan. El primer ministro iraquí, Haider al Abadi, ha solicitado a Moscú expresamente que lleve a cabo otra campaña aérea en su país. Existe preocupación en Iraq de que los bombardeos rusos en Siria lleven a un éxodo de terroristas del EI hacia las zonas de Iraq que controlan. Esta posibilidad ya se está produciendo con el traslado de miembros del grupo desde Raqqa, en Siria, a Mosul, en Iraq.
El objetivo del centro es, este sentido, el de cortar las comunicaciones y vías de aprovisionamiento entre los miembros del EI en Siria y sus homólogos en Iraq y coordinar las operaciones para debilitar, y luego eliminar, al grupo en ambos países. Esto requiere ataques aéreos contra las rutas y los convoyes de los terroristas. El objetivo es destruir al EI al mismo tiempo en ambos países.
Cabe señalar que el centro está abierto a la presencia de otros países que deseen participar en el objetivo común de la lucha contra el terrorismo y el fomento de la paz y estabilidad en Oriente Medio.
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2015.05.13 22:23 RaulMarti CONOZCAMOS A ADA COLAU.Un ser muy especial 24 años;toda una vida de lucha)

(Información de Wikipedia-Verla allí con imágenes)
Nombre de nacimiento Ada Colau Ballano Nacimiento 3 de marzo de 1974 Barcelona Ocupación Activista
Ada Colau Ballano (Barcelona, 3 de marzo de 1974), es una activista social española, una de los fundadores de la Plataforma de Afectados por la Hipoteca en Barcelona en 2009 y la portavoz hasta mayo de 20 Datos biográficos
Se crió en el barrio barcelonés de Guinardó, en el seno de «una familia de clase media durante unos años, en seguida venida a menos». Hija de padres separados, tiene cinco hermanos (tres hermanas por parte de su madre; un hermano y una hermana por parte de su padre). Estudió en un colegio del barrio, en la 'Academia Febrer' y, posteriormente, accedió a estudios superiores en la Facultad de Filosofía de la Universidad de Barcelona, quedando a dos asignaturas de lograr la licenciatura.5 Según su testimonio, comenzó su trayectoria como activista a principios de la década de los 90, durante las protestas contra la Guerra del Golfo. Durante su periodo universitario, estudió un curso en Milán con una beca Erasmus.5 A principios de la década de 2000, desarrolló una breve carrera televisiva, actuando en la serie Dos + una que emitió Antena 3 Televisión.6 Paralelamente estuvo vinculada al movimiento okupa5 y participó en diversas movilizaciones, como la que tuvo lugar contra el G-8 en los consulados de Francia y Suiza en Barcelona en el año 2003 para protestar por la situación de Martin Shaw, un activista que resultó herido durante la cumbre del G-8 en Évian-les-Bains (Francia).7 Colau ha manifestado que hace «vida de activista» desde 2001.5 Vinculada también con el movimiento antiglobalización, en 2003 formó parte del movimiento Aturem la guerra, que se movilizó en contra de la segunda guerra de Irak. En 2006 participó en el Movimiento por una vivienda digna en España.[cita requerida]
Actualmente trabaja como responsable de Vivienda en el Observatorio DESC (Observatorio de Derechos Económicos, Sociales y Culturales) de Barcelona.8 Tiene un hijo, nacido en 2011, con su pareja, el economista y miembro de la PAH Adrià Alemany.5 Creación de la PAH Artículos principales: Plataforma de Afectados por la Hipoteca y Dación en pago en España.
Tras participar en 2006 en el movimiento V de Vivienda9 y en el Taller contra la Violencia Inmobiliaria, en 2009 Ada Colau fue una de los organizadores de la Plataforma de Afectados por la Hipoteca en Barcelona,10 que aglutinó a varios movimientos relacionados con esta problemática social, centrándose en la deuda hipotecaria y los desahucios, y reivindicando la dación en pago. La creación, de manera asamblearia, de distintas plataformas de afectados por las ejecuciones hipotecarias, ante el impago de las deudas contraídas por los bancos, se extendió por toda España. Cuando posteriormente los desalojos se comenzaron a multiplicar, la PAH lanzó, en noviembre de 2010, la campaña Stop Desahucios. El Movimiento 15M y la plataforma Democracia Real Ya en 2011 ayudaron de manera decisiva a divulgar las reivindicaciones de las distintas plataformas, además de colaborar activamente, muchos de sus miembros en la campaña Stop Desahucios.10 11 En el transcurso de 2012, Ada Colau fue adquiriendo notoriedad mediática en España como principal representante y portavoz de la PAH. Iniciativa Legislativa Popular por la Vivienda Digna
En febrero de 2013, Ada Colau fue la encargada de presentar en nombre de la PAH, del Observatorio de Derechos Económicos, Sociales y Culturales y de otros movimientos sociales, una Iniciativa legislativa popular en España en el Congreso de los Diputados, para que se elaborase una nueva legislación en materia hipotecaria.12 La ILP, avalada con 1.402.845 firmas de ciudadanos, contenía una proposición de ley para la regulación de tres aspectos fundamentales: la dación en pago como fórmula preferente para la extinción de la deuda contraída con el banco por vivienda habitual; la moratoria de todos los desahucios por ejecución hipotecaria de viviendas habituales, y la ampliación del alquiler social de las viviendas en manos de los bancos.13 Ada Colau en 2013 en una manifestación de la PAH
El 5 de febrero de 2013, Ada Colau defendió personalmente las propuestas contenidas en la ILP de la PAH ante la Comisión de Economía del Congreso.14 Una semana después, la ILP, en virtud del voto unánime de los diputados, era admitida a trámite para su estudio y eventual debate por los grupos parlamentarios.15 Tras conocer la decisión del pleno de la Cámara, Colau declaró que la aprobación a trámite de la ILP sobre la dación en pago era «una victoria ciudadana y no de ningún partido».16 Asimismo reclamó que el contenido de la ILP no se viera «pervertid[o] ni descafeinad[o]» durante su tramitación parlamentaria.17 En una entrevista en el diario Público Colau manifestó que votar cada cuatro años es totalmente insuficiente y que los desahucios son uno de los actos más violentos que existen.18
Durante el trámite, el 14 de marzo de 2013, el Tribunal de Justicia de la Unión Europea (TJUE) dictaminó19 que las leyes españolas sobre desahucios no garantizan a los ciudadanos una protección suficiente frente a cláusulas abusivas en las hipotecas y vulneran la normativa comunitaria.20 Según la sentencia, los desahucios podrán paralizase por el juez en cumplimiento de la normativa comunitaria indicada.21 22 23 Para la PAH la sentencia es un respaldo al contenido de la Iniciativa Legislativa Popular, cuyas medidas se habían cuestionado por su carácter retroactivo. A la luz de la doctrina del TJUE la retroactividad no solo es una posibilidad reconocida en la Constitución, sino una necesidad. Una necesidad ya que se plantea la nulidad de las ejecuciones hipotecarias realizadas desde el año 1993, fecha de la Directiva en la que se basa la sentencia para declarar ilegal el procedimiento español. No puede sostenerse que una persona sea condenada a pagar una deuda perpetua derivada de un procedimiento ilegal.24
Finalmente, en nombre de la PAH, Ada Colau anunció la retirada simbólica de la ILP, después de que el Partido Popular usase su mayoría absoluta para aprobar una ley que, de acuerdo con la PAH, vulneraba el "espíritu" y las "demandas" que habían presentado.25 Alcaldable por Barcelona en Comú
El 7 de mayo de 2014 Ada Colau anunció que dejaba la portavocía de la PAH.26 Apenas un mes más tarde, junto a varias personas vinculadas a los movimientos sociales y vecinales, Colau presentó Guanyem Barcelona, una plataforma ciudadana creada con el objetivo de «construir una candidatura de confluencia» de cara a las elecciones municipales de 2015 en la capital catalana. Tras varios meses de trabajo, en febrero de 2015 se presentó la coalición electoral Barcelona en Comú (BComú) con la confluencia de Iniciativa per Catalunya Verds, Esquerra Unida i Alternativa, Equo, Procés Constituent, Podemos y la plataforma Guanyem. El 15 de marzo de 2015 Ada Colau fue proclamada cabeza de lista de BComú, tras un proceso de primarias abiertas en las que fue la única candidata.27 Premios
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2015.05.13 11:14 RaulMarti ADA COLAU nuestra compañera.Un ser encantador con 24 años de lucha por los derechos sociales de los humildes.

(Antes de entrar,se sugiere ver este video."El Run Run"
https://www.youtube.com/watch?v=wB6NDWKDyKg ____________________________
(Información de Wikipedia-Verla allí con imágenes)
Nombre de nacimiento Ada Colau Ballano Nacimiento 3 de marzo de 1974 Barcelona Ocupación Activista
Ada Colau Ballano (Barcelona, 3 de marzo de 1974), es una activista social española, una de los fundadores de la Plataforma de Afectados por la Hipoteca en Barcelona en 2009 y la portavoz hasta mayo de 20 Datos biográficos
Se crió en el barrio barcelonés de Guinardó, en el seno de «una familia de clase media durante unos años, en seguida venida a menos». Hija de padres separados, tiene cinco hermanos (tres hermanas por parte de su madre; un hermano y una hermana por parte de su padre). Estudió en un colegio del barrio, en la 'Academia Febrer' y, posteriormente, accedió a estudios superiores en la Facultad de Filosofía de la Universidad de Barcelona, quedando a dos asignaturas de lograr la licenciatura.5 Según su testimonio, comenzó su trayectoria como activista a principios de la década de los 90, durante las protestas contra la Guerra del Golfo. Durante su periodo universitario, estudió un curso en Milán con una beca Erasmus.5 A principios de la década de 2000, desarrolló una breve carrera televisiva, actuando en la serie Dos + una que emitió Antena 3 Televisión.6 Paralelamente estuvo vinculada al movimiento okupa5 y participó en diversas movilizaciones, como la que tuvo lugar contra el G-8 en los consulados de Francia y Suiza en Barcelona en el año 2003 para protestar por la situación de Martin Shaw, un activista que resultó herido durante la cumbre del G-8 en Évian-les-Bains (Francia).7 Colau ha manifestado que hace «vida de activista» desde 2001.5 Vinculada también con el movimiento antiglobalización, en 2003 formó parte del movimiento Aturem la guerra, que se movilizó en contra de la segunda guerra de Irak. En 2006 participó en el Movimiento por una vivienda digna en España.[cita requerida]
Actualmente trabaja como responsable de Vivienda en el Observatorio DESC (Observatorio de Derechos Económicos, Sociales y Culturales) de Barcelona.8 Tiene un hijo, nacido en 2011, con su pareja, el economista y miembro de la PAH Adrià Alemany.5 Creación de la PAH Artículos principales: Plataforma de Afectados por la Hipoteca y Dación en pago en España.
Tras participar en 2006 en el movimiento V de Vivienda9 y en el Taller contra la Violencia Inmobiliaria, en 2009 Ada Colau fue una de los organizadores de la Plataforma de Afectados por la Hipoteca en Barcelona,10 que aglutinó a varios movimientos relacionados con esta problemática social, centrándose en la deuda hipotecaria y los desahucios, y reivindicando la dación en pago. La creación, de manera asamblearia, de distintas plataformas de afectados por las ejecuciones hipotecarias, ante el impago de las deudas contraídas por los bancos, se extendió por toda España. Cuando posteriormente los desalojos se comenzaron a multiplicar, la PAH lanzó, en noviembre de 2010, la campaña Stop Desahucios. El Movimiento 15M y la plataforma Democracia Real Ya en 2011 ayudaron de manera decisiva a divulgar las reivindicaciones de las distintas plataformas, además de colaborar activamente, muchos de sus miembros en la campaña Stop Desahucios.10 11 En el transcurso de 2012, Ada Colau fue adquiriendo notoriedad mediática en España como principal representante y portavoz de la PAH. Iniciativa Legislativa Popular por la Vivienda Digna
En febrero de 2013, Ada Colau fue la encargada de presentar en nombre de la PAH, del Observatorio de Derechos Económicos, Sociales y Culturales y de otros movimientos sociales, una Iniciativa legislativa popular en España en el Congreso de los Diputados, para que se elaborase una nueva legislación en materia hipotecaria.12 La ILP, avalada con 1.402.845 firmas de ciudadanos, contenía una proposición de ley para la regulación de tres aspectos fundamentales: la dación en pago como fórmula preferente para la extinción de la deuda contraída con el banco por vivienda habitual; la moratoria de todos los desahucios por ejecución hipotecaria de viviendas habituales, y la ampliación del alquiler social de las viviendas en manos de los bancos.13 Ada Colau en 2013 en una manifestación de la PAH
El 5 de febrero de 2013, Ada Colau defendió personalmente las propuestas contenidas en la ILP de la PAH ante la Comisión de Economía del Congreso.14 Una semana después, la ILP, en virtud del voto unánime de los diputados, era admitida a trámite para su estudio y eventual debate por los grupos parlamentarios.15 Tras conocer la decisión del pleno de la Cámara, Colau declaró que la aprobación a trámite de la ILP sobre la dación en pago era «una victoria ciudadana y no de ningún partido».16 Asimismo reclamó que el contenido de la ILP no se viera «pervertid[o] ni descafeinad[o]» durante su tramitación parlamentaria.17 En una entrevista en el diario Público Colau manifestó que votar cada cuatro años es totalmente insuficiente y que los desahucios son uno de los actos más violentos que existen.18
Durante el trámite, el 14 de marzo de 2013, el Tribunal de Justicia de la Unión Europea (TJUE) dictaminó19 que las leyes españolas sobre desahucios no garantizan a los ciudadanos una protección suficiente frente a cláusulas abusivas en las hipotecas y vulneran la normativa comunitaria.20 Según la sentencia, los desahucios podrán paralizase por el juez en cumplimiento de la normativa comunitaria indicada.21 22 23 Para la PAH la sentencia es un respaldo al contenido de la Iniciativa Legislativa Popular, cuyas medidas se habían cuestionado por su carácter retroactivo. A la luz de la doctrina del TJUE la retroactividad no solo es una posibilidad reconocida en la Constitución, sino una necesidad. Una necesidad ya que se plantea la nulidad de las ejecuciones hipotecarias realizadas desde el año 1993, fecha de la Directiva en la que se basa la sentencia para declarar ilegal el procedimiento español. No puede sostenerse que una persona sea condenada a pagar una deuda perpetua derivada de un procedimiento ilegal.24
Finalmente, en nombre de la PAH, Ada Colau anunció la retirada simbólica de la ILP, después de que el Partido Popular usase su mayoría absoluta para aprobar una ley que, de acuerdo con la PAH, vulneraba el "espíritu" y las "demandas" que habían presentado.25 Alcaldable por Barcelona en Comú
El 7 de mayo de 2014 Ada Colau anunció que dejaba la portavocía de la PAH.26 Apenas un mes más tarde, junto a varias personas vinculadas a los movimientos sociales y vecinales, Colau presentó Guanyem Barcelona, una plataforma ciudadana creada con el objetivo de «construir una candidatura de confluencia» de cara a las elecciones municipales de 2015 en la capital catalana. Tras varios meses de trabajo, en febrero de 2015 se presentó la coalición electoral Barcelona en Comú (BComú) con la confluencia de Iniciativa per Catalunya Verds, Esquerra Unida i Alternativa, Equo, Procés Constituent, Podemos y la plataforma Guanyem. El 15 de marzo de 2015 Ada Colau fue proclamada cabeza de lista de BComú, tras un proceso de primarias abiertas en las que fue la única candidata.27 Premios
2013 - Premio Defensores de Derechos Sociales, Ada Colau y Rafael Mayoral28 en representación de la Plataforma de Afectados por la Hipoteca (PAH), por su perseverante lucha por el derecho reconocido a una vivienda digna, por su capacidad de movilización y participación ciudadana y por su ejemplo de solidaridad. Otorgado por el medio 'Periodismo Humano'.29 30 2013 - Premio Mujeres en Unión de Unión de Actores.31
Publicaciones
Libros
2012 - Ada Colau y Adrià Alemany, Vidas Hipotecadas. Prólogo de Gerardo Pisarello y José Coy, Traducción del catalán por Mariano Veloy, Angle Editorial - Cuadrilátero de Libros, 1º edición en castellano, junio de 2012. ISBN 978-84-940037-3-8. 237 págs. 2012 - Vidas hipotecadas - Descarga libre 2013 - Ada Colau y Adrià Alemany, ¡Sí se puede! Crónica de una pequeña gran victoria. Editorial Destino, Colección Imago Mundi, 19 de abril de 2013, ISBN 978-84-233-4690-5, 96 págs.32 33
Artículos
2011 - Ada Colau, Cómo parar un desahucio, Plataforma de Afectados por la Hipoteca PAH, julio de 2011. _______________________
 Raúl Martí 
(Fray Raúl) [email protected]
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2015.05.07 12:19 55196237 ADA COLAU.-Un ser muy especial

(Información de Wikipedia-Verla allí con imágenes)
Nombre de nacimiento Ada Colau Ballano Nacimiento 3 de marzo de 1974 Barcelona Ocupación Activista
Ada Colau Ballano (Barcelona, 3 de marzo de 1974), es una activista social española, una de los fundadores de la Plataforma de Afectados por la Hipoteca en Barcelona en 2009 y la portavoz hasta mayo de 20 Datos biográficos
Se crió en el barrio barcelonés de Guinardó, en el seno de «una familia de clase media durante unos años, en seguida venida a menos». Hija de padres separados, tiene cinco hermanos (tres hermanas por parte de su madre; un hermano y una hermana por parte de su padre). Estudió en un colegio del barrio, en la 'Academia Febrer' y, posteriormente, accedió a estudios superiores en la Facultad de Filosofía de la Universidad de Barcelona, quedando a dos asignaturas de lograr la licenciatura.5 Según su testimonio, comenzó su trayectoria como activista a principios de la década de los 90, durante las protestas contra la Guerra del Golfo. Durante su periodo universitario, estudió un curso en Milán con una beca Erasmus.5 A principios de la década de 2000, desarrolló una breve carrera televisiva, actuando en la serie Dos + una que emitió Antena 3 Televisión.6 Paralelamente estuvo vinculada al movimiento okupa5 y participó en diversas movilizaciones, como la que tuvo lugar contra el G-8 en los consulados de Francia y Suiza en Barcelona en el año 2003 para protestar por la situación de Martin Shaw, un activista que resultó herido durante la cumbre del G-8 en Évian-les-Bains (Francia).7 Colau ha manifestado que hace «vida de activista» desde 2001.5 Vinculada también con el movimiento antiglobalización, en 2003 formó parte del movimiento Aturem la guerra, que se movilizó en contra de la segunda guerra de Irak. En 2006 participó en el Movimiento por una vivienda digna en España.[cita requerida]
Actualmente trabaja como responsable de Vivienda en el Observatorio DESC (Observatorio de Derechos Económicos, Sociales y Culturales) de Barcelona.8 Tiene un hijo, nacido en 2011, con su pareja, el economista y miembro de la PAH Adrià Alemany.5 Creación de la PAH Artículos principales: Plataforma de Afectados por la Hipoteca y Dación en pago en España.
Tras participar en 2006 en el movimiento V de Vivienda9 y en el Taller contra la Violencia Inmobiliaria, en 2009 Ada Colau fue una de los organizadores de la Plataforma de Afectados por la Hipoteca en Barcelona,10 que aglutinó a varios movimientos relacionados con esta problemática social, centrándose en la deuda hipotecaria y los desahucios, y reivindicando la dación en pago. La creación, de manera asamblearia, de distintas plataformas de afectados por las ejecuciones hipotecarias, ante el impago de las deudas contraídas por los bancos, se extendió por toda España. Cuando posteriormente los desalojos se comenzaron a multiplicar, la PAH lanzó, en noviembre de 2010, la campaña Stop Desahucios. El Movimiento 15M y la plataforma Democracia Real Ya en 2011 ayudaron de manera decisiva a divulgar las reivindicaciones de las distintas plataformas, además de colaborar activamente, muchos de sus miembros en la campaña Stop Desahucios.10 11 En el transcurso de 2012, Ada Colau fue adquiriendo notoriedad mediática en España como principal representante y portavoz de la PAH. Iniciativa Legislativa Popular por la Vivienda Digna
En febrero de 2013, Ada Colau fue la encargada de presentar en nombre de la PAH, del Observatorio de Derechos Económicos, Sociales y Culturales y de otros movimientos sociales, una Iniciativa legislativa popular en España en el Congreso de los Diputados, para que se elaborase una nueva legislación en materia hipotecaria.12 La ILP, avalada con 1.402.845 firmas de ciudadanos, contenía una proposición de ley para la regulación de tres aspectos fundamentales: la dación en pago como fórmula preferente para la extinción de la deuda contraída con el banco por vivienda habitual; la moratoria de todos los desahucios por ejecución hipotecaria de viviendas habituales, y la ampliación del alquiler social de las viviendas en manos de los bancos.13 Ada Colau en 2013 en una manifestación de la PAH
El 5 de febrero de 2013, Ada Colau defendió personalmente las propuestas contenidas en la ILP de la PAH ante la Comisión de Economía del Congreso.14 Una semana después, la ILP, en virtud del voto unánime de los diputados, era admitida a trámite para su estudio y eventual debate por los grupos parlamentarios.15 Tras conocer la decisión del pleno de la Cámara, Colau declaró que la aprobación a trámite de la ILP sobre la dación en pago era «una victoria ciudadana y no de ningún partido».16 Asimismo reclamó que el contenido de la ILP no se viera «pervertid[o] ni descafeinad[o]» durante su tramitación parlamentaria.17 En una entrevista en el diario Público Colau manifestó que votar cada cuatro años es totalmente insuficiente y que los desahucios son uno de los actos más violentos que existen.18
Durante el trámite, el 14 de marzo de 2013, el Tribunal de Justicia de la Unión Europea (TJUE) dictaminó19 que las leyes españolas sobre desahucios no garantizan a los ciudadanos una protección suficiente frente a cláusulas abusivas en las hipotecas y vulneran la normativa comunitaria.20 Según la sentencia, los desahucios podrán paralizase por el juez en cumplimiento de la normativa comunitaria indicada.21 22 23 Para la PAH la sentencia es un respaldo al contenido de la Iniciativa Legislativa Popular, cuyas medidas se habían cuestionado por su carácter retroactivo. A la luz de la doctrina del TJUE la retroactividad no solo es una posibilidad reconocida en la Constitución, sino una necesidad. Una necesidad ya que se plantea la nulidad de las ejecuciones hipotecarias realizadas desde el año 1993, fecha de la Directiva en la que se basa la sentencia para declarar ilegal el procedimiento español. No puede sostenerse que una persona sea condenada a pagar una deuda perpetua derivada de un procedimiento ilegal.24
Finalmente, en nombre de la PAH, Ada Colau anunció la retirada simbólica de la ILP, después de que el Partido Popular usase su mayoría absoluta para aprobar una ley que, de acuerdo con la PAH, vulneraba el "espíritu" y las "demandas" que habían presentado.25 Alcaldable por Barcelona en Comú
El 7 de mayo de 2014 Ada Colau anunció que dejaba la portavocía de la PAH.26 Apenas un mes más tarde, junto a varias personas vinculadas a los movimientos sociales y vecinales, Colau presentó Guanyem Barcelona, una plataforma ciudadana creada con el objetivo de «construir una candidatura de confluencia» de cara a las elecciones municipales de 2015 en la capital catalana. Tras varios meses de trabajo, en febrero de 2015 se presentó la coalición electoral Barcelona en Comú (BComú) con la confluencia de Iniciativa per Catalunya Verds, Esquerra Unida i Alternativa, Equo, Procés Constituent, Podemos y la plataforma Guanyem. El 15 de marzo de 2015 Ada Colau fue proclamada cabeza de lista de BComú, tras un proceso de primarias abiertas en las que fue la única candidata.27 Premios
2013 - Premio Defensores de Derechos Sociales, Ada Colau y Rafael Mayoral28 en representación de la Plataforma de Afectados por la Hipoteca (PAH), por su perseverante lucha por el derecho reconocido a una vivienda digna, por su capacidad de movilización y participación ciudadana y por su ejemplo de solidaridad. Otorgado por el medio 'Periodismo Humano'.29 30 2013 - Premio Mujeres en Unión de Unión de Actores.31 
Publicaciones
Libros
2012 - Ada Colau y Adrià Alemany, Vidas Hipotecadas. Prólogo de Gerardo Pisarello y José Coy, Traducción del catalán por Mariano Veloy, Angle Editorial - Cuadrilátero de Libros, 1º edición en castellano, junio de 2012. ISBN 978-84-940037-3-8. 237 págs. 2012 - Vidas hipotecadas - Descarga libre 2013 - Ada Colau y Adrià Alemany, ¡Sí se puede! Crónica de una pequeña gran victoria. Editorial Destino, Colección Imago Mundi, 19 de abril de 2013, ISBN 978-84-233-4690-5, 96 págs.32 33 
Artículos
2011 - Ada Colau, Cómo parar un desahucio, Plataforma de Afectados por la Hipoteca PAH, julio de 2011. 
Vale la pena verla en el siguiente link: http://www.eldiario.es/rastreadoVIDEO-Run-Ada-Colau-catalana_6_385021507.htm
(Fray Raúl [email protected]
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2014.08.02 17:05 R4UL Burrocracia y caciquismo. Urgente reforma de la administración.

  1. ACABAR CON EL CACIQUISMO
  1. RESPONSABILIDAD
  1. TRANSPARIENCIA-CONTROL
  1. ELIMINAR LA BURROCRACIA
http://www.finanzas.com/xl-semanal/firmas/arturo-perez-reverte/20140803/manos-quien-estamos-7485.html
  1. URBANISMO
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